DADOS ATUALIZADOS SÃO DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COM MAIS DE 417 MIL CIRURGIAS EMERGENCIAIS
A Secretaria de Estado da Saúde atualizou nesta primeira semana de dezembros os números dos procedimentos cirúrgicos em Santa Catarina, desde o início do ano de 2023. Somando-se esses 35 meses da atual gestão estadual, temos 1.201.473 cirurgias realizadas. Dessas, foram 783.449 procedimentos eletivos e outras 417.988 cirurgias emergenciais. Se você está na fila e conferindo a contagem regressiva para chegar até a sua vez de realizar algum tipo de cirurgia, esses dados dão ideia de que a demora não é tão grande.
Leo Munhoz da Secom fez esse registro para ilustrar o conjunto de informações sobre o mutirão de cirurgias
PROCEDIMENTOS AGUARDADOS DESDE 2017
Levando em conta apenas o ano passado, o Governo do Estado investiu em saúde R$ 6,5 bilhões. Isso representa R$ 1,5 bilhão a mais do que o exigido pela Constituição como obrigatório. “Importante lembrar que quando assumimos o governo tínhamos 105.340 pessoas aguardando para fazer um procedimento eletivo e mais 117 mil aguardando uma consulta cirúrgica. Ou seja, pacientes que aguardavam desde 2017 por um procedimento cirúrgico e essa longa espera está acabando”, ressalta o secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi.
FOI EM DEZEMBRO DE 2005 QUE A VINÍCOLA DE SÃO JOAQUIM APRESENTAVA OS PRIMEIROS VINHOS DE ALTITUDE DA SERRA CATARINENSE
Nesta sexta-feira, 05, a vitivinicultura catarinense comemora duas décadas da vinícola referência em vinhos de altitude na Serra Catarinense. Naquele 5 de dezembro de 2005 chegavam ao mercado dois rótulos varietais — um elaborado a partir da uva Chardonnay e outro de Sauvignon Blanc — além de um Rosé produzidos pela Vinícola Villa Francioni. O empreendimento foi referência para o surgimento de outras vinícolas na Serra Catarinense que, juntas, constituem-se o berço dos vinhos de altitude.
O VISIONÁRIO, DILOR FREITAS
Assim a área de comunicação da Villa Francioni se refere à transformação do empreendimento em realidade:
“A trajetória que levou a esse momento começou anos antes, movida pela visão e pela paixão do fundador Dilor Freitas. Desde 2001, ele percorreu diferentes regiões do mundo estudando técnicas, estilos e filosofias de produção com o propósito de criar vinhos que unissem arte, sensibilidade e uma identidade particular. Essa busca por um produto que transcendesse o ato de elaborar vinho permanece como o grande legado deixado por Dilor: cada garrafa da Villa Francioni carrega não apenas o terroir de São Joaquim, mas também uma concepção estética e emocional que norteou o projeto desde sua origem”.
O industrial Dilor Freitas e o legado dos primeiros passos da Serra Catarinense na produção de vinhos de altitude
PALAVRAS DA PRESIDENTE
Dilor Freitas não chegou a testemunhar os passos iniciais do empreendimento que sonhou. Falecera naquele 25 de agosto de 2004. Mas seus filhos seram sequência àquilo que é hoje a Villa Francioni. A filha, Daniela Freitas, preside a Villa Francioni e faz referências a essas duas décadas:
“Este é um momento muito especial para todos nós. A Villa Francioni nasceu do sonho do meu pai de unir o Homem, a Tecnologia e a Arte, e ver esse legado consolidado duas décadas depois é profundamente emocionante. Cada visita, cada garrafa e cada novo capítulo da nossa história honram essa visão e nos motivam a continuar evoluindo, sem perder a sensibilidade e a identidade que nos trouxeram até aqui”.
Atualmente, a carta da Villa Francioni se apresenta 14 vinhos, entre brancos, rosés, tintos, licorosos e espumantes, distribuídos nas linhas Villa Francioni e Joaquim.
A sede da Villa Francioni com 4.500 metros quadrados e inspiração na estética toscana, foi concebido para aproveitar o desnível natural do terreno e utilizar a gravidade em seu processo produtivo. A obra incorporou materiais reciclados, como tijolos de demolição e vitrais antigos, e preservou a topografia e a vegetação originais, reforçando a integração entre paisagem e estrutura.
Esse registro é de 12 de dezembro de 2005 feito pelo fotógrafo Antônio Carlos Mafalda. Trata-se de um lançamento dos primeiros rótulos da Villa Francioni na Casa D’Agronômica na época que Luiz Henrique da Silveira era governador de SC. LHS era um entusiasta apaixonado por vinhos e pelo potencial da Serra Catarinense.
30% DA FROTA DE LAGES TEM MAIS DE 20 ANOS. E QUASE METADE DAS MOTOCICLETAS ESTÁ COM LICENCIAMENTO ATRASADO
Para sermos mais exatos são 134.907 veículos licenciados em Lages até o último dia útil de novembro. Assim, a maior cidade da Serra Catarinense fechará o ano com 135 mil veículos cujos proprietários informaram o endereço de Lages para registro.
TOP FIVE DA SERRA
As cinco cidades com as maiores frotas entre os 18 municípios da Amures, lembrando que a menor frota de veículos está licenciada em Painel com 1.301 ao todo:
Lages – 134.907 veículos
São Joaquim – 20.970 veículos
Otacílio Costa – 15.273 veículos
Correia Pinto. 12.389 veículos
Urubici – 9.513 veículos
IDADE DA FROTA DE LAGES
Há veículos no painel do Detran com registros desde 1960 (há ainda alguns poucos de anos anteriores). Mas entre 1960 e 2005 (onde está a frota isenta de IPVA), temos um percentual de 29,92% da frota de Lages. Significa que dos 135.000 veículos licenciados na cidade, em números redondos, um total de 40.000 não pagarão mais IPVA. Veículos fabricados em 2013 somam 4,88% da frota total. Fabricados neste ano, temos 2,53% da frota lageana.
LICENCIAMENTO EM ATRASO
Há um filtro no portal do Detran/SC que chega a gerar dúvidas. Ali consta que dos 134.907 veículos licenciados em Lages, há um total de 48.324 com a documentação em atraso. O sistema chega a indicar a quantidade por espécie de veículos. Há por exemplo, 15.367 motocicletas licenciadas na cidade e quase a metade (7.310) não está com a documentação em dia!
ACENDIMENTO DAS LUZES NA ÁREA CENTRAL DÁ O TOM DA DECORAÇÃO NATALINA. APRESENTAÇÕES INICIAM DIA 15
A área de comunicação do Paço foi modesta ao apontar 3.500 pessoas nas imediações do local onde foi dado o start da programação de Natal em Lages. Tanto o trecho coberto (por luzes) quanto as imediações do palco montado logo acima ficaram tomados, principalmente por famílias com crianças, para conferir o clima de magia que é aquele conjunto de símbolos que marcam esta época do ano.
Nosso drone não funcionou ontem porque ele não existe, mas Marlon Sá Molin não brinca em serviço e fez esse registro que simboliza a junção de fé e tradição na paróquia lageana
Também é da MSM Imagens Aéreas esse registro do público na frente do palco montado no entroncamento da Nereu com a Frei Rogério com a decoração iluminada nos arcos montados na via
Os arcos montados na via formam esse túnel com 300 micro lâmpadas de LED e abrangem 160 metros de extensão, dando um contraste bem bacana da área central de Lages
DECORAÇÃO ERA PARA ESTAR ACESA HÁ 12 DIAS E TÚNEL PRECISOU SER PARCIAL NA NEREU RAMOS
“Claro que é possível. Neste ano a nossa intenção era ter a iluminação pronta no dia do aniversário de Lages”. Foi o que disse a prefeita Carmen Zanotto ao responder se não seria possível iniciar a programação de Natal mais cedo, até para que o comércio e as pessoas aproveitassem melhor o clima criado a partir do esforço conjunto. A ideia é que no ano que vem, aquilo que foi feito na noite de quarta-feira, 03, ocorra na metade de novembro.
PARCERIA DE TODO LADO
Ainda segundo Carmen Zanotto, o custeio daquilo que envolve a decoração natalina de Lages está sendo viabilizado com muitas parcerias. Uma delas inclusive é do Governo Federal através do Ministério da Cultura e a lei de incentivo. Indagamos se a CDL, cujos associados são beneficiados com o clima na área central, está ajudando na base do ‘estamos juntos’ ou se há um comparecimento nos custos também. “Sim, ajudando em todos os sentidos”, citou a prefeita, confirmando, portanto, que a parceria é ampla.
TÚNEL PARCIAL NA NEREU
Naquela coisa típica do lageano de ver o copo meio vazio e não meio cheio (nós inclusive, às vezes fazemos isso), houve quem apontasse que o túnel iluminado estaria abortado porque a Celesc não autorizou. É uma informação com meia verdade. A parte superior da Nereu se implantou a estrutura e o túnel veio ao mundo depois das obras aceleradas no pré-natal. Mas ‘a parte baixa’ da Nereu em direção ao Terminal Urbano, houve negativa da Celesc. A empresa alertou “sobre a existência de uma rede de alta tensão na parte de baixo da rua, a partir da esquina com a Correia Pinto”. E haveria risco de perfurações no trecho que chegassem até a rede. “Entendemos a gravidade disso e, com o parecer da nossa engenheira, optamos por não fazer o túnel em toda a extensão da Nereu Ramos”, explica a secretária de Turismo, Ana Vieira.
Assim, fez-se o túnel iluminado na parte alta da Nereu, optando-se por outros tipos de ornamentações no trecho que desce de uma das principais vias comerciais de Lages
A prefeita Carmen, que chegou ir para a rua à noite ajudar fixar as luzinhas no túnel iluminado, vestiu-se de dourado para conferir o resultado do esforço dela e da equipe. Pela receptividade do público presente, o esforço foi recompensado!