OS R$ 411 MILHÕES INVESTIDOS PELA CELESC NA CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÕES DESTRAVARÁ R$ 3,5 BILHÕES DE INVESTIMENTOS
Há investimentos na Serra Catarinense cujo deslanchar depende de uma condição fundamental: energia elétrica, regular, segura e de qualidade. Ficou em um canto do noticiário, mas é importante exteriorizar a repercussão econômica das três subestações anunciadas pela Celesc, na semana passada (Painel, Lages e Campo Belo do Sul).
EMPREGOS E INVESTIMENTOS
Pelo apurado, esses investimentos anunciados e consolidados com licitação feita e a ordem de serviços assinada pelo governador Jorginho vão viabilizar cerca de 19 mil empregos diretos e indiretos. “Além de destravar mais de R$ 3,5 bilhões em investimentos privados”, aponta a informação. No caso dos empregos, eles serão gerados nas obras de implantação das subestações, incluindo transporte e toda a logística que envolve a operação.
“Essa junção de esforços vai permitir com que, em conjunto, nós possamos ter e destravar investimentos privados aqui na região justamente fazendo com que a gente possa ter mais energia”, ressaltou na oportunidade o secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert.
PARA AS NOVAS USINAS
A Serra Catarinense está com usinas em fase final de construção – e outras já em testes – incluindo empreendimentos em rios como Pelotinhas, Lava Tudo e Vacas Gordas. As novas subestações e linhas têm papel estratégico no sentido de permitir a conexão de futuras Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) à rede elétrica. Com isso, além de ampliar a oferta de energia, o sistema passa a viabilizar novos projetos de geração.
“Esse investimento fortalece a infraestrutura elétrica do Planalto Serrano e prepara a região para o futuro, permitindo a conexão de novos projetos de geração, como as Pequenas Centrais Hidrelétricas”, destacou Edson Moritz, novo presidente da Celesc, durante o evento em Lages.
ENTENDA A DINÂMICA
“Existe uma série de projetos privados de geração de energia, principalmente as energias sustentáveis. Mas para que essa energia possa ter valor e possa ser conectada, precisa de uma infraestrutura que é feita pelo governo do estado através da Celesc. Então esse é o cerne do programa Energia Boa. A gente cria rede, cria infraestrutura para que o investimento privado na geração de energia possa espetar na rede e servir o catarinense na ponta”, diz o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Edgard Usuy.











