Política

Sobras: Luiz Marin opta por estilo Pilatos

Antecipamos com exclusividade na coluna do Jornal O Momento – circulando nesta quinta-feira, 17 – a informação de que o presidente Luiz Marin não vai reter dinheiro público (do repasse constitucional) para doar no final do ano para entidades e instituições. Eis o que diz trecho da coluna em O Momento:

Presidente Luiz Marin (PP) não vai abrir o saco de bondades no final do ano e distribuir dinheiro aqui e acolá da suposta sobra de recursos daquele valor repassado pela Prefeitura à Câmara. Sem entrar no mérito da forma como a presidente anterior (vereadora Aida) agiu em relação às sobras, Marin oficiou que a prefeitura só repasse aquilo que o legislativo realmente precisa para custeio. Significa que não se repassa valor a mais, além do montante utilizado para pagar salários e mantença da Câmara.

“Esse dinheiro é público, é do município e não é da nossa competência determinar que se execute esta ou aquela ação, nem se destine valor a quem quer que seja. Essa atribuição é do prefeito”.

E…

Vereador Luiz Marin tem razão. O uso da sobra para executar uma ou outra obra, também para fazer aquisições, constituiu-se uma concessão do prefeito a pedido da vereadora Aida, ano passado. É que o dinheiro que não é usado pela Câmara para custear despesas segue pertencendo à municipalidade para ações coletivas.

MAIS

O presidente Marin não detalha a razão dessa postura, mas consta que houve uma corrida ao legislativo de entidades e instituições querendo integrar a lista dos beneficiados pelas sobras. E para não descontentar ninguém, ele optou por deixar tais recursos nos cofres do Paço. Agiu como Pilatos e com isso evita incomodação!

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