Polícia

Judiciário instrui processo envolvendo PMs

Titular da 1.ª Vara Criminal, juiz Geraldo Corrêa Bastos, está tendo um trabalho árduo nesta semana. O Magistrado iniciou a oitiva de um total de 28 testemunhas de acusação e outras 30 de defesas na instrução do processo que envolve a morte de um rapaz, encontrado morto nas águas do rio Caveiras. No processo três policiais militares – sendo uma feminina – e um civil são os indiciados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e ainda o agravante de ocultação de cadáver.

OITIVA DOS RÉUS

Na próxima terça-feira, dia 04, serão ouvidos os próprios acusados que, até onde a gente sabe, apenas um deles (um PM) conseguiu habeas corpus no STJ para responder ao processo em liberdade. Os demais indiciados tentaram o mesmo benefício, mas o Magistrado titular da 1.ª Vara Criminal denegou o pedido. Aqueles detidos estão recolhidos no 6.º BPM e o civil no presídio masculino.

ENQUADRAMENTO

O quarteto está sendo enquadrado por homicídio com qualificadoras do motivo torpe, meio cruel e surpresa. Os policias ainda respondem por inserção de dados falsos em documentos. Quando de interrogatório, o suspeito civil confessou ter matado a vítima com a participação dos três policiais militares. Um deles teria dado um golpe na vítima o deixando quase desacordado. Depois de arrastá-lo, iniciaram as agressões. Já sem vida, o homem foi colocado no porta-malas do carro do réu e levado até a Ponte Velha, local onde foi jogado no rio.

Juiz Geraldo Correa Bastos, titular da 1.ª Vara Criminal, com sua equipe de assessoramento faz a oitiva das testemunhas nessa fase inicial da instrução

MAS ISSO NÃO É CASO DE JÚRI?

Observe-se que mesmo sendo crime contra a vida, o rito até que ocorra o encaminhamento para o Tribunal do Júri é a instrução com oitiva de testemunhas e outros detalhes. Ao final dessa fase o Magistrado não sentencia com pena aos indiciados. Com base naquilo que colher decide pela pronúncia, impronúncia, absolvição sumária ou desclassificação do crime para um daqueles que não é caso de júri.

Fotos e informações: Núcleo de Comunicação TJ/SC – Lages

Compartilhe
Continue Reading
Serra SC

BR-116: Tragédia que poderia ter sido maior

Toda morte em acidente é trágica. Mas há algumas ocorrências que o desdobramento poderia ter consequências ainda mais trágicas. Foi o que ocorreu perto do meio dia desta terça-feira, 28. O campobelense Deivid Barbosa da Silva, 27 anos, provavelmente depois de carregar o caminhão no mato pela manhã, deslocava-se em direção a Lages com seu Mercedes Benz 1620. Ele acabou tombando o caminhão e morrendo preso às ferragens.

CIRCUNSTÂNCIAS

PRF realiza o levantamento circunstanciado desse tipo de acidente. Mas pelo que se observou no local, há possibilidade do Mercedes ter ficado sem freio naquele declive (morro) de quem deixa Capão Alto e acessa a BR-116. Tanto que o caminhão sem controle avanço pela rodovia federal e só foi parar capotado no trevo.

Se no momento que desceu da SC-390 pelo declive em direção à BR-116 tivesse passando algum veículo pela rodovia federal, o risco de uma consequência ainda mais trágica do que já fora, teria se registrado. As toras ficaram espalhadas sobre o trevo e na beira do asfalto na ocorrência atendida pela PRF

Compartilhe
Continue Reading
Política

Impeachment: Moisés vira refém de quem?

Um jogo de xadrez!

É o que se desenha de um procedimento aparentemente bobo, mas que reina no noticiário político nestes últimos dias de janeiro. Deputado Júlio Garcia, que preside a Alesc e que enfrentou um inferno astral ano passado por causa de uma das operações da Polícia Federal, tem em suas mãos o destino da pauta e a definição do caminho para o governador Carlos Moisés: Arquiva o pedido de impeachment ou o deixa tramitar?

DIZEM E EU NÃO AFIRMO

Nas internas da Alesc o que se comenta é que Júlio Garcia está com a chave do impeachment como o homem que segura um coelho diante de uma matilha de cães ferozes. O grupo canino estaria pronto para disputar quem primeiro pega o coelho. Não por fome, mas pela vontade de ‘brincar com o bicho’. Em outras palavras, haveria mais de um deputado pronto para dar alguns recados ao comandante, através das articulações impeachmentescas.

GARCIA, O PILATOS

Também há leitura de que Garcia não faria esforço para tomar decisão personalíssima sobre o tema. Lavaria as mãos. Pôncio Garcia. E liberaria o coelho para que seus colegas de parlamento ‘digam sobre o impeachment‘. Seria uma forma de tentar retirar o governador Moisés do pedestal que ainda o sustenta de ter conseguido o que nenhum político catarinense conquistou até agora: 7 em cada 10 votos numa eleição a governador.

TEM FUNDAMENTO?

Impeachment é igual blitz.

Se você olhar de atravessado para o agente de trânsito, a hipótese de um filtro até encontrar uma irregularidade no carango é enorme. A um interlocutor na Alesc argumentamos que não via juridicidade no pedido feito pelo defensor Ralf Zimmer. “Há motivos políticos. E na política a motivação às vezes é maior que a razão”.

PORTANTO

Talvez sem razão, os deputados poderão testar Carlos Moisés. Se o fizerem, o façam com juízo. Até porque se perderem o juízo, perde Santa Catarina.

Inferninho astral na vida do colega de Eduardo Leite nas peleias da política. Governador Moisés sabe que não fez nada para ser alvo de impeachment. Mas Dilma Rousseff também dizia que não fez…

Foto: Divulgação/Arquivo/Agosto/19

Compartilhe
Continue Reading
Geral

Floripa: Tem quem pense em limitar acesso

Numa manhã dessas, na única semana de folga que tivemos neste janeiro, escutávamos a Rádio Udesc FM de Floripa. Não fixamos o nome do comunicador do horário, mas ele argumentava algo que, do nosso ponto de vista, não faz sentido. Foi quando do espancamento de um médico numa das UBS de Floripa. Revoltado (na sua razão) pelo episódio, o comunicador citava que era preciso estabelecer um mecanismo para limitar o acesso de pessoas para visitar e, principalmente, morar na Capital.

NÃO FAZ SENTIDO

A gente não consegue visualizar um conjunto de regra que transforme uma cidade num ‘condomínio fechado’ onde um estatuto estabeleça previamente quem entra e quem não entra na mesma. Uma pregação nesse sentido contraria a lógica das coisas. E a quem caberia essa tarefa de apontar o dedo, como numa fila de boate, e deixar este e não aquele entrar. Desconheço que exista algo do gênero no Brasil e nem norma nesse sentido.

Ainda mais agora que a Capital ficou com mais saída (e entrada também)

Compartilhe
Continue Reading
Cotidiano

A falta d’água no Condomínio Ponte Grande

Não é vida o que as 200 famílias estão enfrentando no condomínio Ponte Grande. Eles passaram o final de semana com as torneiras sem uma gota d’água. E a razão do desabastecimento, de acordo com as informações recebidas, foi a irresponsabilidade de uma empresa. Na sexta-feira, 24, a empresa que executa obras de pavimentação numa rua cuja rede abastece o condomínio, acabou detonando com a tubulação. Aqueles que fizeram o estrago não comunicaram a Semasa.

CONSEQUÊNCIA

No sábado houve contato no telefone 115 e os técnicos plantonistas que realizam o trabalho de reparo, passaram a percorrer as imediações até localizar o problema. Até isso ocorrer, as caixas d’água foram gastas e os moradores acabaram convivendo com o desabastecimento.

POR FALAR EM PONTE GRANDE…

Esse é o trecho do rio Ponte Grande desde a Avenida Presidente Vargas até a BR-282. O referido rio serve de divisa entre os bairros Santa Maria e Jardim Cepar. No lado direito do rio, sendo avenida à rodovia, não precisa desapropriação para a implantação da avenida, cuja pavimentação é apenas uma das providências que integram o projeto do chamado Complexo Ponte Grande.

Compartilhe
Continue Reading
Geral

2019: 400 mortes nas rodovias federais em SC

Um quarto desse quantitativo de vítimas fatais ocorreu na BR-282. Nessa matemática estão incluídas as ocorrências da Via Expressa, antes de chegar nas pontes em Floripa. Aquele trecho é considerado o de maior movimentação numa rodovia em Santa Catarina. Nos 700 km desde a Capital até a divisa com a Argentina, foram 100 mortes ano passado na BR-282. Só a BR-101 registrou mais óbitos.

MAS JÁ ESTEVE PIOR

Pelos dados da PRF que apurou essas estatísticas, houve uma decrescente no número de mortos nas estradas federais, enquanto a frota apresentou aumento. Chama atenção que a BR-470 cujo trecho catarinense tem a metade da extensão que a BR-282 registrou mais acidentes. Porém, esses foram com menor gravidade.

É preciso considerar ainda que alguns dos ‘feridos graves’ acabam vindo a óbito depois. E esse dado não integra a estatística.

REGISTROS NA BR-116

A rodovia que corta o Estado, interligando RS e PR, registrou 308 acidentes ano passado. Foram 27 vítimas fatais na BR-116.

Na lista desses 27 óbitos, constam essa tragédia ocorrida em Capão Alto, onde cinco estudantes morreram carbonizados depois que o veículo que estavam pegou fogo depois da colisão contra uma carreta

Compartilhe
Continue Reading
Cotidiano

Risco anunciado para ciclistas ali na BR-282

Mire bem de longe essa imagem…

A velocidade é de 70 km/h na BR-282 saída em direção a Floripa…

Respeito enorme a esse ciclista, que inclusive pode ser um dos amigos da gente que pedala nas rodovias da Serra Catarinense. Mas o risco de acidente com consequências graves é grande diante dessa prática.

ASSIM

Temos que considerar a imprudência que caracteriza boa parte dos motoristas e também a hipótese de uma frenagem repentina de um veículo pesado como aquele que segue a frente.

NA SERRA

A quantidade de ciclistas percorrendo rodovias federais e estaduais é bem significativa. Todos adotam os aparatos de segurança nas vestimentas, mas além de se cuidar carece de ficar atento ao movimento do trânsito. Há placas de alerta informando sobre a presença de ciclistas em alguns trechos e, em outros, existe inclusive aquele lembrete da distância de 1,5 m a ser mantido pelos veículos de quem está pedalando. Mas no caso das fotos acima, o risco é flagrante!

Compartilhe
Continue Reading
Economia

Lages está bem até com dados ruins

Diretor da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Amauri Bacci, meio que a combater os dados horríveis da geração de empregos no mês de dezembro, fez um levantamento dos últimos cinco anos. Liberamos o inteiro teor nos comentários e puxamos a observação dele de que “a análise de um número não pode ter um olhar simplista apenas”.

ASSIM

Bacci olha os dados de forma menos simplista e cita que “analisando os números de Lages, verificarmos que dos últimos 5 anos – embora tenham sido fechadas 470 vagas -, este foi o melhor dezembro e ano, pois historicamente nossa queda em dezembro sempre foi pior que esta”. Ele aponta os números

Dezembro de 2015 = – 535 vagas

Dezembro de 2016 = – 630 vagas

Dezembro de 2017 = – 586 vagas

Dezembro de 2018 = -768 vagas

Dezembro de 2019 = -470 vagas

APONTA AINDA

Das principais economias dos Estado Lages foi a que teve a menor queda. As cidades com trabalho temporário de Verão, Florianópolis e Balneário Camboriú, tiveram saldo positivo e São José que teve em saldo negativo de -223 vagas. Outras cidades como:

Blumenau = Dezembro – 3.822

Joinville = Dezembro – 1.785

Jaraguá = Dezembro – 1.560

Itajaí = Dezembro – 1.237

Tubarão = Dezembro – 855

Criciúma = Dezembro – 847

Chapecó = Dezembro – 719

Em outras palavras: Lages foi mal, mas a média geral foi pior em termos de fechamento de vagas em dezembro. O que, naturalmente, numa visão não simplista, não serve de comemoração. Mas também de lamento!

***

INFORMAÇÃO PUBLICITÁRIA

MIRANTE DA BOA VISTA TOMA FORMA

Empreendimento da Terra Engenharia tem até seis opções diferentes de apartamentos. Um deles atende sua necessidade. Financiável das mais diversas formas e numa localização privilegiada. Visite, conheça, negocie!

Aqui tem todas as informações desse empreendimento Terra Engenharia. Registro de Incorporação R3/39.142

Compartilhe
Continue Reading