Polícia

20 anos a PM que matou policial lageana

Foi em dezembro de 2017 que a recém formada para atuação na Polícia Civil, Karla Silva de Sá Lopes, então com 28 anos, desapareceu. Ela estava prestes a se apresentar na delegacia de polícia em Otacílio Costa, onde atuaria. Uma investigação chegou até a autoria do assassinato de Karla Lopes. Um policial militar da reserva teria matado e enterrado o corpo da vítima na praia de Taquaras em Balneário Camboriú.

20 ANOS DE PRISÃO

Dois anos e dois meses após o crime, o policial militar da reserva foi a júri popular na Comarca de Itapema. As penas, somadas, totalizam 20 anos de reclusão, inicialmente em regime fechado, por homicídio triplamente qualificado – feminicídio, motivo torpe e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima – e ocultação de cadáver.

PRESÍDIO COMUM

O autor do crime estava preso no 12.º BPM em Balneário Camboriú. Embora ainda possa recorrer da condenação, em iniciando o cumprimento da sentença, ele será transferido para presídio comum. Juiz Marcelo Tambosi coordenou o julgamento que durou 14 horas e foi realizado na Câmara de Vereadores de Itapema.

A lageana Karla Lopes vítima de crime brutal em dezembro de 2017. O autor foi condenado a 20 anos de prisão

AINDA

Ao policial militar da reserva foi negado o direito de recorrer da decisão em liberdade, pelo fato de ter respondido ao processo preso preventivamente e diante da ameaça de atentar contra a própria vida, o que representa risco à aplicação da lei penal. O processo tramitou em segredo de justiça e o nome do condenado não foi informado.

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