Política

CPI: Polêmica do vazamento do relatório

Guapos do The Intercept estariam agindo em Lages?

O rescaldo da polêmica da CPI da Saúde gera uma nova discussão: o vazamento antecipado do teor do relatório elaborado pelos integrantes da comissão. As 56 páginas teriam chegado até aqueles que constariam do relatório como cometedores de irregularidades. E por causa disso, alguns – nove ao todo – teriam buscado medida judicial para evitar a leitura do relatado.

E AGORA?

Vereadores como Jair Júnior (PSD) cobra da própria Mesa Diretora da Câmara providências em relação ao episódio, visto se constituir conteúdo interno que não poderia e nem deveria ter sido vazado. Claro que, em se confirmando o derrame antecipado das informações, é algo que interessa apenas às internas do legislativo, visto que não causou atrapalho ou prejuízo ao trabalho executado.

DAÍ…

O debate foca a questão sobre quem teria sido o vazador do relatório. Em se chegando à autoria é possível até a abertura de um procedimento legislativo por quebra de decoro. Geralmente não dá em nada, mas deixa o assunto sangrando por algum tempo.

Vereador Jair cobra com veemência para que se chegue até a identificação do traíra (ou da traíra) que vazou o relatório da CPI antes da leitura

EM TEMPO

Em consulta ao sistema de distribuição do Tribunal de Justiça não consta nenhum procedimento (pelo menos que a gente tenha conseguido acessar) de Mandado de Segurança para impedir a leitura da CPI. Falando na Clube FM, Jair Júnior confirmou nove mandados de segurança que a Câmara foi notificada, na tentativa de impedir a leitura do conteúdo levantado na CPI.

 

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