Política

Ser prefeito em Lages não é para amador

CERON FAZ PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE CRISE

Queda do ginásio Jones Minosso quando Colombo era prefeito. Granizo naquela metade de outubro de 2014, antes das outras encrencas, na gestão de Elizeu. Renatinho não enfrentou greve do magistério. Décio e Coruja sem grandes encrencas na pauta. Assim, a história das gestões municipais dos últimos 30 anos tem reservado a Antônio Ceron o maior desafio. É uma crise em cima da outra para gerenciar. Chegamos ao ponto da cidade estar convivendo com três – e não dois como informamos – decretos de estado de emergência.

TRÊS DECRETOS DE EMERGÊNCIA

Citava em post anterior que o decreto desta quarta-feira, 01, constituía-se o segundo em vigor na cidade por situação de emergência. Mas que nada. É o terceiro. Primeiro foi no dia 20 de março por causa da pandemia. Na primeira semana de maio outro decreto, devido à estiagem. E agora a emergência decorre do ciclone da terça-feira, 30. Quem atua na retaguarda técnica da elaboração de normas no Paço garante que nunca houve tanta situação de anormalidade.

GESTÃO DE CRISES

MARCAM MANDATO

Ainda faltam seis meses do atual mandato de Ceron. Mas ele pode contabilizar uma verdadeira pós-graduação em gestão de crise até aqui. Neste ano o pacote veio com greve do magistério, pandemia, estiagem e agora o ciclone. Mas já enfrentou aquela que foi considerada a maior enchente da cidade nos últimos 50 anos, além de greve dos caminhoneiros e outras encrencas. Dá para dizer, considerando tal realidade e sem trocadilho que, de fato, ser prefeito de Lages não é para amadores.

Ceron com o secretário João Alberto e um desafio atrás do outro nas crises que surgiram nesta gestão

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1 comentário para: “Ser prefeito em Lages não é para amador”

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