Política

Alesc faz arder inferno astral de Moisés

DEPUTADOS DISPARAM CONTRA O GOVERNO

Denúncia do deputado Kennedy Nunes (PSD), que tem sido um dos mais críticos do atual governo catarinense:

“Uma empresa foi contratada por R$ 590 mil para trabalhar 12 meses para matar pombinhos, ratos e mosquitos. De agosto de 2018 para março de 2019 o valor deveria ser R$ 603 mil, mas a realidade é outra: dispensaram a licitação e contrataram a mesma empresa por cerca R$ 2 milhões, e, para piorar, olha só a sacanagem, o contrato de R$ 590 mil era de 12 meses e o novo terá vigência de 180 dias, então serão R$ 4,2 milhões em um ano, um aumento de 596%”.

A denúncia colocada na pauta do parlamento catarinense foi apenas uma das espinhadas direcionadas ao governador Moisés

LINHA EXCLUSIVA 

Na quarta-feira, 13, foi notícia o gesto do governador Carlos Moisés de adotar uma linha exclusiva de aparelho celular para atender e dialogar com deputados estaduais. O gesto, na verdade, é um esforço para melhorar a relação com o parlamento já que um processo de impeachment, se tiver andamento, irá requerer diálogo com os deputados, visto que o destino do mandato do governador estará nas mãos dos mesmos. Porém, a medida não encontrou simpatia na Alesc.

NÃO ME DIGA ALÔ

Deputado Laércio Schuster (PSB) ironizou. “Agradeço profundamente, mas uma linha de telefone para falar com os deputados não resolve o problema. Venha para as cidades, conheça a realidade das famílias, conheça a realidade dos mais de 500 mil trabalhadores do estado que perderam o emprego”. Sargento Lima (PSL) nem quer ir para a agenda no novo celular. “O diálogo já foi buscado incessantemente, me inclua fora desta lista de pessoas que tem este telefone aí”.

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