Política

A queda do homem forte de Moisés

A Casa Civil é uma área tão importante do Governo do Estado que é pelas salas anexas ao gabinete do governador no Centro Administrativo que é dado o play a uma série de ações quer seja no campo administrativo ou político da gestão. Douglas Borba exercia esse papel no governo de Moisés, inclusive numa postura de blindar o governador em muitas situações.

PORÉM

O escândalo da compra dos 200 respiradores acabou deixando o próprio titular da Casa Civil sem blindagem. Coube a seu então colega de colegiado, Helton Zeferino (o primeiro a cair com o escândalo) apontar Borba como originário da decisão para a negociata de R$ 33 milhões, montante pago num devereda que não há argumentos para contrapor.

BORBA FORA

Não é oficial a informação – e ela foi antecipada pelo articulista Renato Igor na versão digital do DC – mas Douglas Borba não integra mais o staff de Carlos Moisés. Ouvido por 2 horas como ‘convidado’ da DEIC na manhã de sábado, ele não dará mais expediente na Casa Civil. Sai com os respingos do escândalo.

Zeferino (ao telefone à esquerda) e Douglas Borba dando o norte ao governador, são duas baixas num governo que até então aparentava andar na linha

Se Zeferino é uma perda lamentável mais pela relação de origem (tanto o governador quanto o então secretário da Saúde eram dos quadros do Corpo de Bombeiros), com Douglas Borba o significado da perda é outro: ele era o maestro do governo na coordenação administrativa e também no fortalecimento do PSL com vistas a outros passos

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