Política

Lages 2020: Lucas e a questão de padrinho

PSL SOFRERÁ RESPINGOS NA ELEIÇÃO?

Os atrapalhos de agora, não corrigidos devereda, podem repercutir nas urnas de outubro, novembro ou dezembro? A resposta é positiva exceto se houver superação no episódio dos respiradores e o governador Moisés tirar de letra a questão da pandemia. Situações incógnitas.

OUTRA PONDERAÇÃO

Internauta escreve: “Essa chamuscada das lideranças do novo partido dele vai fazê-lo aceitar a ideia de ser vice da Carmen?”. Indagação se refere a Lucas Neves.

Manifestação acima é indicativo de que existe torcida pela dupla da foto formarem chapa única. Mas é cedo para aventar isso, até porque a deputada Carmen Zanotto, embora não abra mão de ser candidata a prefeita, tem dito que o momento não é de falar em política eleitoral, por causa da prioridade em relação à pandemia.

QUESTÃO DE PADRINHO

Há na hermenêutica da política paroquiana um ou outro tentando colar o pré-candidato a prefeito, Lucas Neves, na vala comum dos queimados nesse episódio que chamusca o Governo do Estado. Porém, na curta (até agora) vida política de Lucas Neves ele nunca contou com ajuda de padrinho. Pelo contrário, houve tentativa de atrapalhá-lo como no caso do PP em 2018, cujas lideranças locais trabalharam para outros candidatos e não para ele.

ALIÁS

Situação que talvez tenha o ajudado visto que, o desgaste progressista local potencializou a ajuda ao então candidato, fazendo-o emplacar quase 20 mil votos somente em Lages. Ou seja, Lucas não dependeu de padrinho para os êxitos até aqui. Se alguém quer atingi-lo tentando colá-lo em padrinhos, pode estar ajudando-o.

Embora tenha pego carona no PSL, é fato que o histórico indica que Lucas Neves não tem dependido de padrinho para tocar sua carreira política. Seria diferente para prefeito?

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1 comentário para: “Lages 2020: Lucas e a questão de padrinho”

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