Política

Moisés agrava distanciamento com Alesc

Carlos Moisés está dando uma versão política à linha que defende do distanciamento social durante a pandemia. O governador está imprimindo o distanciamento político e, com isso, construindo um muro de isolamento bastante perigoso nesses tempos em que se discute a ideia de impeachment. O afastamento do momento é daquele grupo que já vinha se acentuando certas rusgas devido a posicionamentos divergentes. Com o dedo do governador Moisés, o presidente do PSL, deputado Schiochet, orientou a suspensão de quatro deputados estaduais da sigla.

ENTENDA A SITUAÇÃO

Os quadro parlamentares deixaram de ler a mesma cartilha, embora igualmente eleitos pelo PSL, a partir do surgimento da sigla onde embarcará Bolsonaro. Mas para quem tem um impeachment que dependerá da boa (ou má) vontade do parlamento, não é hora de ampliar a ferida e apostar nesse distanciamento com os quatro deputados do PSL: Sargento Lima, Ana Campagnolo, Jessé Lopes e Felipe Estevão. O que significa a suspensão aos deputados? Nada. Mas a postura do quarteto em relação a Moisés, com tal medida, só deixa as coisas mais azedas.

Moisés e o presidente Schiochet, nesse registro com o coordenador regional na Serra, Armando Göcks. A decisão de suspender os parlamentares do PSL apenas acirra um distanciamento em tempos de pré-impeachment.

QUEM ESTÁ CONTRA MOISÉS

NA ALESC POR ENQUANTO…

Em prosperando o processo que pede impeachment de Carlos Moisés, já está clara a posição dos quatro deputados do PSL (apenas Alba e Mocelin estão com Moisés), ainda aqueles do PL (são quatro) liderados pelo ex-líder do governo, Maurício Eskurdlark (que pediu o impeachment), MDB (que são nove e decidiu que não quer estar no governo). É cedo para fazer as contas, mas a base de Moisés na Alesc está bastante movediça e instável.

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