Política

Clima por candidaturas únicas na Serra

DOIS MUNICÍPIOS TÊM ARTICULAÇÃO PARA NÃO HAVER DISPUTA

Cerro Negro foi o primeiro município de onde veio a informação sobre a hipótese de candidatura única na eleição deste ano. Seria a reeleição do atual grupo que administra o município com a possibilidade de apoio dos outros segmentos políticos da cidade. A oposição apostava no nome do ex-prefeito Teba para enfrentamento ao atual prefeito Ademilson Conrado (PP). Entretanto, Teba deixou bem claro: não quer mais saber de política. Se quer integra a Executiva do MDB.

Vice-prefeito Lai Moraes e o titular, Ademilson Conrado, numa hipótese não descartada de buscarem a reeleição sem disputa em Cerro Negro

CERRITO TAMBÉM

ACENA CHAPA ÚNICA

Vem do vereador Alier Mello (PP) a prospecção para chapa única, um bloco de consenso na eleição em São José do Cerrito. Mas nesse município a hipótese é bastante remota porque, ao contrário de Cerro Negro, há diversos setores da política (leia-se lideranças de siglas partidárias diferentes) com articulações para concorrer à sucessão do empresário Arno Marian (PSD) que conclui seu segundo mandato.

NOME NATURAL

O emedebista Moacir Ortiz é o nome natural para disputar a sucessão de Marian. Ele é vice do atual prefeito e tem se posicionado nesse sentido faz algum tempo. Leonardo Heinzen é outro que tenta ser prefeito no Cerrito com histórico de disputa já faz alguns pleitos. Logo, o discurso de chapa única no Cerrito até que existe, mas geralmente aqueles que propõe a não disputa são os que desejam ser agraciados com a composição harmoniosa.

É pouco provável chapa única no Cerrito, embora o clima de pandemia sugira esse consenso

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