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A dobradinha do PT em Lages

TAL QUAL O PROJETO DO CAMPO DEMOCRÁTICO ESTADUAL, O PROPÓSITO EM LAGES É ESTAR NO JOGO

Lula fez 33,06% dos votos em Lages no 2º turno da eleição passada. Houve até quem se escandalizasse: Onde está esse eleitorado de Lula em uma cidade com perfil conservador e de direita? É provável que a resposta esteja nos bairros, naquele eleitor indiferente ao acirramento da polarização. Naturalmente que é um quantitativo de votos que, em tese, não transfere. Isso porque, se transferisse, seria suficiente para eleger um Deputado Estadual. “Mas vai que transfira”. É o que visualizam as lideranças petistas na aposta de uma dobradinha para a proporcional do pleito deste ano.

QUEM VEM PARA O JOGO?

No sentido de ocupar espaço e apresentar alternativa ao eleitor, a advogada Cláudia Bratti é a pré-candidata a Estadual pelo PT. Ela somou 3.225 como candidata a prefeita de Lages em 2024 e fará dobradinha com o professor Artur Rodrigues. Ele conquistou 1.605 votos para vereador, foi o 11º mais votado à Câmara, e somente não está entre os eleitos por causa da legenda do PT. Ele é pré-candidato a Federal. E tanto o professor Artur quanto Cláudia Bratti, estarão na disputa para ajudar a somar no projeto do partido em âmbito de Estado.

Professor Artur colou em Lula na eleição municipal e somou mais votos que 5 dos vereadores eleitos na Câmara de Lages. Ele é pré a Federal pelo PT

Sem Dário no contexto deste ano, Cláudia Bratti repete a postura de concorrer a Estadual pelo PT, buscando votos no pleito em Lages para ela, Décio Lima (pré ao Senado) e Lula, que deve concorrer à reeleição.

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10 km de rios limpos em Lages

DISTÂNCIA SE REFERE AO TRABALHO DE DESASSOREAMENTO EM RIOS E RIACHOS DA ÁREA URBANA

Nenhum texto diz mais que uma imagem dessas!

Nos rios e córregos que cortam os vales e planícies da área urbana de Lages a cena acima tem se repetido. E porque precisa controlar a gestão do trabalho, o Executivo da Defesa Civil, Sargento Ribeiro, contabilizou 10.046 metros de distância que a máquina percorreu, repetindo a ação acima, de limpeza dos riachos condutores de água, alargando onde é possível e ampliando a ‘caixa’ que dará maior vazão de água nos períodos de chuva. O quantitativo citado significa 10 km percorridos com a ação de limpeza.

De acordo com as informações, os serviços contemplaram os bairros Copacabana, Santa Helena, Maria Luiza e Santa Catarina, locais que recebem atenção periódica devido ao histórico de ocorrências em períodos de chuvas intensas. Há demandas ainda em bairros como Passo Fundo, Sagrado, São Vicente, São Sebastião, Dom Daniel e Guarujá, cuja geografia e histórico de alagamentos, precisam desse trabalho da mesma forma.

O resultado do trabalho da equipe da Defesa Civil aparece assim, com riachos, córregos e rios tendo espaço para uma vazão maior da água da chuva, retardando inundações e alagamentos.

SE A POPULAÇÃO AJUDASSE…

Um dos maiores problemas que se identifica nessa ação, é a quantidade de lixo (de toda espécie) que é ‘descartada’ nesses locais (leitos de rios, riachos e córregos). Tais materiais contribuem para reter a água da chuva e antecipar alagamentos em caso de chuvas intensas e constantes. “A limpeza e o desassoreamento são medidas fundamentais para manter a capacidade de vazão dos córregos e riachos e evitar alagamentos”, confirma o Sargento Ribeiro, numa evidência de que o trabalho tenta prevenir aqueles inconvenientes gerados pelos torós que caem na paróquia, a partir da estação chuvosa que se aproxima.

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Parque Caveiras: Celesc analisa pedido

PROJETO DE UM PARQUE PRETENDIDO PELA PREFEITA AINDA PRECISA DE APROVAÇÃO DA CELESC

“O pedido formal já foi encaminhado pela Prefeitura de Lages e está em análise pelas áreas técnica, jurídica e regulatória da Companhia”.

Essa informação é oficial da Celesc sobre a ideia do município de Lages ficar com parte da área pertencente à empresa para a implantação de um parque de visitação, com mirante, deque e escadas sobre as ‘Cataratas do Caveiras’. A assinatura da semana passada reportou ao pedido da prefeita Carmen Zanotto para que a empresa faça a cessão de parte da área.

PARQUE E USINA

Esse projeto pretendido pela prefeitura de Lages – que inclusive levou a prefeita Carmen Zanotto à cidade de Quilombo na véspera do feriado para conhecer o modelo do Salto Saudades – não interfere na paisagem do Salto Caveiras. A estrutura pretendida agrega à paisagem, facilitando a visitação, algo que atualmente é impossível por ser área particular (da Celesc) e não haver estrutura mínima de acesso. Entretanto, não dá para dizer o mesmo em relação à ampliação da usina.

O QUE ESTÁ PREVISTO

Atualmente, a Usina Caveiras possui capacidade instalada de 3,83 MW e já conta com licenças ambientais e autorizações regulatórias para ampliação. A Celesc prevê iniciar, no segundo semestre deste ano, as obras que irão elevar a capacidade para 9,40 MW. O processo licitatório para execução do projeto está em andamento, com abertura das propostas marcada para o dia 8 de maio de 2026. “Mesmo com a expansão da geração de energia, estudos internos indicam a viabilidade da cessão de parte da área ao município, sem prejuízo às operações da usina”, cita a informação oficial da Celesc.

É provável que a mais que duplicação da capacidade da Usina do Salto Caveiras repercuta em alteração da paisagem no local. Mas as licenças ambientais já foram dadas, confirmando que a Celesc apresentou o projeto de acordo com os requisitos técnicos.

Foto: João Carlos Matias/Acervo Particular e a primeira foto é da Celesc/Divulgação

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Festa do Pinhão: Definida a bebida

CONTRATO SERÁ ASSINADO NESTA SEXTA-FEIRA, 24. E A PREFEITURA EXTERIORIZA O QUE ESTÁ SENDO PREVISTO PARA O PARQUE

Gestores da empresa paulista que venceu a licitação para ser a ‘cerveja oficial’ da Festa do Pinhão não observaram os detalhes do edital e entenderam que implantariam bares dentro do parque, além de explorar a parte interna da Arena de Shows. Diante de uma nova leitura do edital, a empresa optou por se recolher, devolvendo à CCO da Festa do Pinhão a tarefa de resolver essa questão. O presidente da Comissão, Samuel Ramos, disse que se buscou outra forma de colocar uma bebida oficial dentro do parque Conta Dinheiro, via patrocínio. Algo que deve dar tanto retorno quanto no levantamento de valores para ajudar a custear o evento.

QUAL MARCA ASSINARÁ O EVENTO?

Está tudo definido e sincronizado com a empresa, que por sinal é catarinense, mas Samuel Ramos disse que, em sintonia com a prefeita Carmen Zanotto, resolveu-se primeiro assinar o contrato para depois divulgar o nome. “É uma boa parceria para o evento e também para a empresa”. A assinatura do contrato ocorre nesta sexta-feira, 24.

DECORAÇÃO DO PARQUE

Faltando 30 dias para o início dos festejos (abertura do Recanto em 22 de maio com Renato Borghetti), os perfis oficiais de redes sociais da prefeita Carmen Zanotto, do presidente da CCO, Samuel Ramos e da prefeitura de Lages, deram uma ideia de como ficará o parque Conta Dinheiro para recepcionar os visitantes a partir de 29 de maio.

Aqui um prospecto daquilo que ornamentária a parte interna de pavilhões dentro do parque Conta Dinheiro, dando uma ideia de clima mais aconchegante, lembrando o ambiente dos shows de Tango em Buenos Aires

Aqui o prospecto das vias externas do parque Conta Dinheiro com a decoração temática que remeterá aos pinheirais da Serra Catarinense

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Mais que energia para a Serra

OS R$ 411 MILHÕES INVESTIDOS PELA CELESC NA CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÕES DESTRAVARÁ R$ 3,5 BILHÕES DE INVESTIMENTOS

Há investimentos na Serra Catarinense cujo deslanchar depende de uma condição fundamental: energia elétrica, regular, segura e de qualidade. Ficou em um canto do noticiário, mas é importante exteriorizar a repercussão econômica das três subestações anunciadas pela Celesc, na semana passada (Painel, Lages e Campo Belo do Sul).

EMPREGOS E INVESTIMENTOS

Pelo apurado, esses investimentos anunciados e consolidados com licitação feita e a ordem de serviços assinada pelo governador Jorginho vão viabilizar cerca de 19 mil empregos diretos e indiretos. “Além de destravar mais de R$ 3,5 bilhões em investimentos privados”, aponta a informação. No caso dos empregos, eles serão gerados nas obras de implantação das subestações, incluindo transporte e toda a logística que envolve a operação.

“Essa junção de esforços vai permitir com que, em conjunto, nós possamos ter e destravar investimentos privados aqui na região justamente fazendo com que a gente possa ter mais energia”, ressaltou na oportunidade o secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert.

PARA AS NOVAS USINAS

A Serra Catarinense está com usinas em fase final de construção – e outras já em testes – incluindo empreendimentos em rios como Pelotinhas, Lava Tudo e Vacas Gordas. As novas subestações e linhas têm papel estratégico no sentido de permitir a conexão de futuras Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) à rede elétrica. Com isso, além de ampliar a oferta de energia, o sistema passa a viabilizar novos projetos de geração.

“Esse investimento fortalece a infraestrutura elétrica do Planalto Serrano e prepara a região para o futuro, permitindo a conexão de novos projetos de geração, como as Pequenas Centrais Hidrelétricas”, destacou Edson Moritz, novo presidente da Celesc, durante o evento em Lages.

ENTENDA A DINÂMICA

“Existe uma série de projetos privados de geração de energia, principalmente as energias sustentáveis. Mas para que essa energia possa ter valor e possa ser conectada, precisa de uma infraestrutura que é feita pelo governo do estado através da Celesc. Então esse é o cerne do programa Energia Boa. A gente cria rede, cria infraestrutura para que o investimento privado na geração de energia possa espetar na rede e servir o catarinense na ponta”, diz o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Edgard Usuy.

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