Política

Marcius: Posição no impeachment de Moisés

PARLAMENTAR DEFENDE QUE O ELEITOR DECIDA

“O referendo revogatório é uma previsão adotada em muitas democracias para dar ao eleitor o poder de decidir sobre tirar ou não alguém do mandato. Não se trata de não ter posição. Minha posição é essa. Entendo dessa forma desde a época que era vereador e já tinha esse posicionamento”.

A manifestação acima do deputado Marcius Machado explica o que ele pensa sobre o processo de impeachment contra o governador Moisés. Não se trata de não ter posicionamento, mas de retirar do parlamento a decisão e dar o eleitor que colocou o governador no cargo esse poder.

QUESTÕES INTERNAS

NO PARTIDO LIBERAL

Mais votado e mais antigo do PL, Marcius Machado abriu mão da Mesa Diretora da Alesc ao colega de partido Nilso Berlanda. Nos assuntos cruciais na pauta do parlamento há entendimento de um rodízio entre os parlamentares da sigla. Tanto que agora na comissão de impeachment seria a vez do deputado Ivan Naatz (que chegou recentemente ao PL). Fora Naatz, coube a Marcius integrar a comissão do impeachment.

PONDERA MARCIUS QUE…

“Não se trata de ser contra ou favorável ao governo, mas de integrar a comissão. Mas a comissão foi formada e colocaram o Maurício (Skudlark) sendo que ele já havia participado da CPI da Ponte. Por uma questão de respeito, o PL não pode fazer isso. O partido não tem apenas um deputado”.

Marcius observa que integrar a Comissão do Impeachment não significa ser contra ou favorável, mas participar dos trabalhos até levar o assunto, se houver entendimento nesse sentido, a plenário. É essa ‘puxada de tapete’ que colocou Maurício Skudlark na comissão que é reclamada por Marcius. Skudlark que, inclusive, já foi líder de Moisés na Alesc.

Compartilhe

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *