Serra SC

Mobilização por um pedacinho de asfalto

Corrijam-me se mudou essa realidade. Mas do término do asfalto que percorre a SC-370 depois de Urubici são 5 km até chegar à Serra do Corvo Branco. Depois tem o trecho da própria serra em si que dá uns 2 km e, na parte debaixo já em terras de Grão Pará seriam outros 5 km. Portanto, estamos falando de pouco mais de 12 km de asfalto para a terceira ligação entre a Serra Catarinense e o litoral esteja totalmente asfaltado.

TRAJETO DA SC-370

Na verdade essa rodovia estadual começa lá em Painel, vai a Urupema e chega a Rio Rufino (essa sequência tudo asfaltado). Depois há uns 30 km de chão batido do Rufino a Urubici e volta o asfalto em direção à Serra do Rio do Rastro. E seriam esses 12 km (que não é uma obra normal de asfalto porque requer técnicas mais complexas devido ao pavimento na Serra) que mobiliza muita gente pelo asfaltamento.

Essa imagem peguei do perfil Amantes da Serra Catarinense para mostrar como ficou a obra executada no governo Colombo, a partir de Grão Pará em direção ao Rio do Rastro. Uma belezura! Mas o problema é que quando se aproxima da subida, o pavimento desaparece e a transposição pela Serra é bastante desafiadora devido às condições nem sempre regulares!

Daí essa mobilização pedindo a pavimentação tanto da Serra do Corvo Branco quanto do pedaço da SC-370 que está faltando para chegar ao corte na montanha que permite a passagem ligando a parte alta do Estado aos municípios de Grão Pará, Braço do Norte, Gravatal, Tubarão e BR-101

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1 comentário para: “Mobilização por um pedacinho de asfalto”

  1. Muito pertinente essa campanha, Edson. E acrescento o seguinte: sou motociclista de estrada, e no Brasil temos algumas estradas/locais que são quase que obrigatórios de serem visitados por motociclistas de turismo. A Serra do Rio do Rastro é um desses locais. Quando concluírem essa ligação, facilitará em muito o acesso de motos até a Serra do Corvo Branco, que muito provavelmente será uma dessas “Mecas” para as motos. O impacto no turismo da região será positivo, são hoteis, restaurantes, postos de gasolina que irão lucrar e, como consequência, gerar impostos e empregos. Mas aí, teríamos que vencer essa “barreira” que impera em nosso Estado, de que só se deve incentivar o turismo no litoral.

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