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Noite de Jorginho em Lages

CANDIDATO À REELEIÇÃO TEM A PRIMEIRA AGENDA DE CAMPANHA NA MAIOR CIDADE DA SERRA CATARINENSE

Por sinal essa é a primeira e poderá ser – dependendo da voz das urnas – a única agenda de campanha do governador Jorginho Mello em Lages. Apesar da instabilidade climática da quarta-feira, o último dia de setembro deverá trazer a Lages os integrantes da chapa majoritária do grupo político que atualmente administra Santa Catarina. A prefeita Carmen Zanotto, na condição de anfitriã da mobilização, gravou conteúdo convidando para o encontro no centroserra.

Registro das reuniões de organização e mobilização na Casa do 22 numa campanha curta onde, depois de quatro eleições consecutivas onde concorria a Deputada Federal (2010, 2014, 2018 e 2022), neste ano Carmen Zanotto é apenas mobilizadora e cabo eleitoral.

Quem também acampou em Lages nesta reta de chegada da disputa é Jorge Goetten, que concorre à reeleição, disputando desta vez pelo Republicanos. Na eleição anterior, Goetten somou 159.339 votos, sendo o terceiro mais votado em Santa Catarina, atrás apenas de Carol de Toni e Pedro Uczai.

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Unifacvest conquista Medicina

PORTARIA DO MEC GARANTE 60 VAGAS ANUAIS À INSTITUIÇÃO LAGEANA QUE HAVIA PROVIDENCIADO ESTRUTURA PARA O CURSO

Logo nas primeiras horas da manhã deste último dia de setembro o Reitor da Unifacvest, professor Giovani Broering compartilhou o que chamou, com razão, de ‘grande notícia’. Trata-se do teor da Portaria MEC 508 datada de 29 de setembro de 2026. O documento autoriza o Curso de Medicina no Centro Universitário Unifacvest. Como foi implementado hospital simulado (modelo) e prospectado corpo docente, a instituição tem condições de iniciar imediatamente o referido curso, a partir dos trâmites necessários de seleção. “Amanhã abrem as inscrições e as aulas poderemos iniciar ainda no mês de novembro”, confirma Broering.

Reitor Giovani Broering e a missão comprida e cumprida de viabilizar o Curso de Medicina na Unifacvest, resultado de esforço, dedicação e investimentos estruturais, visto que foram necessárias vistorias do MEC, análise estrutural e acompanhamento da instituição. A portaria foi publicada nesta terça-feira, 29.

A estrutura implementada para recepcionar o Curso de Medicina garantindo qualidade no ensino, com investimentos e crença de Broering de que a busca da aprovação do referido curso pelo MEC

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Vagas: Meses ruins para Lages

ISSO EM RELAÇÃO À GERAÇÃO DE EMPREGOS A PARTIR DE DADOS OFICIAIS. FORAM 158 VAGAS FECHADAS EM JULHO E AGOSTO.

É importante olhar pelo prisma positivo e somar dados em um contexto desde janeiro até agosto, a partir das informações oficiais sobre CTPS (carteiras de trabalho) assinadas ou aquelas que foram baixadas. E nesse sentido o somatório é bastante positivo. Há 1.268 pessoas trabalhando em Lages, nos diversos setores da economia, que iniciaram o ano sem emprego. A informação que não é tão boa se refere aos dois últimos meses do levantamento. Em julho foram 116 vagas fechadas a mais que as contratações e, e agosto, esse número foi de 42 vagas fechadas.

Lages segue a tendência nacional de boa oferta de vagas de trabalho com carteiras assinadas sendo que o somatório deste ano ultrapassa as 1.200 vagas geradas a mais que as demissões.

A EMPREGABILIDADE EM SC

A Fiesc compartilhou a interpretação sobre os dados da geração de empregos, citando que “no acumulado de janeiro a agosto de 2026, o estado registrou saldo positivo de 66.906 novos postos formais de trabalho”. Isso representou alta de 2,6% na comparação com os oito primeiros meses de 2025. “Deste total, a indústria acumula 37.827 empregos criados no ano, um aumento de 4,06% em relação ao mesmo período do ano anterior”. Significa que, apesar de ter sido pintado um cenário de crise, a geração de empregos como termômetro evidencia que a situação está melhor que em 2025. O presidente da Fiesc, o industrial Gilberto Seleme pontua que:

“A reação observada em agosto reflete movimentos pontuais e estratégias específicas de determinados segmentos. Assim, ainda não é suficiente para afastar o cenário geral de desaceleração do mercado de trabalho no Estado”.

O presidente da principal entidade empresarial catarinense, Gilberto Seleme, vê com cautela os números positivos, por entender que se trata de situação pontual, ou seja, que mudará de um mês para outro.

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Lages-Fpolis: Azul abre vendas

É POSSÍVEL RESERVAR BILHETES PARA FAZER O TRAJETO AÉREO ENTRE LAGES E A CAPITAL A PARTIR DE 4 DE NOVEMBRO

Exatamente um mês depois da eleição, no dia 4 de novembro, o lageano poderá voltar a embarcar no Aeroporto Antonio Correia Pinto de Lages. Trata-se da reativação dos serviços da empresa Azul Linhas Aéreas, mas dessa feita com a versão catarinense dos low cost, os voos regionais de baixo custo tão comuns na Europa. Embora as tarifas não sejam assim tão low cost, o usuário poderá partir de Lages às 16h e uma hora depois pisar no chão de Floripa com as operações de desembarque no Aeroporto Internacional.

Essa é a simulação do embarque no dia 4 de novembro, uma quarta-feira, observando-se que as operações a partir de Lages ocorrem às quartas e sábados, mas a Azul vai operar também no Aeroporto Regional de Correia Pinto

QUE PROGRAMA É ESSE?

Essas operações da Azul se constituem o programa Voa + SC onde o Governo do Estado aportará no intervalo de 12 meses o montante de R$ 22,5 milhões. Os valores ajudam a custear as operações, tornando-as possíveis nos aeroportos de menor porte. A aposta é que, depois de um ano, o sistema de voos regionais funcione sem depender do poder público.

A Azul vai operar em aeroportos como Lages, Correia Pinto, São Miguel D’Oeste, Joinville, entre outros, utilizando o modelo acima de aeronaves. Logicamente que, em havendo demanda de passageiros, nada impede que a empresa utilize outras aeronaves com mais espaço.

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Lages/Cerrito: Custo do reparo

PREFEITA TAINARA RAITZ FOI INFORMADA QUE O CUSTO PARA A PREFEITURA SERÁ DE APROXIMADAMENTE R$ 2 MILHÕES

Não será a curto prazo que essas cargas de cascalho sairão da cabeceira da ponte do Passo dos Fernandes, na divisa entre Lages e São José do Cerrito. Isso porque o custo do reparo da estrutura que apresentou avarias que levaram a Defesa Civil e bloquear a passagem de cargas pesadas é bastante elevado. De acordo com a prefeita Tainara Raiz, numa informação ainda não oficial porque os dados se baseiam em laudo e previsão de reparos, somente a prefeitura de São José do Cerrito teria que aportar R$ 2 milhões, visto que o custo da travessia exige o aporte de 50% de cada município. E a prefeitura do Cerrito não tem esse dinheiro disponível para o reparo imediato.

A ponte de madeira foi substituída por uma de concreto, construída há uns cinco anos. Porém, a estrutura apresenta avarias que representam riscos à utilização, especialmente por veículos de cargas. A passagem está liberada somente para veículos leves. A ponte interliga Lages e São José do Cerrito sobre o Rio Caveiras e o reparo tem custo estimado de R$ 4 milhões, sendo 50% para cada uma das prefeituras.

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Ponte emergencial na Coxilha

TABLADO DE MADEIRA PERMITIRÁ TRAVESSIA ENQUANTO A ESTRUTURA DE CONCRETO SERÁ CONSTRUÍDA MAIS ADIANTE

“Como este projeto demanda médio prazo para ser elaborado e executado, a prefeitura irá reconstruir a ponte com tablado de madeira para possibilitar a passagem de veículos pequenos”. A informação é do secretário de Agricultura, Ronaldo Duarte. A solução é emergencial até que a ponte em concreto seja construída. Houve apenas certa demora nessa solução em madeira, visto que a travessia está impossibilitada há quase 90 dias. De qualquer forma, a solução definitiva, com a ponte em concreto será construída com recursos da Defesa Civil Estadual e contrapartida do município de Lages.

QUE PONTE É ESSA?

Estamos falando de uma das três principais ligações em direção à Coxilha Rica. Uma delas é a ponte onde foi feito o asfalto, a outra ligação é pela estrada de Morrinhos, partindo do bairro da Várzea em Lages. E essa ligação em questão interliga as localidades de Escurinho, a partir da antiga BR-2 em direção à localidade de São Jorge. Acima a ponte antes da força da água levar totalmete…

E…

Os temporais da virada de junho para a julho causou os estragos. A chuva foi tão forte que até os pilares de alvenaria foram parcialmente afetados. Daí a providência necessária da interdição até se encontrar a solução.

A providência está ocorrendo após a análise técnica e detalhada da Defesa Civil nas vistorias in loco da situação no rio Pelotinhas, na altura onde a ponte foi parcialmente destruída

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