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Previsão alarmante cancela festa

ISSO EM RELAÇÃO ÀS COMEMORAÇÕES DOS 44 ANOS DE EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO DE OTACÍLIO COSTA

Com direito a reunião às pressas seguida de uma nota oficial, o prefeito Fabiano Baldessar (MDB) anunciou o cancelamento da programação que comemoraria os 44 anos de emancipação do município de Otacílio Costa. O que chama a atenção é o argumento que justificou o cancelamento, considerando uma previsão alarmante de chuva que, salvo mudanças nas próximas horas, não vai se confirmar.

O comunicado aponta 64 milímetros de chuva durante as 24 horas do sábado, 09, véspera do aniversário de Otacílio Costa

Mas a previsão que o prefeito e a equipe poderiam consultar neste link indica um somatório de 17 milímetros e não 64, considerando ainda que pela manhã, salvo mudanças nas próximas horas, há até indicativo de presença de sol e sem chuva entre 5h da madrugada e 16 horas.

De qualquer forma, registre-se que, mesmo sem festividade, Otacílio Costa se consolida como a terceira maior economia da Serra Catarinense (já chegou a ser a segunda) e desde a emancipação em relação à Lages naquele maio de 1982, lá seu vão 44 anos!

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Calçadão: Lages recebe área do Estado

ESTADO DOA AO MUNICÍPIO A ÁREA QUE ANTES PERTENCIA AO COLÉGIO ARISTILIANO RAMOS

Tem tom de comemoração na prefeitura uma providência burocrática que garante segurança jurídica. Trata-se da doação da área onde estava instalado no passado o Colégio Aristiliano Ramos anexo ao Calçadão. O espaço de 2.829 metros quadrados, equivalente a quase 8 lotes urbanos de 360m² havia sido doado ao município nos tempos que Raimundo Colombo ainda era governador de Santa Catarina (2017). Mas por falta de providência técnica da prefeitura, a doação não se consolidou no papel, com a devida escritura pública.

PROVIDÊNCIA DEZ ANOS DEPOIS

“O governador Jorginho Mello prontamente atendeu ao nosso pedido e fez o encaminhamento inicial para que pudéssemos prosseguir com a transferência dos terrenos. Mesmo com o novo prazo ampliado, buscamos antecipar essa regularização”, explica a prefeita Carmen Zanotto, referindo-se ao prazo que foi estendido até 2028 para a escrituração. O encaminhamento foi dado, os entraves superados e a área central pertence no todo o município e não mais ao Governo do Estado. “A assinatura dessa escritura pública (…) é um marco muito importante para a nossa cidade”, aponta a prefeita.

 A prefeita aparece com a escritura na mão da área que antes abrigava o Colégio Aristiliano Ramos que foi demolido na década passada para dar espaço à ampliação do Calçadão da Praça João Costa

Aqui uma ideia da área que se constituía o velho colégio que foi ao chão na metade da década passada para dar lugar ao projeto de revitalização (e ampliação do Calçadão)

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Hospitais: Quantos leitos na Amures?

OS 18 MUNICÍPIOS DA SERRA SOMAM 1.000 LEITOS HOSPITALARES FICANDO DENTRO DOS PATAMARES EXIGIDOS PELA OMS

Os dados estimados do IBGE nos entregam uma população de 286.291 habitantes nos municípios da Amures. E para esse universo de pessoas, a Assessoria da Secretaria de Estado da Saúde aponta a existência de exatos 997 leitos hospitalares. Considerando uma estimativa média da OMS – Organização Mundial de Saúde de entre 3 e 5 leitos para cada conjunto de 1.000 habitantes, o Brasil no geral está abaixo dessa padrão, mas a Serra Catarinense atende a recomendação com um leito para cada 287 habitantes em média.

ONDE ESTÃO ESSES LEITOS?

A maioria dos leitos disponibilizados é para prestação de serviços via SUS (794 ao todo). Embora possua 2/3 da população da Serra Catarinense, Lages possui menos da metade dessa totalização de leitos. São 476 vagas de internamento. A segunda maior cidade da Serra, São Joaquim soma 53 leitos no hospital Sagrado Coração de Jesus. Há ainda, nos dados, Bom Jardim da Serra ofertando dois leitos. Os demais estão, principalmente, assim distribuídos:

Anita Garibaldi – Hospital Frei Rogério – 48 leitos

Otacílio Costa – Hospital Santa Clara – 48 leitos

Urubici – Hospital São José de Urubici – 46 leitos

Bom Retiro – Hospital Nossa S. das Graças – 42 leitos

Campo Belo – Hospital Nossa S. Patrocínio – 27 leitos

Correia Pinto – Hospital Faustino Riscarolli – 16 leitos

Hospital Frei Rogério de Anita Garibadi mantido na parceria Prefeitura, Governo Federal (SUS), Governo do Estado e comunidade soma 48 leitos, realiza procedimentos cirúrgicos e atendimento de urgência e emergência

Fonte: Essas informações foram coletadas pelo jornalista Amarildo Volpato para a Rádio Clube FM de Lages e compartilhadas no programa A Hora da Corneta.

Importante: Os dados consideram a realidade estrutural, embora algumas unidades hospitalares da Serra Catarinense enfrente problemas, como o Hospital Faustino Riscarolli de Correia Pinto que, inclusive, tem encaminhamento para ser fechado e substituído por um novo (hospital) a ser construído.

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Olha o peso! Maçã de 700 gramas

VARIEDADE FUJI APRESENTA FRUTA DE QUASE 700 GRAMAS NO CONCURSO NACIONAL DE QUALIDADE REALIZADO PELA EPAGRI EM SÃO JOAQUIM

Imagina uma maçã pesando quase 700 gramas. Sim, ela existe e estava no Concurso Nacional da Qualidade da Maçã Fuji realizado pela Epagri em São Joaquim. Os vencedores serão premiados durante a Festa da Maçã que começa nesta quinta-feira, 07. As frutas vencedoras estarão em exposição nos pavilhões do evento. Mas o tamanho é apenas um dos componetnes do concurso, onde especialistas analisam critérios como coloração, uniformidade e qualidade.

FRUTA EXCLUSIVA EM PARTE DA SERRA

A maçã Fuji produzida em uma razão específica da Serra Catarinense possui Indicação Geográfica (IG), na categoria de Denominação de Origem (DO), concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Essa certificação não abrange pomares de todos os municípios da Serra. A Fuji produzida em Lages, por exemplo, não tem IG. A certificação atinge uma área de apenas 4.928 km² em municípios como São Joaquim, Bom Jardim da Serra, Urupema, Urubici e Painel. As condições climáticas da região, especialmente acima de 1.100 metros de altitude, favorecem a qualidade da fruta, com mais de 700 horas de frio abaixo de 7,2°C no inverno.

O próprio Ministério da Agricultura reconhece o diferencial da Fuji produzida na região de São Joaquim (aqui tem conteúdo). “A gente detém a Indicação Geográfica da maçã Fuji, e isso valoriza ainda mais o trabalho do produtor. É uma forma de mostrar para o Brasil inteiro a qualidade da nossa fruta”, aponta Sheila Zanette, que preside a principal entidade representativa dos produtores de maça e pera de Santa Catarina, a AMAP.

Fotos: Wagner Urbano – Notiserra

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Um rumo para a antiga BR-2

TRECHO DA ANTIGA RODOVIA DEVERÁ SER ASFALTADA PELO PROJETO ESTRADA BOA RURAL. DAÍ NÃO FALTAM SUGESTÕES

Apesar do silêncio do Paço sobre o tema, passou pela Câmara de Vereadores os procedimentos autorizativos para acessar empréstimo de R$ 10 milhões, via BRDE para a adesão de Lages ao programa Estrada Boa Rural. E no radar da vereança, um dos trajetos que deve receber o asfalto, dentro daquilo que prevê o referido programa, é do início da antiga BR-2, a partir do Avenida Santa Catarina em direção aos sertões de Capão Alto.

E DIANTE DISSO…

Tem surgido sugestões para que os arquitetos do projeto de pavimentação da referida estrada, incluam detalhes na obra a ser executada. O vereador Nixon de Oliveira (PL), por exemplo, quer a antiga BR-2 transformada em um modelo de mobilidade para ciclistas, pedestres, o coletivo em geral:

“Considerando que a antiga BR-2, localizada no bairro Santa Clara, passa por um processo de estudo para revitalização urbanística e viária, tratando-se de via com grande potencial para se tornar um corredor de mobilidade ativa e lazer.

Sugere-se que no projeto seja previsto um espaço seguro e de multiuso para ciclistas, pedestres e práticas esportivas como ciclismo, rollers, patins, caminhadas e corridas, incentivando o esporte, promovendo a saúde dos munícipes e incorporando inovação”.

Nixon quer que a descidona em direção ao Rio Caveiras receba mais que asfalto, mas um projeto que inclua de espaço para ciclista a área segura para caminhada e outras práticas esportivas ao Sul de Lages

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Salvem a araucária do Calçadão!

Colega Milton Barão recebeu relato sobre produto estranho colocado na raiz da araucária do Calçadão que pode levá-la à morte. É uma prática muito comum, quando se quer secar uma árvore, a aplicação de produto próprio para isso. Porém, é de uma estranheza enorme que alguém atente contra a árvore símbolo de Lages no local onde circula mais gente diariamente na cidade.

Considerando que a revitalização da principal praça de Lages, por razões que a falta de razão explica, ignorou a arvorização do local, transformando a área em um espaço com quatro ou cinco árvores (e nada de previsão de novas espécies plantadas) é de se estranhar que haja interesse em ver desaparecer as poucas que sobraram. E logo um dos poucos pinheiros araucária do local. A área afim precisa conferir o que se aplicou na raiz do pinheiro, verificando se isso, de fato, prejudica a árvore, para corrigir, sob risco de vermos as araucárias do Calçadão terem o mesmo destino do velho carvalho…

Nas obras da revitalização nos tempos idos, as árvores existentes no local foram substituídas pelo concreto

NATURALMENTE QUE…

A araucária atacada não estaria ‘incomodando’ o projeto de cobertura do Calçadão cujas providências estão em curso? Acaba-se pensando nessa hipótese, mas não faz qualquer sentido uma incursão nessa linha!

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