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Vereador indaga: ‘Quéqué aquilo nos Índios?’

Setores da imprensa guardaram o assunto num cantinho em respeito à postura fiscalizatória pertinente da PRF. Porém, o vereador Maurício Batalha (Cidadania) levou o assunto para o plenário da Câmara, inclusive transformando o tema num pedido de informações ao DNIT (sic!).

DÚVIDAS DO VEREADOR

Indaga se os equipamentos eletrônicos na BR-282 (ali no Morro de Índios e na entrada da localidade de Lambedor) são para fiscalizar velocidade. E se estão em funcionamento. E estando em funcionando qual razão da ausência de placas indicando a fiscalização. E se não estão funcionando quer saber a razão de não estarem cobertos.

NÃO PRECISAVA PEDIDO

Uma simples ligação da assessoria do vereador à PRF esclareceria o assunto. É que tais equipamentos não têm nada a ver com o DNIT. E também não são para fiscalizar velocidade. Claro que quem visualizar aquilo ali e quiser reduzir a velocidade e passar a 80 km/h que é o limite do trecho, não tem contraindicação.

RAZÃO DOS EQUIPAMENTOS

Trata-se de um sistema de leitura de placas de veículos. Quando esses passarem no local com registro de furto ou roubo, bem como busca e apreensão, um alerta dispara no Posto da PRF para a abordagem dos policiais. E não tem placa informando isso porque não faria sentido avisar o ladrão que o sistema estaria lendo a placa do carro que ele roubou.

Esta é a estrutura já instalada nos dois pontos da BR-282 que o Posto da PRF de Índios monitora. E se não tem placa indicando ‘velocidade controlada por radar’ nem carace perguntar a respeito porque sem sinalização indicativa não há notificação

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