Polícia

Manfrói: Parte de escola vira cinzas em Lages

Jornalista Vantuir Rech passou parte da madrugada acompanhando o trabalho do Corpo de Bombeiros na tentativa de conter as chamas no Colégio Francisco Manfrói. Por conta da opção mão de vaca do Governo do Estado de deixar os prédios escolares no módulo se quiser entrar, entre com o fim de vigilância humana (apenas monitoramento eletrônico), um dos mais tradicionais colégios públicos de Lages foi parcialmente destruído por incêndio. Faltavam alguns minutos para às 4 horas desta madrugada quando as chamas começaram.

Informando deste as primeiras horas na Clube FM 98,3 o repórter Vantuir Rech cita que os Bombeiros gastaram 8 mil litros de água e duas horas de trabalho para impedir que as chamas destruíssem o colégio inteiro…

Pela manhã a imagem de destruição em decorrência do incêndio no colégio que atende 600 alunos, sendo 300 nas salas queimadas

A parte interna de uma das salas mostra a situação depois do incêndio na imagem compartilhada por Vantuir Rech durante cobertura para a Clube FM do lamentável incêndio

VIGILÂNCIA E MONITORAMENTO

Tem aumentado o vandalismo nas escolas públicas, especialmente as estaduais. E a razão é a ausência de vigilância física. Nesse episódio do incêndio no Colégio Francisco Manfrói, a presença de um guarda poderia facilmente impedir o sinistro. Porém, com a ‘economia’ de vigilância física, o Estado acaba não apenas gastando mais como causando transtornos à comunidade estudantil.

Compartilhe

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *