Política

O que disse Colombo na CPI da Ponte?

Embora o assunto interesse mais ao nível do mar, foi destaque da terça-feira, 29, a presença do ex-governador Colombo na CPI da Ponte Hercílio Luz. Ele relatou seus atos em relação à obra entre janeiro de 2011 e janeiro de 2018. Defendeu a rescisão do contrato com o consórcio Florianópolis Monumento e disse ter ajudado a resolver um problema antigo.

AINDA NA CPI

Além da falta de dinheiro, outro fator, segundo Colombo, foi a incapacidade técnica do consórcio. “O certo era nem mesmo ter contratado o consórcio. Infelizmente a única solução era romper o contrato, o que foi um ato de coragem, decisivo para que as obras todas se concluíssem”.

Dois pontos foram destacados pelo relator da CPI, deputado Bruno Souza: o aditivo ao contrato assinado em 2012 – quando as obras já estavam em ritmo lento – e o tempo que o governo do Estado levou para rescindir o contrato.

O QUE DISSE COLOMBO

Sobre o aditivo, o ex-governador alegou que foram decisões técnicas tomadas pelo Deinfra. A respeito do tempo que levou para romper o contrato, Colombo argumentou que foi o intervalo necessário para que o Estado se protegesse do risco de uma ação judicial. “Precisamos formar convicção para rescindir com absoluta responsabilidade, para não ficar com um passivo como o da SC-401, que hoje está em R$ 3 bilhões”.

TUDO DOCUMENTADO

Colombo já tinha dito estar tranquilo quanto ao que enfrentaria e que a obra tinha sido fiscalizada e documentada. “Toda peça que foi trocada tem uma foto, a peça nova tem outra foto, está totalmente documentada”.

Sobre sua participação na CPI, o ex-governador se mostrou satisfeito e disse estar “agradecido pela oportunidade”. E apontou: “Pude trazer uma série de informações, o dia a dia de uma obra tão complexa, e partilhar com eles o sentimento de dever cumprido”.

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