Polícia

Pedido de cassação revolta Jair Júnior

Na noite de terça-feira o vereador Jair Júnior (PSD) disparou nas redes sociais uma manifestação de revolta por causa do pedido de cassação – através de uma representação – protocolada, segundo ele, pelo secretário Mário Hoeller de Souza, Marião. Em um vídeo, Jair Júnior aponta a razão da providência que está sendo alvo:

“Isso incomoda os coronéis da política que têm me perseguido de todas as formas. Na tarde de hoje recebemos uma representação pedindo a cassação de meu mandato, feita pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Marião. Isso por causa de alguns procedimentos que tomei na CPI da Infelicidade. CPI essa que incriminou o secretário Mário pelo cometimento de crime contra a administração pública”.

JAIR FALA EM COMBATE ÀS ‘FALCATRUAS

POLÍTICAS QUE VOCÊS COMETEM’

No final do vídeo, o vereador do PSD fala em combater e trazer à tona falcatruas políticas de ‘todas as pessoas da administração pública’:

Secretário Mário e todas as pessoas da administração pública: eu não tenho medo de vocês. Vocês não vão me intimidar. Vocês não vão fazer eu recuar. Eu continuarei trazendo a vontade popular e fazendo com que as falcatruas políticas que vocês cometem sejam trazidas à tona. E a população saiba a verdadeira face de vocês. Continuarei fiscalizando até o final do mandato.

Tão logo teve conhecimento da representação que lhe pode custar o mandato, Jair Júnior gravou um vídeo apontando que trará à tona falcatruas política das pessoas da administração pública

RAZÃO DO PEDIDO DE CASSAÇÃO

Tão logo foi incluído no relatório da CPI por peculato culposo (omissão de fiscalização em área sob sua responsabilidade), Marião solicitou um pente fino na interpretação do relatório. Disse que encontrou pelo menos 20 vícios na investigação feita pelos vereadores. Inclusive solicitou à Câmara que o relatório retornasse para ser concluído de forma diferente (isso não tem previsão no ordenamento).

ACUSAÇÕES CONTRA JAIR JÚNIOR

Marião acusa Jair Júnior, entre outros pecados, de má fé. Cita que fora chamado à CPI como testemunha e não como arrolado. Se ocorresse nessa segunda hipótese, poderia ter feito sua defesa, o que não teria sido oportunizado. É diante desses vícios da CPI, com acusações diretas contra Jair Júnior, que foi formalizado o pedido de cassação do mandato do vereador.

No relatório da CPI o secretário Marião foi arrolado por cometimento de peculato culposo que significa não ter impedido que aqueles que estavam sob sua ordem cometessem irregularidades

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