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Eleições 2026: Impressões iniciais

HÁ UMA SEMANA DE PRAZO PARA A JUSTIÇA ELEITORAL RECEBER O PEDIDO DE REGISTRO DAQUELES HOMOLOGADOS EM CONVENÇÕES. ALGUNS PARTIDOS JÁ O FIZERAM…

OS PRIMEIROS – Jorginho Mello e Adriano Silva registraram a coligação Fé no Trabalho e Pé na Tábua. O vice do candidato do PL tem um dos maiores patrimônios declarados à Justiça Eleitoral. Mais de R$ 21 milhões.

QUASE DE LAGES – Depois dos sofrimentos nas garras progressistas, o Pedrão trocou de time. Filiou-se e vai concorrer a Estadual pelo Republicanos. Ele é pai da Vitória e marido da vereadora mais votada de Lages, Bruna Uncini. Está na minha lista daqueles que torço pelo êxito!

FORTIDÃO – Nenhuma chapa a Federal tem tanto candidato com potencial de votos quanto o Partido Liberal. São 17 nomes registrados sendo que dos quais há 10 candidaturas com potencialidade de êxito.

MAIS FORTE – O PL, de fato, não sabe brincar. Se a lista a Federal é de uma fortidão imensa, para Estadual não deixa por menos. São 35 nomes (poderia ter lançado até 41). E dos 35, é possível apontar 20 com potencialidade de estar na lista dos eleitos.

VEIO, FOI E VEM – Na lista dos candidatos do PL está Massoco, que inclusive tem boa receptividade na Região dos Lagos. Ele se elegeu Estadual em 2022, deixou o cargo porque virou prefeito de Concórdia, ficou 16 meses na função, renunciou o cargo Executivo para tentar voltar à Alesc.

PDT TEM DOIS DE LAGES – Partido do saudoso Brizola registrou dois nomes a Estadual com domicílio eleitoral em Lages: Rita Lang e Magno Júnior.

AINDA A LISTA – Há na lista do PDT um nome com potencial para fazer mais que Rodrigo Minotto. Trata-se de Luciano Buligon, ex-prefeito de Chapecó.

COLIGAÇÃO – Candidato ao Senado pelo PT, Décio Lima deixa claro o posicionamento já no nome da coligação: Santa Catarina com Lula e contra o extremismo.

DA SERRA – Embora seja natural de Descanso, já faz algum tempo que Luci Choinacki escolheu Bocaina do Sul para viver. A ex-deputada de 72 anos é suplente ao Senado.

CAMPANHA – Raimundo Colombo ligou para um prefeito da Região dos Lagos pedindo a sugestão de um nome para ajudá-lo na campanha. O gestor municipal nos disse que irá tratar Colombo igual era tratado quando prefeito pelo então governador. Não sei se isso é bom ou ruim para o candidato. Ou sei?

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Jorginho evita 1º debate em SC

GOVERNADOR INFORMOU AO GRUPO ND QUE HÁ CONFLITO DE AGENDA COM A FUNÇÃO. DAÍ A AUSÊNCIA

Santa Catarina terá o primeiro debate entre os candidatos a governador no pleito deste ano. O encaminhamento foi dado pelo Grupo ND (TV Record e portal ND+). O encontro entre os concorrentes está programado para este sábado, 08, a partir das 13h15.

Jornalista Tatiane Corrêa conduzirá o primeiro encontro dos candidatos ao governo de SC na NDTV

ENTRETANTO

Apenas três dos candidatos irão participar: Ralf Zimmer (PRD) – o mesmo partido do vereador de Lages, Jonata Mendes – , ainda os candidatos Gelson Merísio (PSB) e João Rodrigues (PSD). A assessoria do governador Jorginho, candidato à reeleição pelo PL, informou que um confito de agenda impede que ele esteja presente no debate do Grupo ND.

Merísio aqui no debate de 2018 na NSCTV quando perdeu a disputa para Moisés concorre agora pelo PSB, agregando partidos de esquerda em Santa Catarina, e confirmou presença no debate da NDTV e ND+

João Rodrigues que disputa pelo PSD também estará no encontro que servirá para os estrategistas da campanha de Jorginho Mello medir o significado da ausência em debates. É que a ideia é reduzir ao máximo a participação do atual governador nesse tipo de formato (debate), durante a campanha eleitoral.

A realidade de aparente favoritismo deixa Jorginho em condições de ditar quando e se deve aparecer nos embates com os adversários. Pelo menos nessa caminhada inicial será assim. Se houver uma leitura de que a ausência se constitui algo negativo, que represente perda de votos, a estratégia poderá ser alterada.

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282: Concessão fica para 2027

PUBLICAÇÃO DE EDITAL E NA SEQUÊNCIA LEILÃO DE LOTES DE RODOVIAS COMO A BR-282 NÃO ACONTECE MAIS NESTE ANO

O Ministério dos Transportes atualizou o cronograma das concessões de rodovias federais que incluiam trechos de estradas de Santa Catarina. Com o encaminhamento, tanto a publicação do edital quanto os leilões não mais acontecem em 2026.

TRECHOS DE SC

O programa Rodovias Integradas de Santa Catarina prevê dois lotes de concessão, com trechos das BRs 470, 153, 282 e 480. A previsão apresentada nas audiências é de que os leilões ocorram em setembro de 2027 e os contratos sejam assinados em dezembro do mesmo ano. A expectativa é de que as novas concessões entrem em operação a partir de 2028.

Audiências Públicas, como essa em Concórdia, com a participação do deputado Neodi Saretta, nortearam o novo cronograma que deve ser adotado independentemente de quem for eleito Presidente da Brasil no pleito deste ano.

A previsão de concessões em Santa Catarina, além da BR-480 em Chapecó, inclui toda a parte da BR-470 que passa pelo Estado, além de trechos da BR-153 e da BR-282 a partir de Vargem em direção ao Oeste.

Em um primeiro momento, o trecho que passa por Lages da BR-282 não entra no pacote de concessões, com instalação de pedágio. Mas isso deve ocorrer em um encaminhamento mais adiante.

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Eleições: Atualizada lista da Serra

TEMOS MAIS UMA CANDIDATA A ESTADUAL EM LAGES (RITA LANG) E OUTRA A FEDERAL NA SERRA CATARINENSE

As homologações de candidaturas ocorreram nas convenções e agora é o período em que os partidos apresentam as nominatas para análise perante à Justiça Eleitoral. A partir disso, gradativamente, os nomes são disponibilizados de maneira oficial. A partir dos encaminhamentos dados, temos o seguinte cenário de candidaturas, considerando candidatos domiciliados em Lages e aqueles nos municípios da Serra Catarinense e Região dos Lagos:

CANDIDATOS DE LAGES – ESTADUAL

Cláudia Bratti – PT

Cláudio Bianchini – PP

Elizeu Mattos – MDB

Lucas Neves – Republicanos

Carlos Magno Júnior- PDT

Marcius Machado – PL

Pablo Tessari – Missão

Rita de Cássia Lang – PDT

Vinicius Borges – Novo

Vinicius Borges concorreu a vice-prefeito em 2024 e pelo mesmo Partido Novo, agora concorre a Deputado Estadual

ESTADUAIS NA SERRA CATARINENSE

Adriana Correa (PL) – Vargem

Ane Maris (PDT) – Otacílio Costa

Cide Machado (PSD) – Cerrito

Leonardo Heinzen (PSDB) – Cerrito

Túlio Martins (PP) – São Joaquim

FEDERAL: MAIS FERNANDA NA DISPUTA

Em âmbito de Lages temos Ana Valente (Novo), Igor Marafigo (PT) e Raimundo Colombo (PSD) na disputa à Câmara Federal.

A partir da convenção, além da ex-prefeita Fernanda Córdova (PL) de Palmeira que teve o nome homologado, a atual vice-prefeita de Cerro Negro, Fernanda Conrado (PP) passa a figurar na lista de candidatas a Federal na Serra Catarinense.

A atual vice-prefeita de Cerro Negro, Fernanda Conrado (na foto à esquerda), por sinal, natural de Lages, entrou na lista dos nomes homologados do PP para concorrer à Câmara Federal. Observe-se que, a condição de vice não requer que ela se desincompatibilize ou renuncie ao cargo para poder concorrer. O PP homologou nove nomes a Federal, sendo quatro mulheres e, entre elas, a ex-deputada Ângela Amin que tentará retornar ao parlamento brasileiro.

EM TEMPO – Os nomes citados integram os encaminhamentos para registro de candidaturas. Podem surgir outros de Lages e da Serra Catarinense, assim como, alguns citados deixarem de concorrer por circunstâncias diversas.

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R$ 100 por javali bate na trave

PROJETO FOI VETADO PELO GOVERNADOR JORGINHO. IDEIA ERA REMUNERAR AQUELES QUE ABATEM O ANIMAL

O deputado Camilo Martins (PL) até que tentou estabelecer uma remuneração para aqueles que abatarem javalis em território catarinense. A ideia era incentivar o controle da praga quese alastra pelas regiões do Estado. Entretanto, o projeto aprovado na Alesc bateu na trave na hora da sanção governamental. Seguindo orientação da Procuradoria, o governador Jorginho vetou integralmente o projeto. Um tripé de justificativa levou ao sepultamento da norma aprovada no parlamento:

1 – Ausência de estudo de impacto orçamentário e financeiro;

2 – Descumprimento de regras da Lei de Responsabilidade Fiscal;

3 – Restrições e vedações impostas pela legislação eleitoral para a criação de despesas e benefícios financeiros.

A norma criada na Alesc previa o pagamento de R$ 100,00 a título de indenização para cada javali abatido. Há uma estimativa de 200.000 animais desses em território catarinense. Se o benefício rendesse uma corrida para abater tais animais, os cofres estaduais precisariam comparecer com R$ 20 milhões para infenizar os benfeitores que contribuíssem para exterminar a ameaça.

Significa que a norma que ajuda o produtor rural, embora ainda seja um pouco brucrática, é aquela de autoria do deputado Lucas Neves para o abate controlado, com a devida autorização de tais animais.

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