Política

Festa: ‘Não há risco. Ele não será prefeito’

A partir dos fios descascados que colocaram em choque o vereador Jair Júnior e o empresário Lauri da GDO, durante a malhação pública da Festa do Pinhão, participamos de um bate papo na noite da quarta-feira, enquanto assistia Grêmio x Juventude. O interlocutor comentava que o acirramento de ânimos não contribui para o debate porque não se apresentou teor propositivo.

FOI DAÍ QUE…

Indagamos se o atual modelo de Festa do Pinhão não corria risco caso o vereador em questão se tornasse prefeito. A resposta foi de uma segurança surpreendente:

– Não! Podem ficar tranquilos. A Festa do Pinhão não corre qualquer risco. Ele (Jair Júnior) não será prefeito. O eleitor lageano será mais conservador no seu voto. Até porque quando os votantes daqui fogem da curva e resolvem ousar, elegem prefeito que depois acaba até na cadeia, envergonhando a cidade. E vai vir gente interessante para ser votada na eleição ano que vem. Aguarde!

POIS ENTÃO…

De se aguardar. E, se realmente Jair Júnior foca ser prefeito, as palavras acima podem até servir de incentivo para ele acelerar no foco. Mesmo porque a gente não sabe o que o vereador foca e quem virá para a disputa em 2020.

Insinuações de Jair Júnior mais em tom provocativo que propositivo tiraram o diretor da GDO (Lauri à esquerda) do sério.

TANQUE QUE…

Foi preciso a turma do deixa disso interferir para evitar que sobrassem, talvez, uns petelecos para o vereador. Mau caráter foi um dos ‘elogios’ vazados pelo próprio vereador nas citações feitas ao próprio Jair no final da prosa.

BASTIDORES 

Jair Júnior insinuou que a licitação que está em vigor (feita nos tempos da administração de Elizeu Mattos) foi irregular, originando uma operação do MP. O vereador (nesse caso de forma maldosa, admitamos) citou que a futura licitação (que nem tem edital pronto) já teria a empresa vencedora e que essa estaria ali na mesa (referindo-se à GDO e/ou Gaby).

MALDADE

Tal posicionamento foi maldoso porque a licitação é aberta a todos. Pode até o vereador criar uma empresa e concorrer no certame, podendo ser vencedor se atender os requisitos e apresentar a oferta mais vantajosa ao município. Acirrar o ânimo com esse tipo de provocação não é fazer contribuições para o edital. Daí que a dita audiência não atendeu propósitos de ajudar construir um novo modelo de evento. Penso!

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