FALTANDO 10 MESES PARA A ELEIÇÃO, AS PEDRAS DO TABULEIRO SE MOVEM SEM SAIR DO LUGAR EM SC
Governador Jorginho esteve em Criciúma anunciando investimentos e não se recolheu de responder sobre o processo eleitoral. Ele entende que o fato de Bolsonaro estar preso, isso não enfraquecerá o movimento da direita. Entende que caberá aos filhos do ex-presidente levar o legado político de Bolsonaro adiante, o que inclui suas participações ativas na campanha eleitoral de 2026. O governador acenou ao PSD, querendo a sigla com ele ao relatar a boa relação com lideranças como Júlio Garcia e deixou claro que somente não tem conversa com o PT e partidos de esquerda. “Com estes não tem negócio”.
Jorginho viu em Criciúma o movimento de apoio a Bolsonaro no foco de mantê-lo, mesmo preso, referência na influência nas urnas em 2026
JOGO DE XADREZ DE JORGINHO
O governador catarinense não quer correr riscos quando a população for às urnas no 4 de outubro. A estratégia é tentar resolver a eleição no primeiro turno. Para isso, o ideal é ter apenas a polarização esquerda e direita na disputa. João Rodrigues no páreo e ais recente Adriano Silva (prefeito de Joinville), pode levar o enfrentamento ao segundo turno. E daí a disputa poderia ficar imprevisível. Razão de insistir em ter MDB, PP e UNIÃO BRASIL e PSD numa mesma composição onde já está com o PL siglas como Podemos e Republicanos.
ENQUANTO ISSO NO OESTE
O pré-candidato ao Senado pelo PL, Carlos Bolsonaro, frequentou Chapecó. Foi prestigiar a ‘colega de chapa’ a deputada Caroline De Toni em agenda de palestra do paranaense e ex-ministro de Bolsonaro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida. “Mesmo diante de tudo o que nossa família tem enfrentado, fiz questão de estar em Chapecó para demonstrar meu apoio à Carol De Toni em um momento tão especial – e levar o abraço de meu pai ao povo catarinense”, apontou Carlos Bolsonaro.
Carlos Bolsonaro reafirmando a parceria com Carol De Toni no projeto do PL conquistar as duas vagas ao Senado, embora careça de combinar com a federação PP e União Brasil, cuja condicionante para estar no projeto de Jorginho seja a vaga na disputa da Câmara Alta a Amin.



