Política

Mágoas e impeachment contra Moisés

“É um homem arrogante, prepotente, debochado, acabamos descobrindo que não é um homem grande e nem um grande homem. Temos um governador que faz seleção pessoal para receber prefeitos e deputados, que se vangloria de não ter loteados cargos, mas loteou com seus amigos pessoais e se aproveitou da pandemia para assinar decretos autoritários e fazer compras superfaturadas”.

Palavras acima veem da deputada Ana Campagnolo (do mesmo PSL que elegeu Moisés). A parlamentar aparece acima protocolando com o deputado Maurício Eskudlark (do PL que quer Jorginho concorrendo a governador em 2020) o pedido de impeachment (com 40 laudas) ao presidente da Alesc, Júlio Garcia.

MÁGOAS NO PARLAMENTO

Além de Ana Campagnolo, outros parlamentares desfilaram mágoas ao se manifestar sobre o pedido de impeachment de Carlos Moisés. Não reforçou as UTIs (…). Falta o mínimo de gestão”. Justifica Eskudlark, que foi líder de Moisés ano passado e está pedindo a cabeça do governador. “Eu duvido que não sabia de nada, uma compra tão importante, tão significativa, em um momento tão delicado”, avaliou Jessé Lopes, referindo-se ao governador e aos gastos de R$ 33 milhões nos respiradores.

PONTOS E CONTRAPONTOS

‘Herdeira’ da vaga de Merísio na Alesc, deputada Marlene Fengler (PSD) ponderou que apesar dos problemas políticos, jurídicos e policiais, há uma pandemia a se enfrentar. Mas Ada de Luca pelo MDB contrapôs: “Estamos devendo uma resposta rápida, não podemos cochilar, o povo está esperando nossa resposta”. Laercio Schuster do PSB apaziguou. “Um momento triste, não devíamos estar festejando por apresentar um pedido de impeachment do governador, que possamos ter serenidade para acompanhar este processo”.

Foto: Bruno Collaço – Alesc

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