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Municípios ‘chave’ de Lucas Neves

CANDIDATO À REELEIÇÃO ESTENDE A CAMPANHA A 150 CIDADES DE SC. MAS EM ALGUNS TENDE A SOMAR MAIS VOTOS

Ao testemunharmos o lançamento da candidatura na Acil, percebemos que Lucas Neves faz, dessa feita, uma campanha ‘mais profissional’. Significa uma capilaridade maior na busca de votos, inclusive na informação de sua assessoria, com as amarrações chegando a 150 cidades catarinenses. E embora tenha nesses diversos municípios o apoio costurado, há alguns onde a soma de votos deve ser mais robusta.

NÚMEROS POSTOS

Primeiramente é o caso de Lages onde chegou a 18 mil votos em 2018, caiu para 15.081 em 2022 e, por circunstâncias várias, mira somar até 25.000 na eleição deste ano. Marcius, por exemplo, fez 24.297 votos em Lages na eleição passada. O município onde obteve a maior quantidade proporcional de votos foi Anita Garibaldi. Ali, um em cada cinco votos válidos foi para ele, com 21,58% da votação a Estadual e um total de 1.150 votos. A ideia é manter pelo menos essa votação expressiva.

DESAFIO PARA 2026

Outra cidade que Lucas aposta na ampliação da votação é São Joaquim, o segundo maior colégio eleitoral da Serra Catarinense. Ali ficou como 5º mais votado, com Marcius liderando a votação a Estadual com 1.488 votos contra 673 votos a ele. Nesta eleição tem o apoio do secretário-adjunto de Turismo, Giovani Nunes, além do próprio prefeito Dorinho. Daí a ideia de romper os 1.000 votos. O fato de Paulinha não concorrer à reeleição (ela busca mandato a Federal) também facilita a caminhada de Lucas. Aliás, não só em São Joaquim. Ele somou 634 votos em Correia Pinto, onde perdeu para Marcius e Paulinha e agora reforça o trabalho para ampliar a votação.

A força do apoio a Lucas Neves em São Joaquim. Neste domingo, em temperatura de 1 grau, ele foi recepcionado com militantes e lideranças como vereadores, a ex-vice-prefeita Ana Mello, além de Giovani Nunes e Dorinho.

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Elizeu sai da disputa à Alesc

CONDIÇÃO DE INELEGIBILIDADE RETIRA O EMEDEBISTA DA ELEIÇÃO. ELE ANUNCIA APOIO SEM VOTO A DOIS CANDIDATOS

Evento programado na noite da sexta-feira, 04, selou a saída de Elizeu Mattos do cenário de disputa na eleição deste ano. Ele teve o nome homologado na convenção do MDB e foi registrado na Justiça Eleitoral onde aguardava pelo deferimento da candidatura.

ALIÁS

Deferimento que não iria ocorrer em decorrência de uma condenação em Câmara Colegiada no TJ/SC que o tornou inelegível. Mas a candidatura de Elizeu era monitorada especialmente por Lucas Neves e Marcius Machado. Isso se o emedebista saísse candidato, poderia dividir os votos, reduzindo a votação daqueles que buscam a reeleição a Estadual.

ELIZEU ANUNCIA APOIO

Na última eleição a prefeito de Lages, Elizeu Mattos conquistou em Lages 21.021 votos. Esse espólio ele pretendia trazer para a disputa a Estadual, agregando mais votos para tentar retornar à Alesc. E como as circunstâncias judiciais o colocam fora do páreo, ao anunciar o recolhimento, negociou o ‘apoio’ a um colega do MDB que busca a reeleição.

QUEM?

O deputado Tiago Zilli nascido em Timbé do Sul e com carreira política na cidade de Turvo. Esse é colega emedebista que Elizeu escolheu para tentar transferir parte de seus votos à Alesc. Para Federal optou por Raimundo Colombo. Pela questão da inelegibilidade, ele tem poder de mobilização e vai tentar transferir parte de seus votos, mas o próprio voto não poderá dar. A inelegibilidade pressupõe perda do direito passivo (ser votado) e ativo (votar) no processo eleitoral.

E embora nos tempos em que Colombo foi governador, tenha reclamado do tratamento pouco parceiro que recebeu, Elizeu Mattos acena que ‘mágoas passadas não movem moinhos’. Ao anunciar o apoio a Colombo cita que foi aluno do saudoso LHS e que “as divergências no meio político não podem atrapalhar o que vem a somar e melhorar a vida das pessoas”, numa referência à necessidade de representatividade na Câmara Federal à Serra Catarinense.

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Intensificada propaganda em Lages

CANDIDATOS ADOTAM ESTRATÉGIA DE TENTAR FIXAR NÚMERO ENQUANTO A ENTREGA DA SANTINHOS SE INTENSIFICA

A campanha de Lucas Neves está pagando R$ 1.000,00 para a entrega de santinhos em meio período, sendo que a colaborada que efetuar o trabalho pode somar mais R$ 2.000,00 ajudando na entrega de material ao candidato Jorge Goetten. Esse é apenas um exemplo da estratégia que iniciou nesta semana para intensificar a referência aos candidatos nos bairros da maior cidade da Serra Catarinense. Naturalmente citamos isso porque constatamos com uma das contratadas o encaminhamento. Mas outros candidatos seguem o mesmo ritual, focando na busca de votos e fixação do nome para a eleição que acontece dentro de um mês.

CLIMA NAS RUAS

Se nos bairros a presença dos candidatos é intensificadas a partir da atuação de cabos eleitorais e contratados, nas ruas o desafio é fixar o número através de bandeiras. Em vários pontos da área urbana de Lages a estratégia é colocada em horário determinado pela legislação. Apenas em faixa de domínio federal que as bandeiras não podem ser fixadas, em momento algum. Na passagem pelo Calçadão o lageano tem ideia de como está a disputa por espaço.

Os itens de campanha eleitoral são colocados em espaços que não atrapalham pedestres e têm horário para a retirada. A legislação federal que permite esse tipo de estratégia.

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Um ‘doutor candidato’ de Lages

PROFESSOR OZZY ESTÁ NA LISTA DOS CANDIDATOS DO PRD E TEM UMA BANDEIRA BEM INTERESSANTE NA CAMPANHA

Autonomia farmacêutica. Essa é a proposta de campanha do Professor Ozzy que faz contato para observar sua condição de candidato a deputado Estadual com o trabalho a partir de Lages. Ele observa que é preciso que as farmácias retornem à atividade desempenhada nos tempos idos quando realizavam pequenos procedimentos à população. “E com isso não precisavam aguardar em filas nas estruturas de saúde pública”. Se for fazer um comparativo, o professor Ozzy é um dos mais qualificados para estar no parlamento catarinense, considerando sua formação com com Mestrado e Doutorado, somando à atuação prática como docente e profissional farmacêutico.

Professor Ozzy que concorre pelo PRD, sigla que, considerando nossas estimativas deve eleger entre um e dois deputados Estaduais no pleito deste ano em SC

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Lages: 17h30min para liberar corpo

DEMORA PARA LIBERAR CORPO DE VÍTIMA DE ATROPELAMENTO PELA POLÍCIA CIENTÍFICA CAUSA REVOLTA

Não é porque politicamente está alinhado ao Governo do Estado que o vereador José Osni deixou de exteriorizar uma situação triste em Lages. No início da noite da segunda-feira, 31, a trabalhadora Roseli dos Santos, conhecida como Tia Nega, tentou atravessar a Avenida Carahá na chamada curva da Acil e acabou sendo atropelada por um veículo Fiat Strada. Os ferimentos, infelizmente, a levaram a óbito. Iniciava ali uma longa espera até a Polícia Científica liberar o corpo para os familiares fazerem o velório.

Vereador José Osni relatou na tribuna da Câmara a tristeza e a angústia dos parentes da vítima que ficaram um longo tempo à espera da superação da burocracia para realizar o velório.

MAIS DE 17 HORAS

A Polícia Científica foi informada às 21h05min do episódio. A partir desse horário, passaram-se 17 horas e 30 minutos, com o corpo de Tia Nega sendo liberado somente às 14h35min da terça-feira, 01, para a funerária realizar os procedimentos sequenciais visando o velório. Numa nota explicativa, informa-se que “a Polícia Científica reforça que todos os atendimentos seguem os fluxos institucionais estabelecidos”. Cita ainda que “o intervalo entre a entrada de um corpo no IML e a realização da necropsia não deve ser interpretado, isoladamente, como demora ou ausência de atendimento”.

O QUE NÃO SE DISSE NA NOTA

A informação não oficial aponta, outra situação. Segundo apurado e constatado pelos parentes de Tia Nega, que tentavam a liberação do corpo, a Polícia Científica estaria sem médico legista em Lages. E que teria sido necessário o deslocamento de um profissional de Curitibanos para fazer o procedimento. O fato de levar todo esse tempo – totalizando mais de 17 horas entre o comunicado e a liberação – seria em decorrência dessa situação. A nota da Polícia Científica não aborda essa carência de profissional.

O acidente fatal aconteceu nessas imediações na frente da Acil onde já há pedido de implementação de algum sistema que reduza a velocidade dos veículos, priorizando o pedestre.

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