Política

Política lageana depois do tsunami de 2018

Sabe a frase O futuro a Deus pertence?

A eleição deste ano indicou que pode até pertencer a Deus, mas quem ditou o futuro foi o eleitor na urna. É prematuro apontar desdobramentos, mas haveria uma legião de líderes ora se recolhendo, ora sendo recolhidos pelo resultado das urnas. Um verdadeiro recall. Com isso, é inconteste haver um horizonte se abrindo para novos líderes em âmbito de Lages. Confira e tire suas próprias conclusões:

DAQUELES INDEFINÍVEIS

Raimundo Colombo – Prefeito três vezes, Senador e duas vezes Governador, o que fará Colombo que, no âmbito da política ainda é um piá com meros 63 anos?

Ivan Ranzolin – Amizade com Colombo o manteve em espaços como Defensoria e Ciasc. Mas esse novos tempos da política indicariam chances de êxito numa eleição?

Elizeu Mattos – Dependerá do resultado do recurso no TJ/SC sobre a sentença que o condenou a mais de 20 anos de prisão. Se reverter fica fortalecido. Do contrário deixa a vida política.

Apareceram teorias e versões sobre o resultado da eleição para Colombo. Mas o que se tem de concreto é um líder de 63 anos cujo futuro político talvez nem ele saiba, ainda…

 

DAQUELES FORTALECIDOS

Marcius Machado – O mandato o consagrada como o mais fortalecido do processo eleitoral. Disse que não vem para a disputa em 2020. Mas além de deputado, ainda vai ser prefeito de Lages.

Carmen Zanotto – Sobreviveu bem à onda ao ver seu concorrente direto pela vaga à reeleição (Tebaldi) ser massacrado pelo tsunami. É nome forte para 2020. Mas e o mandato de Federal? E os 30% de lageanos a menos que votaram nela?

Lucas Neves – Um iluminado. Concorrendo sem apoio da maior parte do PP paroquiano, cacifou-se com excelente votação. É da nova geração da política, mas possivelmente em outro partido.

Jair Júnior – Tem gente o colocando como candidato a prefeito em 2020. Meio precipitado, mas a essas alturas, nesse tonteamento do processo político, nenhum nome está fora do contexto. Não deve ficar no PSD.

Samuel Ramos – É a versão nova do político dentro do PSD. Numa gestão de poucos novos, talvez seja o nome a ser potencializado pelo grupo que administra o Paço. O fato de ser vidraça talvez o atrapalhe um pouco.

Moisés Savian – É visto com bons olhos. O professor e suplente de vereador do PT é nome bem falado, principalmente por aqueles que apostam em pessoas e não em partidos.

Thiago de Oliveira – MDB lageano não grudou nele a Estadual, mas não fez fiasco. Na necessidade dos pelegos se renovarem na paróquia, pensem, o que temos além de Thiago?

Airton Amaral – Candidato a Federal do PSL aqui de Lages carimbou quase 5 mil votos na cidade e mais de 16 mil na eleição. É o nome que Lucas Esmeraldino consulta sobre questões locais. Deve ocupar espaço estratégico no Governo do Estado fazendo a ponte entre a cidade e o Comandante.

Fernando Coruja – Não foi castigando pelo tsunami das urnas porque não concorreu. Parecia prever a onda que devastou algumas carreiras. Deixará o mandato com cacife eleitoral.

 

DAQUELES ENFRAQUECIDOS

Bruno Hartmann – Baixa quantidade de votos a Estadual evidenciou que o apelo pela causa animal mobiliza para vereador, mas não vai muito além. Mostrou também que o PSDB em Lages sozinho é só o PSDB de Lages.

Gabriel Ribeiro – A derrota nas urnas, a declaração anti-Merísio na véspera do 2.º turno, uma troca de partido ou insistência no PSD? A incógnita reina nos passos do deputado.

PP do Paço – Sob a liderança de Juliano Polese, se tem voto, não se sabe. Dreveck, João Amin e outros ‘ajudados’ não fizeram quase nada. Já Lucas Neves, sem ajuda do PPP, deu show!

Coruja, como prevendo o tsunami, não concorreu. Gabriel que tentou a reeleição tem futuro partidário incógnito

 

OUTROS NOMES ‘NO MERCADO’

Toni Duarte – Ex-prefeito é o Plano B do PPS num projeto, eventualmente, sem Carmen Zanotto.

Roberto Amaral – Foram quase 30 mil votos em 2016. Quer participar da peleia eleitoral de 2020.

Valmir Tortelli – Homem forte da gigante ND já houve gente o escalando para um projeto político.

Juliano Chiodelli – Técnico da SDS e vice da Acil, cujo pai, Alberi, integra Executiva do PSL.

O registro é de evento com Merísio, mas Chiodelli não tem nada a ver com o PSD. Porém, há quem veja que ele poderia ter a ver com outras siglas que estão ‘meio solteiras’ na paróquia. Daí…

 

OBSERVEM QUE…

No cenário de nomes, a maioria que aparece já representa uma nova safra da política, cacifados a partir de anos recentes. Ou seja, há uma renovação, decretando o fim da política do pinus onde ‘ninguém crescia por perto’.

 

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