Política

Se depender de SC, eleição só em 2022

UNIFICAÇÃO DEFENDIDA EM REUNIÃO VIRTUAL DA FECAM

Eleitor iria às urnas em outubro de 2022 para escolher Presidente da República, Governador, Senador, Federal, Estadual, Prefeito e Vereador. A defesa dessa tese foi reafirmada em videoconferência realizada pela Fecam e contou com a participação de 140 gestores e líderes do político.

VONTADE DA POPULAÇÃO

A troca de ideias no final do dia de sexta-feira, 29, focou explicitar a situação de insegurança gerada pela insistência em realizar o pleito ainda em 2020. Prefeitos citam que a unificação é a vontade da população e que agora, em meio à crise gerada pelo novo coronavírus, a medida se torna ainda mais urgente.

ENTRE OUTRAS RAZÕES…

Para os gestores, neste momento é impossível realizar um processo eleitoral democrático, especialmente em relação ao cumprimento dos prazos jurídicos estabelecidos pela Justiça Eleitoral.

SIGNIFICADO DESSE POSICIONAMENTO

Da discussão que participaram líderes políticos como Dário Berger e Jorginho Mello (senadores) e parlamentares federais como Darci de Matos, Geovânia de Sá, Carmen Zanotto e Celso Maldaner, além da vice-governadora Daniela Rainehr, o líder do Fórum Parlamentar Catarinense, deputado Daniel Freitas leva para o Congresso esse posicionamento dos prefeitos de SC.

Prefeitos, vice-governadora, parlamentares federais (Senado e Câmara), sob a articulação do presidente Sperotto (Fecam) discutiram a unificação das eleições

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2 comentários para: “Se depender de SC, eleição só em 2022”

  1. A) “SE DEPENDER DE SC, ELEIÇÃO SÓ EM 2022” – O bom senso precisa prevalecer.
    B) “UNIFICAÇÃO DEFENDIDA EM REUNIÃO VIRTUAL DA FECAM” – Antes tarde do que nunca.
    A + B + C (mandatos de 5 ou 6 anos) = Só benefícios à população e ao País!

  2. “Vontade da população?” Por favor!
    Prefeitos, vereadores e políticos em geral não enxergam um palmo além do próprio umbigo.
    A vontade da população é exercida, porcamente – diga-se, nas urnas. É um direito que nos pertence e não cabe a ocupante de cargo político atribuir à população justificativa para seus desígnios autoritários.
    Com respeito à opinião de João Küster, os mais de 8 milhões de catarinense não fecharam questão quanto à unificação das eleições. Acredito que, se pudessem, votariam com mais frequência. Já com relação à FECAM, trata-se de órgão político, que nada mais faz do que tratar de interesses próprios e dos seus integrantes. Não pensam na população, embora a insiram no seu discurso.

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