Política

Mesquinharia política em tempos de crise

Lamentável e desnecessário o conteúdo que está se disparando contra o governador Carlos Moisés nesse momento em que o Estado busca adotar medidas para prevenir e tratar a questão da pandemia. Oriundas da oposição e dos próprios antigos aliados do PSL, há inclusive informações compartilhadas que não condizem com a realidade. Observe:

HOSPITAIS – Não é verdade que os hospitais de Itajaí, Lages e Chapecó estavam prontos desde 2018. Se estavam, o governo anterior deveria tê-los colocado em funcionamento. Tanto não estavam, como o Tereza Ramos de Lages tem previsão de funcionamento no dia 14 de agosto de 2020.

NO SUL – Publica-se nos ataques que Santa Catarina tem o maior número de infectados no Sul do Brasil. Nos dados desta quinta-feira, 02, são 247 casos e dois óbitos. O Rio Grande do Sul tem 305 casos e 5 óbitos.

EXAMES – A demora dos exames é, de fato, uma situação preocupante. Podemos estar convivendo com a realidade de mais casos que os divulgados. O próprio Ministro Mandetta declarou isso. Porém, essa demora, embora angustiante, não se limita apenas a SC e ocorre por causa da grande demanda de exames apresentados no Lacen.

DETENTOS – Os mais de 1.000 detentos soltos no sistema prisional não dizem respeito diretamente ao Governo do Estado. Há uma orientação do CNJ para que magistrados, considerando a pandemia, libere da prisão temporária aqueles que podem responder em liberdade pelos delitos que os levaram à cadeia.

POPULISMO – É atacado por se comunicar através de redes sociais. Porém, a comunicação oficial, vinda do líder que comanda o Estado é essencial para diminuir a angústia dos comandados. Inclusive, ao contrário de outros líderes, sua postura nas comunicações têm sido cautelosas e ponderadas.

SALÁRIO – É atacado por receber aposentadoria e salário. Mas os mais de 70% que o elegeram em SC sabiam disso desde o princípio. E não é reduzindo o salário dele que vai resolver as finanças do Estado. A menos que todos os deputados e outros gestores públicos fizessem a mesma coisa, inclusive aqueles que o atacam.

EM TEMPO

Não se trata de uma defesa, porque se quer votamos em Carlos Moisés. Mas a essas alturas de pandemia, o que a sociedade menos precisa é desse interesse de desestabilizar os gestores que têm a difícil tarefa de administrar ações.

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5 comentários para: “Mesquinharia política em tempos de crise”

  1. Perfeito os esclarecimentos, num momento em que estamos necessitando é de soluções e não criar ou aumentar problemas, temos que dar apoio aos governantes e seguir as orientações, pois ninguém absolutamente ninguém estava ou está preparado para a situação, continuemos firmes nesta luta e certamente venceremos esta batalha.

  2. Não aprovo notícias falsas; agora que o Gov de SC está a desejar, não tenho dúvida; veja,
    164 mortes em SP, 240 mortes no Brasil, 68,3% das mortes em SP, destas mortes em SP, 79 foram no hospital da Preventsenior, confinaram idosos nos hospitais da rede, sem a devida precaução; 48% das mortes em SP foi nos Hospitais da Preventsenior. Isso são dados; aqui estamos esperando o inverno chegar para liberar? se liberar agora, o pico se dará no inverno. Veja o vídeo da WEG, poderemos trabalhar com as devidas precauções que a situação requer. O vírus é inevitável, a pandemia só acaba, “Quando um determinado número de pessoas já superou a doença e está imune a ela, o contágio fica mais difícil, e a enfermidade míngua”. Lages, 01 (um) infectado e curado, está é a realidade; “qualquer” vida é importante, agora condenar milhares ao desemprego, a fome e a morte também deve ser analisado.

  3. Bom dia Edson,

    Eu não votei no atual governador, mas hoje, com certeza votaria.

    Com disse Leonel Brizola: de que adianta ter uma economia forte, dinheiro de sobra se a população está morrendo?

    Exemplo: diretor da Cromo ( importante indústria de Joinville) homem muito rico, morreu vítima da covid19.

    Sobre o nosso hospital, realmente a gestão anterior deveria ter concluído a obra e não o fez.

    Penso q o atual governador, nesse ponto, deveria ter aproveitado a estrutura e colocado para funcionar, entretanto, é cediço q não há respiradores no mercado, tanto q o Brasil comprou de uma fábrica da Argentina e essa fábrica, agora, disse q não irá entregar.

    De qualquer forma, agora cabe ao governo Federal fazer transferência de renda, inclusive, isentando as empresas do recolhimento de impostos pelos próximos 3 meses.

    Por fim, apenas para refletir:

    Essa gripe vai matar poucas pessoas, tudo bem, desde q não seja um dos meus!

    Abraço

  4. Quem tem o seu R$ garantido, quer mais é que a quarentena dure até o fim do ano, ou estou enganado?
    Mas e quem tem empresa, contas pra pagar, quem trabalha pra uma empresa, ou quem trabalha por resultado, que é quem faz a roda da economia girar?
    Políticos em geral, mas especialmente vereadores próximos a nós, secretários, comissionados da prefeitura, o que pretendem fazer? Ver toda a cidade perdendo, empresas fechando, desemprego aumentando, preços subindo e dar as costas a quem os colocou aí, sem nenhuma demonstração de empatia com a comunidade?
    A saúde de todos vem em primeiro lugar, por isso estamos fazendo estes sacrifícios, que nos custarão percas imensuráveis, e vocês tem certeza que não farão e nem perderão nada também?
    Não esqueçam que são todos nossos empregados, e poderemos demiti-los em breve, pesquisei as redes sociais da maioria dos vereadores e não vi até agora, nem mesmo os que se dizem ser da “nova política” fazerem algum movimento neste sentido, como corte de salários ou redução de mordomias próprias e de assessores, vão esperar até quando senhores?
    Nao aceito a resposta de que já foi enviado as sobras do legislativo pro executivo, isso só mostra que sempre ganharam mais do que o necessário pra fazer o mesmo de sempre.

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