Polícia Política

Contraponto ao episódio envolvendo PM

Quando o noticiário não é favorável, melhor estratégia é deixar o tempo passar. Daí vem outra notícia, novo acontecimento e aquilo vai ficando num canto, visto que a velocidade da informação, acelerada ainda mais pelas redes sociais, impõe essa realidade editorial de se consumir os assuntos do dia e os anteriores irem ficando de lado.

ENTÃO

Foi desnecessária a postura do vereador Sargento Sobrinho de ir para a tribuna do legislativo puxar de volta ao noticiário a questão da prisão dos policiais militares, suspeitos de participarem (direta e indiretamente) da execução de um rapaz no mês de julho em Lages.

O QUE DISSE SOBRINHO?

Na manifestação, vereador do DEM deu a entender que o delegado Sérgio Roberto de Souza, que conduziu o inquérito, na investigação da DIC, não deveria ter se referido aos policiais militares como ‘justiceiros’. Sobrinho apontou que:

“Nos deixa triste que, num primeiro momento, a pessoa que estava à frente das investigações usou o termo de justiceiros. Que a Polícia Militar estava fazendo justiça pelas próprias mãos”.

EM NOME DOS POLICIAIS

O vereador aponta que falou na Câmara a pedido dos policiais em geral. “A policiada no geral está incomodada e me chamou para uma reunião e pediu que falasse em seu nome. Não quero colocar nenhuma instituição contra a outra. Muito pelo contrário, mas não é justo colocar todos os policiais militares em uma vala comum”.

POIS ENTÃO

Questão que envolve os três policiais (dois homens e uma mulher) foi fato lamentável, porém isolado. Não existe uma viva alma em Lages colocando a PM na vala comum. Muito menos batendo ou combatendo a instituição que se quer está arranhada pela situação. Há um lamento dos policiais militares por ver colegas de farda presos por uma infelicidade que nenhum deles está livre de vivenciar. Mas não dá para transferir esse entristecimento, chegando-se a culpar outros pelos desdobramentos.

MAS

O vereador Sargento Sobrinho, que honra a farda e a segue usando mesmo na reserva, evidenciando a correta devoção à briosa, deve ter cautela para não criar animosidade batendo em outra instituição (Polícia Civil) ao tentar defender a PM. Não carece uma operação de ‘salvamento’ da Polícia Militar, cujo comando agiu de forma transparente e correta no episódio.

COMO DISSEMOS

Além de lamentar ver três seres humanos dos quadros da PM fora do combate, reverencie-se o trabalho investigativo da Polícia Civil e deixemos o assunto num canto para que as estruturas a quem compete a instrução dos procedimentos o façam. Mexer na questão machuca um contingente que segue nas ruas fazendo aquilo que lhe é missão: proteger as pessoas de bem.

Manifestação do vereador Sargento Sobrinho foi desnecessária, visto que a essas alturas a PM não carece de defesa, visto que a instituição e ampla maioria de seus integrantes segue sendo merecedores de ampla e irrestrita confiança e crença da sociedade.

 

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