Política

Operação O²: Moisés fala do processo no STJ

GOVERNADOR PREGA “A VERDADE O QUANTO ANTES”

Depois da decisão judicial de encaminhar os procedimentos relacionados à compra de respirados pelos R$ 33 milhões – pagos adiantados – ao STJ (por questão de prerrogativa de foro privilegiado), governador Carlos Moisés chamou a imprensa para uma prosa na Casa D’Agronômica. Ele afirmou que não teve nenhuma participação nos trâmites da compra e que vai pedir agilidade nas investigações:

“O governador e o cidadão Carlos Moisés da Silva têm interesse que a verdade venha à tona o quanto antes possível. Eu tenho uma história ilibada como homem público, a justiça e o cidadão catarinense sabem quem eu sou. Estou absolutamente tranquilo de que a própria justiça com a envergadura que tem trará a verdade sobre os fatos, e eu me empenharei pessoalmente para que isso ocorra de maneira célere”.

DISSE MAIS

“Nós sabíamos que seria necessário comprar os equipamentos, mas não é atribuição de um governador indicar como e de quem. No primeiro indício de irregularidade, foi o próprio governador quem determinou sindicâncias e a ação policial para apurar as responsabilidades”.

GESTÃO DA COVID-19

Ele também ressaltou a indignação por seu nome ter sido usado indevidamente no processo de compra. Por fim, o governador destacou que Santa Catarina tem comprovadamente a melhor gestão de combate à Covid-19 no Brasil, e reforçou que o Governo seguirá firme no enfrentamento da pandemia e no objetivo de fazer entregas aos catarinenses em todas as regiões.

CIUMEIRA

Na coletiva o governador Carlos Moisés chegou a dar entender que existe ciumeira do fato de liderar um governo que entrega resultados. “Contra fatos não há argumentos, temos entregado obras para os catarinenses”. Ele insiste que too o dinheiro aportado na operação será recuperado.

CONTA DA OPERAÇÃO

Dos R$ 33 milhões pagos antecipadamente foram ‘recuperados’ cerca de 40% de tal montante e há 50 dos 200 respiradores comprados entregues ao Estado. Mas há uma análise de que tais equipamentos não servem para aplicar em pacientes com a Covid-19.

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