DESDE PAULO RAMOS DERENGOSKI NÃO RECEBÍAMOS INFORMAÇÃO DE ESCRITORES SE DEDICANDO AO TEMA
Naturalmente que devem ter sido lançadas várias obras relacionadas à Guerra do Contestado nesses últimos anos, mas no nosso caso, não havíamos acessado nada de produção nova de conhecimento sobre o tema, desde as escritas do jornalista lageano Paulo Ramos Derengoski. Há, por exemplo, de sua autoria Os Cavaleiros do Fim do Mundo: Uma Reportagem Sobre A Guerra do Contestato, Os Rebeldes do Contestado e, ainda, A Sangrenta Guerra do Contestado, tudo absolutamente recomendável.
Do livro O Desmoronamento do Mundo Jagunço sobre o referido conflito, Derengoski detalhou acontecimentos pesquisados que dão uma visão fiel ao conflito em território catarinense que delineou fronteiras, alterou mapas e gerou um derramamento de sangue.
A OBRA DE HAPNER
Também entusiasta sobre o tema, o presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, desembargador aposentado do TJ/PR, Paulo Roberto Hapner, escreveu fiel às pesquisas sobre acontecimentos que marcaram o conflito.
Em Contestado: A disputa legal, o combate do Banhado Grande, a Guerra do Contestado e o acordo de limites, o escritor aponta em cima do conhecimento colecionado na obra que “quem quer conhecer tudo sobre o Contestado deve ter esta obra na sua cabeceira”.
Hapner autografa para a Superintendente Carla Zonatto, o resultado daquilo que pesquisou sobre o conflito catarinense (e paranaense) que integra a obra lançada também em Lages














