Obra de passarela interromperá trânsito

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A primeira das cinco passarelas previstas para o trecho urbano da BR-282 está sendo erguida no distrito de Índios – perímetro urbano de Lages. A estrutura recebeu a base que precisou de 30 dias para que o concreto fosse curado. Agora vem a segunda das três etapas previstas para a montagem da estrutura. No sábado, 16, serão levantados os pilares laterais da passarela. Feito isso, a última etapa será a passarela em si que interligará os dois lados da rodovia.

TRÂNSITO FECHADO

Para evitar um transtorno maior ao usuário, esse trabalho ocorrerá na manhã de sábado e não em um dia de semana. Para cada pilar a ser levantado a estimativa é de que será necessário interromper o trânsito por 30 minutos. Portanto, serão dois tempos de meia hora que terão a passagem bloqueada no local.

Todo trabalho está sendo executado pela empresa Zanco de Xaxim, vencedora da licitação que inclui cinco estruturas dessas

E AS DEMAIS PASSARELAS?

Depois essa estrutura em Índios, serão instaladas as passarelas da Bates e do bairro São Paulo. As duas complementares nos bairros Santa Maria/Gethal e ainda no Passo Fundo/Frei Rogério, dependem de desapropriação de áreas residenciais que está em andamento. Mas essas duas na área mais movimentada de Lages, devem ser as últimas a serem erguidas.

CUSTO ELEVADO DAS PASSARELAS

Colega Olivete Salmória questiona em sua coluna no Correio Lageano o valor elevado previsto para as cinco passarelas previstas para Lages: R$ 5.729.000,00. Uma fortuna! Aponta que cada estrutura custará R$ 1.145.800,00. O trâmite dessas obras é tudo em Floripa e Brasília, mas o valor não é R$ 1,1 milhão por passarela. Para colocar as estruturas em pé serão desapropriados (e pagos) pelo menos três terrenos urbanos, sendo que em pelo menos dois deles tem casa em cima. E essas desapropriações estão no preço total da obra, até onde a gente sabe.

OUTRO ‘CUSTO ABSURDO’

Ainda em sua coluna a jornalista Olivete Salmória considera um custo muito elevado de R$ 300 mil para se implantar um ‘simples trevo’ no acesso ao Salto Caveiras. Se dermos uma olhada no trevo de acesso à Ekomposit – na mesma BR-282, executado e pago pela prefeitura, e que custou bem mais de MEIO MILHÃO DE REAIS, talvez compreendamos que esses ‘simples trevos’ não são baratos.

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