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Morte por abandono em Lages

FILHO DE IDOSA FOI PRESO E EM SE CONFIRMANDO AS CIRCUNSTÂNCIAS A PENA PODE CHEGAR A 14 ANOS DE PRISÃO

Recomendável não antecipar condenações, mas repercute no Estado um internamento hospitalar que virou caso de polícia. Deu entrada no Hospital Tereza Ramos uma idosa de 85 anos. De acordo com as informações constantes do relatório policial, ele apresentou estado de saúde agravado em decorrência de abandono. Após a Polícia Militar ser acionada, a idosa foi levada imediatamente ao hospital. O ambiente onde residia, sob os cuidados do filho, indicava o abandono que configura maus tratos.

PRISÃO DO FILHO

O próprio comandante da PM de Lages, Tenente Coronel Rangel, confirmou a prisão do filho da idosa e encaminhamento à Delegacia de Polícia para as providências cabíveis. Um inquérito policial está sendo instruído para levantar todas as informações e circunstâncias. O crime de abandono de incapaz prevê pena de dois a cinco anos de prisão, mas em resultando morte, a pena pode ser agravada até 14 anos.

A idosa foi levada ao HTR, mas seu estado de saúda estava comprometido por causa da aparente falta de cuidado e faleceu. Ela será sepultada nesta quarta-feira, 08, no Cemitério Parque da Saudade em Lages

QUEM CUIDA DE IDOSOS? – A tarefa de cuidados de pessoas idosas é dos filhos e familiares.

QUEM FISCALIZA O CUIDADO? – Profissionais do CRAS de unidades espalhadas pelos municípios são responsáveis por fazer acompanhamento preventivo, inclusive visitando residências e conferindo as condições de tratamento e cuidado. O CREAS é o órgão responsável pelo acompanhamento especializado em casos de violação de direitos, incluindo abandono, negligência e violência contra idosos. Ambas as estruturas podem (e devem) acionar o Ministério Público diante de situação de risco relacionada às pessoas idosas.

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Modelo de Lages para Vacaria

ISSO NA ÁREA DA SAÚDE ONDE O PROTOCOLO DE ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO FUNCIONA AQUI HÁ 12 ANOS

Esse registro é do ano de 2015 quando a atual secretária de Saúde de Lages ocupava a mesma função e havia implementado na cidade o protocolo de estratificação de risco. Com formação em enfermagem, Rose Possato seguiu o modelo do Ministério da Saúde/SUS que consiste na implementação da ferramenta clínica que classifica pacientes em categorias (como baixo, médio ou alto risco) com base na gravidade de seu estado. O referido protocolo orienta os profissionais de saúde a priorizar o atendimento e adaptar preventivamente as intervenções terapêuticas, garantindo agilidade e segurança.

VACARIA CONFERE O MODELO

Para implementar o sistema que funciona faz 12 anos em Lages, veio à cidade o prefeito Andrezinho Rokoski e a Secretária de Saúde de Vacaria, Aline Salvador. Com alguns técnicos, eles conheceram esse trabalho na chamada Atenção Primária à Saúde.

Antes de um diálogo mais técnico na Secretaria da Saúde, os gestores gaúchos passaram no gabinete da prefeita, onde foram recepcionados por Carmen Zanotto.

O grupo ainda esteve na UBS do bairro Promorar conferindo in loco como ocorre a parte prática do protocolo do SUS que Lages adota nas Unidades de Saúde

DE LEMBRAR-SE QUE…

Quando houve a implementação do protocolo de estratificação de risco, que inclusive é adotado em estruturas de saúde que atendem pelo SUS, como o Hospital Tereza Ramos, houve reclamações de pacientes. A falta de conhecimento e confiança do tecnicismo na prática adotada gerou críticas, mas à medida que a população foi se adaptando, passou a ser a referência onde quem tem prioridade (considerando o estado de saúde) é, efetivamente, tratado com a agilidade maior que o caso requer. E isso salva vidas e/ou reduz riscos de sequelas diante de um caso agravado de saúde.

Fotos e informações: Silvana Mateus – Secretaria da Saúde/Lages

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Serra cresce para o lado do frio

SINDUSCON DA GRANDE FLORIANÓPOLIS TEM DADOS CONSOLIDADOS QUE CONFIRMAM ISSO

Até para termos ideia da confiabilidade da informação, a Alphaplan Inteligência em Pesquisa, com sede em Porto Alegre/RS, constitui-se uma referência no levantamento de informações, leitura de cenários e do contexto de mercado no setor imobiliário. Em parceria com o Sinduscon da Grande Florianópolis, a Alphaplan levantou os dados e despejou uma brisa de boa notícia ao setor imobiliário do pedaço mais alto – e mais gelado – da Serra Catarinense.

VISUALIZAÇÃO IN LOCO

Aquilo que os dados apontam são visíveis nas cidades focadas no levantamento. Uma passagem por Urubici ou São Joaquim (foto), por exemplo, dá ideia da aposta em novos empreendimentos. O levantamento aponta 603 unidades disponíveis em 15 empreendimentos nessas duas cidades e ainda em Rancho Queimado e Bom Jardim da Serra.

E MAIS

A informação do Sinduscon detalha que esses projetos representam um Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 392 milhões. “São Joaquim lidera o mercado regional, concentrando quase metade das unidades disponíveis (286) e aproximadamente 63% de todo o VGV da Serra, consolidando-se como principal polo imobiliário da região”, destaca a informação publicada pelo Sinduscon da Grande Florianópolis.

COMPARATIVO DO METRO

QUADRADO ENTRE SERRA E CAPITAL

O estudo chama atenção, no entanto, para outro indicador: enquanto o preço médio da Serra é de R$ 663,00 por metro quadrado, Florianópolis registra média superior a R$ 16 mil/m².

Na própria Serra, Urubici lidera o ranking, com média de R$ 930/m², seguida por São Joaquim, com R$ 889/m². Para o presidente do Sinduscon Grande Florianópolis, Carlos Berenhauser Leite, a diferença demonstra que o mercado serrano ainda se encontra em fase de amadurecimento:

“A Serra Catarinense deixou de ser apenas um destino turístico de inverno para se consolidar como uma alternativa de moradia, lazer e investimento. O mercado ainda é pequeno quando comparado ao litoral, mas os números mostram que existe espaço para crescimento consistente e valorização ao longo dos próximos anos.”

Berenhauser observa que esses indicadores são fundamentais porque orientam novos investimentos. “O objetivo do painel é oferecer inteligência de mercado. Quando o setor conhece a oferta existente, os preços e o comportamento de cada município, consegue desenvolver empreendimentos mais alinhados à demanda e evitar distorções.”

Fonte: Sinduscon Grande Florianópolis

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Festa gera R$ 3,6 mil por minuto

BALANÇO DA FESTA DO PINHÃO SUPERESTIMOU NÚMEROS EM UM EVENTO QUE FOI BEM ENTREGUE

É inconteste que a edição deste ano, ao contrário ‘daquilo’ do ano passado, agradou público e setores diversos da economia. Do setor hoteleiro com ocupação de 100% no feriadão a áreas outras, houve um evento que entregou aquilo que lhe é função: movimentar Lages e repercutir positivamente na estima dos nativos.

Um mês depois de sua realização, a prefeita Carmen Zanotto chamou os entes para apresentar alguns números. É verdade aparentar que se superistimou alguns dados, porém, no geral é atribuição da munipalidade essa tentativa de transparência.

CUSTO AO MUNICÍPIO

Não aparecem de maneira mais clara os valores, mas há um apontamento de que a prefeitura teria investido R$ 2.000.000,00. O Estado outra quantia dessas. Considerando o significado e repercussão, não estamos falando em valores fora da curva. Não ficou bem claro a questão financeira relacionada à parceria Acil e CDL, mas pelo que deu para entender, os patrocínios (Bally e outros) foram para a conta das entidades que pagaram despesas como de cachês, Recanto e da Sapecada.

MOVIMENTAÇÃO ECONÔMICA

O número que a imprensa puxou para manchetar o balanço chama a atenção. Trata-se da afirmação de que o evento movimentou em 17 dias um montante de R$ 90.000.000,00 na economia de Lages. Isso significa uma movimentação diária superior a R$ 5 milhões nos diversos setores da cidade ou exatos R$ 3.676,47 em média por minuto. Como é valor estimado, vamos consumir os números como próximos à realidade.

Esses 54.000 turistas hospedados na cidade no período também é um dado que dá para coçar a cabeça, mas como é oficial, exteriorize-se.

A esse dado bem positivo de lageano ajudando lageano ao consumir nas entidades que atuaram no Recanto do Pinhão

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Menos 40% de madeira aos EUA

DADOS DA FIESC APONTAM REDUÇÃO DAS EXPORTAÇÕES DO SETOR NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2026

No geral as exportações para os Estados Unidos nos primeiros seis meses deste ano, nos diversos setores da economia catarinense, apresentaram uma redução de 31,3%. O mercado americano figura entre os principais parceiros comerciais do Estado e a soma daquilo exportado totalizou US$ 582,9 milhões. Um setor em especial contribuiu para passar dos 31% a redução nas exportações, repercutindo diretamente na economia da Serra Catarionense. Trata-se da madeira e seus derivados.

REDUÇÃO EM NÚMEROS

“O resultado negativo foi concentrado no setor madeireiro catarinense, cujas vendas para os EUA despencaram 40,8%, passando de US$ 316,6 milhões para US$ 187,5 milhões no primeiro semestre”, afirma Gilberto Seleme, o industrial que atua no setor madeireiro em Caçador e que preside a Fiesc. É a entidade que compila os dados apresentando esse reflexo na economia catarinese.

Gilberto Seleme preside a Fiesc e monitora as exportações do setor madeireiro porque é empresário dos setores de madeira, couro, construção civil e do agronegócio em Caçador

METADE EM TONELADAS

Na análise do economista-chefe da Fiesc, Pablo Bittencourt, embora os produtos que sofreram uma tarifa adicional de 50% em meados de 2025 tenham começado a ensaiar uma recuperação após o encerramento da taxa em março de 2026, o cenário continua crítico para os itens enquadrados na Seção 232“Essa restrição cortou pela metade o volume dos embarques de madeira (de 22 mil para 11,7 mil toneladas) e ainda não apresenta sinais de reação, pressionando a economia das regiões Serrana e do Planalto Norte catarinense”, explica Bittencourt.

Em relação a desligamentos de trabalhadores no setor madeireiro houve uma estabilização, como se apontasse que aquilo que era possível demitir, já tenha sido feito. Isso, considerando os dados oficiais do CAGED entre agosto de 2025 e maio de 2026.

Com informações da Fiesc

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Trolaram o vereador Jonata

ELE PROPÔS MOÇÃO PEDINDO MELHORIAS NA BR-282 E O DOCUMENTO FOI ENVIADO A UM SENADOR QUE NÃO EXISTE

Na verdade, não que não exista, mas que se misturaram dois sobrenomes criando um terceiro, soando mais uma trolagem que um propósito de direcionar a Moção Legislativa à pessoa de fato pretendida. Antes de mais nada tenhamos o conceito de tropagem que significa a prática de pregar peças, provocar alguém com o intuito de divertir ou irritar, dependendo da intenção.

O CONTEXTO DO TEXTO

Na melhor das intenções, o vereador Jonata Mendes fez vir ao mundo uma Moção Legislativa. No documento endereçado ao presidente Lula e outras almas da gestão e política brasileira, pede celeridade na viabilização de terceiras faixas na BR-282 e, gradativamente, a duplicação da rodovia entre Lages e Florianópolis. Por sinal, as terceiras faixas estão a caminho, independente da referida Moção (embora não para este ano) e a duplicação é coisa pouco provável nesta e na próxima década. Ocorre que, na hora de enviar o documento para os senadores catarinenses, talvez para pregar uma peça, talvez por ignorância, o nome de um dos integrantes da Câmara Alta foi grifado assim…

Aqui misturaram o nome de dois cariocas para se fazer referência ao terceiro ocupante da vaga ao Senado por SC.

No caso de Jorge Konder Bornhausen (na foto de óculos) ele foi senador catarinense na década de 1980 há 40 anos. Depois de ser governador catarinense, ele deixou o cargo antes para o vice, o joaquinense Henrique Córdova, disputando e vencendo a eleição ao Senado.

OPS

Jorge Bornhausen também foi Senador nos primeiros anos deste século (1999 a 2007). Por sinal, quando o Kaiser deixou a função, quem assumiu no DF foi o lageano, Raimundo Colombo.

Mais tarde, quando governador, Colombo teve a oportunidade de homenagear Bornhausen pela trajetória de atuação por SC.

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