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Vacina: Amures no ato da Coronavac em SP

PRESIDENTE DO CONSÓRCIO DE SAÚDE DA AMURES PRESENTE NO ATO

Governador João Agripino Dória recebeu integrantes da Fecam e outras lideranças catarinenses para a assinatura do protocolo que pretende garantir o acesso à vacina Coronavac (produzida na parceria do Laboratório Sinovac e Instituto Butatan) para municípios de SC. Lages já enviou procedimento aderindo ao ato formal e acenando o interesse pelo medicamento. A presidente do CIS – Consórcio Intermunicipal de Saúde – vinculado à Amures, a prefeita de Vargem, Milena Lopes, esteve no ato em São Paulo.

INTERESSE PELA VACINA

De acordo com a prefeita reeleita de Vargem – e presidente do Consórcio de Saúde da Amures – essa presença nos atos em São Paulo, a partir de articulação feita pela Fecam, é uma forma de evidenciar o máximo interesse dos municípios aqui da Serra e Meio Oeste pela vacina. Milena Lopes aponta que vivenciamos realidade nova em relação ao medicamento, mas os municípios não se recolherão dos atos necessários para que a vacina, à medida que aprovada pela Anvisa e produzida em larga escala, chegue à população dos municípios.

Prefeita Milena (de vermelho), que preside o Consórcio de Saúde da Amures e outro consórcio, o CinCatarina, com lideranças da Fecam e o governador Dória no Instituto Butantan. Curioso do registro é que quem articulou essa parceria da Fecam com o governo paulista foi Vinícius Lummertz, catarinense que integra a equipe de Dória (ele aparece embaixo da bandeira de SP na foto ao lado de Dória que está com o papel na mão)

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1 comentário para: “Vacina: Amures no ato da Coronavac em SP”

  1. Imagine uma família com 212.418.840 pessoas, residentes em 5570 municípios que compõem 26 estados e um distrito federal; em dado momento, por ações de inimigos invisíveis um mal mortal ataca membros da família; não há vacinas contra o mal; mas há muitos interesses invisíveis também; aí ao invés da convergência em torno de um programa nacional para busca e aplicação massiva da vacina a todos os membros da “Família Brasil”, eis que, alguns chefes de estados e municípios buscam solução por meio de ações setoriais e segmentadas, dando a impressão que o “tal mal” nasce e morre em seus limites geográficos.

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