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Um apelo contra a impunidade

MENSAGEM CLAMA POR INFORMAÇÕES SOBRE INVESTIGAÇÃO DA MORTE DE CICLISTA ATROPELADO NA BR-116

“Se a lei não permite divulgar o nome do motorista, a gente respeita. Mas não aceitamos o silêncio da Polícia Civil sobre o episódio. A sociedade precisa saber se, através da placa do Renault Kwid, se chegou ao condutor que matou Adir. Que tipo de providência a Polícia está tomando para o caso? Apelamos por informação até para não dar impressão que alguém está sendo protegido”.

ENTÃO

A manifestação acima é um clamor para que a Polícia Civil, que é a responsável pela investigação do acidente que matou Adir Moisés dos Santos Conrado, 38 anos, informe o que vem fazendo. Tarefa que a gente repassa ao Delegado Regional, Fabiano Schmitt. Ele que inclusive já atuou em Correia Pinto, onde deve estar se desdobrando o inquérito. Não se trata de identificar e expor o causador da tragédia. Mas de dar conhecimento de que o assunto não ficará impune.

Porque o domingo foi assim, de dor e tristeza aos familiares e amigos do Adir Eletricista, morto de forma violenta ao ser atingido pelo Renault Kwid enquanto pedalava pelo acostamento da BR-116 em Correia Pinto, perto da praça de pedágio.

Antes da chuva de granizo da tarde de domingo, ciclistas pedalaram em direção à Catedral pedindo por segurança e justiça

A bicicleta branca e balões na frente da Catedral simbolizam que um inocente, uma vítima, deixou o convívio dos seus familiares e amigos devido à imprudência de um motorista cuja ação criminosa não deveria ficar sem resposta.

O que a Polícia está fazendo sobre o caso?

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Obra do Finisa não anda. Povo não perdoa!

RUA DO BAIRRO DA VÁRZEA EM LAGES JÁ ERA PARA ESTAR PAVIMENTADA. MAS FALHOU O CRONOGRAMA E A CAPACIDADE DE EXIGÊNCIA DA PREFEITURA

Quinta-feira, dia 16 de setembro, era para estar completando 120 dias (4 meses) de uma obra pronta para atender moradores dessa rua no bairro da Várzea. Ao custo de quase R$ 1 milhão pagos pelos recursos do financiamento do Finisa (juros de mais de 10%) e a rua está do jeito que o registro acima aponta. Passado todo o inverno com a via continuando nessa mistura de buraco e lama, os moradores não se conformaram. Inclusive chamaram o vereador Jair Júnior para ser testemunha do caos que estão enfrentando.

NÃO HÁ EXPLICAÇÃO PARA ESSE CAOS

Se existe o quase R$ 1 milhão do Finisa na conta da prefeitura, valor pronto para custear a obra. Se existe uma licitação e a empresa vencedora consta da placa, não há justificativa para a situação de indiferença, abandono e incompetência em relação à obra da via. Inclusive porque, se por acaso o problema for da empresa que não dá conta (e a gente não está afirmando isso), existem os mecanismos legais para cancelar tal licitação e realizar outra, urgente. O que não pode é existir o dinheiro, a necessidade aos moradores e a obra ficar nesse faz de conta.

Vereador Jair Júnior com a comunidade protestando. Na placa os dados da obra, o nome da empresa que deveria ter executado a pavimentação e o cronograma não cumprido. Será que a prefeitura de Lages destinou o R$ 1 milhão do Finisa para outra coisa e a empresa não executa a obra sem previsão de receber? Ou a empresa não tem fôlego e fica nesse faz de conta, causando esse transtorno para a comunidade? A Prefeitura de Lages precisa duas coisas: Responder o que está acontecendo e tomar providências para que isso não mais aconteça!

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Morre quarta vítima de acidente na 282

ERAM SEIS OCUPANTES DA CAMINHONETE GM S10 QUE INVADIU A PISTA CONTRÁRIA NO KM 226 RESULTANDO EM DESDOBRAMENTO TRÁGICO

Foi nessa curva, na frente da empresa Puris na BR-282 (saída para São José do Cerrito) que na noite de domingo passado, 12 de setembro, uma caminhonete Chevrolet S10 com placas de Otacílio Costa acabou invadindo a faixa de trânsito contrário. A colisão resultou na morte da condutora, 31 anos, e de um casal de filhos da mesma. Estavam seis pessoas no interior do veículo no momento do acidente e outras três foram socorridas. Na manhã deste domingo, 19, a quarta vítima, o proprietário do veículo, Daniel Ribeiro, não resistiu aos ferimentos. Uma outra criança que estava na caminhonete segue com quadro clínico que exige cuidados, devido aos ferimentos provocados pelo acidente.

Nem o fato de ser um veículo mais robusto, em tese mais seguro, foi suficiente para que, na colisão, fossem evitadas as complicações e as lesões aos ocupantes que perderam a vida devido ao choque contra um micro-ônibus que retornava a Curitibanos, utilizando a rodovia estadual recentemente asfaltada, logo depois do Cerrito

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Unifacvest: Morre o professor Ceniro

“O professor Ceniro esteve ao meu lado e da minha família desde o dia em que decidimos investir no setor educacional. Possuidor de um grande conhecimento da legislação e da dinâmica do setor público, foi fundamental para a criação do Colégio Univest, na expansão do Supletivo Univest e na criação da Unifacvest. Um grande amigo nos deixa hoje. Eu e a minha família somos imensamente gratos por este tempo de convivência. Que ele descanse na merecida paz”.

A manifestação acima é do Reitor do Centro Universitário Unifacvest, Giovani Broering, diante do falecimento do professor Ceniro Ferreira de Souza. Ele tinha 76 anos e lutava contra um câncer. Um acidente automobilístico havia limitado sua locomoção, mas era um otimista na superação dos problemas e retorno ao convívio dos seus e atuação no ambiente de trabalho.

PROCURADOR UNIFACVEST

Como bem lembrou o professor e Reitor Giovani Broering, desde o início da caminha do projeto daquilo que é o Centro Universitário Unifacvest, professor Ceniro sempre esteve por perto emprestando seus conhecimentos jurídicos, administrativos e experiências da atuação na área pública. Fora servidor estadual por um bom tempo e tinha formação em Ciências Contábeis. Sempre se atualizado, fez Mestrado em Ciências da Computação e estava para concluir o Doutorado em Direito.

ATOS FÚNEBRES

Desde as 18 horas deste domingo, o corpo do professor Ceniro está sendo velado na Capelinha da Igreja São Pedro, no bairro Morro do Posto. Seu sepultamento acontecerá esta segunda-feira, no Distrito de Índios, no cemitério local.

Essa imagem completou seis anos na sexta-feira, 17 de setembro: Professor Ceniro (à direita) ao lado dos gestores da Unifacvest nas explanações de expansão e consolidação do Centro Universitário

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