Eleições 2018

Dia D para homologação ou não de Amin

Embora a diplomacia recomende aos progressistas que evitem exteriorizar isso, o fato é que existem dois PP. Aquele de Amin, o possível candidato ao governo e o outro liderado pela bancada, prefeitos e lideranças. Esse segundo PP não quer aventuras. Aposta inclusive em Amin candidato, desde que seja um projeto possível e viável.

E…

Nesse sentido, lá na pré-história dos encaminhamentos, acertou-se que o grupo do PP que tem deputados e prefeitos apostaria em Amin candidato a governador. Para tanto, teria ele a tarefa de trazer algo para agregar à coligação com o PSD. E nesse sentido, o próprio Merísio poderia até se recolher e abraçar a causa liderada pelo Careca. E o prazo para isso seria hoje, 27 de julho, véspera da convenção progressista.

O QUE SERIA ESSE ‘ALGO’?

Amin deveria trazer agrupamento que represente possibilidade real de êxito. Alguma coisa tipo o PSDB para a coligação. Com isso, tornaria inevitável a junção entorno dele. Lá estariam Amin ao governo, PSD indicando o vice e vaga a Colombo ao Senado. A outra vaga iria para os tucanos.

ENTRETANTO

Em não agregando nada de novo à coligação (Kleinubing não conta porque a nominata do DEM a Estadual e Federal não soma muito) restaria a Amin se submeter ao grupo progressista que acenou lá no passado à composição com Merísio ao Governo. Até porque este já tem com ele PSB, PDT, PROS, PODEMOS e outras siglas.

PORTANTO E ENTÃO…

Faz sentido quando Amin declara que a convenção deste sábado do PP será de ata fechada, ou seja, definir-se-á o rumo do partido: ele na cabeça (a governador) ou o PP ‘se entregando’ à composição liderada por Merísio. Hipótese de PP sair para um lado e PSD para outro é pouco provável. Inclusive porque colocaria em risco a eleição proporcional por questões estruturais. Portanto, com Amin ou Merísio na cabeça e PSD, PP e agregados juntos, as definições podem se dar neste sábado, 28, sem precisar esperar dia 5 de agosto.

Leitura é que Amin pode ser o candidato do agrupamento, mas teria que agregar siglas como o PSDB no projeto. E hipótese dele concorrer ao Senado não seria uma derrota dentro do PP, mas um passo diferente naquela ‘ideia louca’ de derrotar os pelegos nas urnas!

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