Polícia

Pássaro em cativeiro é crime ambiental

É a lei de crimes ambientais que norteará o enquadramento, processamento e possível punição ao empresário apontado como responsável por manter 376 pássaros em 241 gaiolas naquele flagrante feito pela Polícia Ambiental.

CAUTELA

Os policiais se precaveram para cumprir a ocorrência, comunicando ao Ministério Público da área de Meio Ambiente que, diante dos indícios da veracidade na denúncia, fez representação ao Judiciário que deferiu a medida de busca e apreensão.

UMA CASA DE PÁSSAROS

Os próprios policiais ambientais se surpreenderam com tantos animais trancafiados em gaiolas no interior da residência que era utilizada exclusivamente para guardar as aves. Também foram encontradas sete caixas de transporte devidamente isoladas com proteção acústica, que permitia o deslocamento das aves sem que o transportador despertasse suspeita.

A ocorrência mobilizou os policiais ambientais que foram até a residência no bairro Sagrado Coração, onde o empresário mantinha as aves em cativeiro

Nessas caixas com isolamento acústico os pássaros eram transportados. Na ocorrência consta que possivelmente os pássaros eram preparados para rinha.

Maior parte das dependências da casa era assim, com gaiolas tomando conta, para abrigar os 376 pássaros

DE QUEM SE TRATA?

Para atender a nova legislação, a Polícia Ambiental, ao relatar a ocorrência, não divulgou o nome do empresário. Mas nos grupos de rede social a identificação do mesmo tem sido feita, inclusive por ser proprietário de uma empresa situada também no bairro Sagrado Coração.

Os pássaros foram soltos pelos policiais ambientais na natureza, devolvendo a liberdade às aves mantidas em cativeiro

Fotos: Vantuir Rech e divulgação

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