Política

Bloqueados R$ 32.517.000,00 de Zeferino

ESCÂNDALO DOS RESPIRADORES SANGRA!

Deputado Bruno Souza (Novo) é o autor da ação que recebeu da Juíza Ana Luisa Schmidt Ramos da 1.ª Vara da Fazenda de Florianópolis a decisão em caráter liminar do bloqueio dos bens até o valor de R$ 32,5 milhões. É que o montante usado para pagar os respiradores que não chegaram é de R$ 33 milhões. Porém, um total de R$ 483.000,00 foi encontrado nas contas da empresa Veigamed.

ASSIM

Os valores bloqueados incluem bens e valores do Coronel Helton Zeferino que teria ordenado a transação suspeita e que está motivando toda essa celeuma em âmbito de Governo do Estado. Depois que Zeferino atribuiu ao secretário Douglas Borba a responsabilidade da transação, houve pedido na Alesc para que o titular da Casa Civil seja afastado do cargo. Por enquanto ele se sustenta na função. Governador Carlos Moisés tem aparecido bastante abatido nas lives que faz sobre o Covid-19.

Governador Carlos Moisés entre Douglas Borba e Helton Zeferino. O trio mais falado no noticiário sobre o pagamento estranhamente devereda de R$ 33 milhões por 200 respiradores que não foram entregues ao Estado…ainda!

TRECHO PUBLICADO NO

DC SOBRE O ASSUNTO

O despacho da Juíza Ana Luisa Schmidt Ramos aponta:

“O que se sabe até o momento é que, a despeito da ilegalidade no procedimento licitatório, ele, na condição de Secretário de Estado da Saúde, assinou a Dispensa de Licitação n. 754/2020, permitindo com isso que se contratasse a empresa Veigamed”.

‘FOI ELE E NÃO EU’

Em depoimento ao Gaeco, Helton Zeferino afirmou que o secretário de Estado da Casa Civil, Douglas Borba, teria indicado a Veigamed e pressionado por contrato. Douglas nega qualquer interferência no processo de aquisição dos equipamentos.

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1 comentário para: “Bloqueados R$ 32.517.000,00 de Zeferino”

  1. É sempre muito difícil você analisar o caráter das pessoas, ainda mais quando não as conhece pessoalmente. Mas no caso do ex-secretário, o caráter, hombridade e honestidade acabam vindo à discussão. Como Coronel do Corpo de Bombeiros de SC, deve receber pompudos subsídios, além dos recursos que recebe em razão do exercício da medicina. Então, porquê se submeteria a pressão para contratar esse ou aquele indicado sabendo da precariedade do ato? Como agente público, mais do que ninguém, ele tem conhecimento de que seus atos podem impactar na sua vida privada, recaindo inclusive sobre os bens que até então seu trabalho (honesto) permitiu conquistar. Não teria sido honesto consigo próprio e com o povo catarinense ter entregado o cargo já na primeira investida para a prática do ato questionado em nome da preservação de seu nome, reputação, patrimônio e, sobretudo, sua família? Não à toa o Brasil está atolado nessa crise política e econômica infindável. A política brasileira e seus atores está infestada de corruptos, sem exceção. E agora eles vêm de todas as classes profissionais. Cada dia que passa fico mais convicto de que não há político honesto no Brasil! NÃO HÁ!

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