Política

João Rodrigues: Verdade, Coragem e no jogo

Não é nosso papel questionar ou combater decisão judicial. Independente do grau, o caminho é o recurso à instância superior daquele abrangido por uma sentença. Mas não podemos nos recolher de repercutir aquilo que envolve política e judiciário, segmentos autônomos, mas muito próximos frequentando o noticiário nos tempos de agora.

EXEMPLO DISSO…

Caso da condenação em regime semiaberto do deputado João Rodrigues que, por razões estranhas acabou ficando 120 dias em regime fechado, sem o direito legal de ficar fora do sistema carcerário entre 7 e 20 horas. Recuperada tal condição e o retorno ao mandato, João Rodrigues, naquele seu estilo trator não tem se recolhido. Prega que seu retorno ao mandato permitirá continuar ajudando os catarinenses, missão que sempre desempenhou.

COLETIVA EM BRASÍLIA

Ainda na segunda-feira, seu primeiro dia em regime semiaberto, chamou a imprensa e reiterou aquilo que vem dizendo: não cometeu crime em Pinhalzinho, quando vice-prefeito, para justificar sua prisão. Mas apesar de amargar 120 dias angustiantes, levanta a cabeça e dá impressão que está vivendo um dia por vez. Encarando o João Verdade, nos tempos que fazia participação no SBT de Chapecó, durante a coletiva disse que não concorrerá à reeleição.

PORÉM

Correm dois recursos em tribunais diferentes que podem, a qualquer momento rever essa condenação a João Rodrigues. E se isso se encaminhar antes de 05 de agosto, prazo limite de registros de candidatura, não por opção, mas por pressão, João poderá ter que vir para o trecho e busca a reeleição.

E MAIS

Se conseguir o livramento e concorrer, tem chances enormes de se reeleger. Até porque, a maior parte daqueles 221 mil eleitores que confiaram nele o voto em 2014, seguem acreditando no João Verdade dos tempos no SBT de Chapecó, o João Coragem de agora.

Na coletiva no DF, João Rodrigues voltou a apresentar documentos onde procura apontar que não cometeu ato que deveria levá-lo à prisão. Assessoria do parlamentar compartilhou o teor dos documentos que o levaram recorrer de decisão, medida essa que pode mantê-lo vivo no jogo eleitoral de 2018. Embora tenha declarado que não nutre propósito de concorrer à reeleição.

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