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UPA: Razões de uma transição tranquila

Claro que a gente não está contando o dias sem problemas e aguardando a primeira polêmica para disparar um – Eu já sabia! Até porque há torcida pelo êxito na mudança, inclusive porque ela não é opcional, mas uma ação de gestão necessária.

QUINZENA

E assim registramos que estamos chegando à primeira metade de mês com o sistema de atendimento ambulatorial às crianças na UPA e casos de urgência e emergência no Hospital Seara do Bem.

HERÓIS EM AÇÃO

Iria até puxar um trocadilho colocando as fotos abaixo e citando que com super-heróis ajudando, os serviços ocorrem com mais tranquilidade. E embora a ação social desse grupo de voluntários seja espetacular, os heróis que estão tornando possível tal transição sem maiores traumas, são os profissionais da Saúde. Médicos, enfermeiras, técnicos e técnicas, pessoal do administrativo. Enfim, o foco dessa equipe está fazendo toda a diferença.

O trabalho do grupo Heróis pela Vida ocorria no Seara do Bem, visitando crianças enfermas. Agora os voluntários também fazem visitação à enfermaria da UPA, procurando distrair um pouco as crianças acometidas de algum problema de saúde. A ação desses voluntários é de um significado gigante e merece aplausos…

…Assim como merece reconhecimento o trabalho desses outros heróis, que vestem branco, azul e verde. A atuação deles é de um significado sem igual. São eles que tornaram possível a transição no atendimento ambulatorial às crianças, sem traumas ou problemas maiores.

LEMBRANDO QUE…

Antes da mudança, o cenário desenhado por aqueles contrários à providência de gestão, dava impressão que haveria um caos diário instalado no atendimento às crianças. Naturalmente que ao longo do tempo um problema ou outro existirá, até porque isso era corriqueiro no próprio Seara do Bem devido às demandas. Mas a impressão que passou é que, com a divisão do atendimento (ambulatorial na UPA e urgência no Seara), até aquelas aglomerações no hospital infantil poderemos deixar de registrar.

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1 comentário para: “UPA: Razões de uma transição tranquila”

  1. Olha, gostaria de fazer um registro, e nem é sobre a UPA. Trata-se de uma situação chata e constrangedora, até.
    Agora, no finzinho da tarde, a vizinhança acionou a PMSC para que se dirigissem até a casa de um vizinho conhecido como Carlão, que tem um estabelecimento de autoelétrica (a autoelétrica não é na casa dele), pois não apenas nos finais de semana, mas como em dias da semana, tem promovido festas, para que fizessem cessar o barulho. O problema não é isolado, mas recorrente.
    Pois bem. Esteve ali, pouco antes das 19 horas, uma viatura modelo Spin, nº 5706, que acionou a sirene, quando saiu o proprietário da casa e mais dois cidadãos. Os mesmos conversaram com os policiais, que pareciam ser íntimos dos que promoviam a festa, pois ofereceram bebida aos policiais, e um teria a ingerido, segundo a vizinhança. O barulho cessou pelos breves instantes em que a viatura ali esteve. Assim que saiu, pois devia estar na hora de trocar o turno, o barulho recomeçou, e com tom provocativo, com uivos, gritos e o batuque; e sabe-se lá até que horas vão! A rua Gilcionir Zapelini Branco, depois da cruzar a rua Café Filho, em direção ao bairro Várzea, é habitada por famílias formadas, além de pessoas que querem sossego para iniciar a semana de trabalho descansados, de idosos que necessitam de cuidados especiais, por outro vizinho que tem um irmão deficiente mental, de crianças, muitas que nem mesmo 1 ano de idade completaram. Será que é algum estabelecimento de entretenimento e não sabemos? E se for, há alvará de funcionamento? E o estudo de impacto de vizinhança, fizeram? este último acredito que não. Nenhum vizinho teria assinado, isso me relataram. Quem sabe exista Lei que autorize barulho até determinado horário e não sabemos. Até aonde sei, o sossego não tem hora para ser perturbado. Se o barulho for às 14 horas e o vizinho se sentir perturbado, ele terá o direito de fazer com que cesse. Nos perguntamos: quem a Polícia Militar defende? Na rua Gilcionir Zapelini, pelo que vimos, é o cidadão conhecido como Carlão e os eventos de pagode, som alto, gritos e bebedeira que ele promove. “Estamos no caminho certo!”
    Ali a função social da propriedade não está sendo verificada.
    Estou escrevendo isso ao som do pagode tocado lá no Carlão (são 19:31 horas do dia 26/01/20), depois eles vão para o som alto.

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