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Semana do vice: ‘…Na igrejinha’

Porque é autoridade constituída, eleita pelos lageanos, os passos do vice-prefeito Jair Júnior são sempre monitorados, visto que ele não se recolhe e acolhe aqueles que seguem o seguindo.

Nesta semana, Jair Júnior foi ao Conta Dinheiro onde fez uma dobradinha com a criadora de conteúdo Suelen Moraes para dizer que estará na Festa do Pinhão, inclusive convidando o público para os shows. Ao final, ainda marcou um encontro com os lageanos:

– Nos vemos na igrejinha!

CORTA PARA O PARLAMENTO DA PARÓQUIA

Naturalmente o contexto era outro, mas o fotógrafo Gugu Garcia captou o registro abaixo que permite a gente ‘inventar’ que o trio da base está também monitorando Jair Júnior. E, a partir disso, sairia o seguinte diálogo, na fala do vereador Belezinha e no computador da vereadora Bruna Uncini:

Vamo vê! Vamo vê, presidente! Vamo vê o que o home inventou dessa vez!

P. S. Nenhum post aqui na página gera maior engajamento que aqueles que relacionam Jair Júnior. É muito interessante o contexto porque evidencia que, mesmo sem um mecanismo de impulsionamento, por si, os conteúdos reverberam, evidenciando a força que o vice tem nas redes. Isso, apesar dos pesares!

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Acil: Produtor rural terá CNPJ

ESSA É UMA DAS NOVIDADES PARA ESTE ANO. A REFORMA TRIBUTÁRIA TAMBÉM IMPACTA O SETOR AGRÍCOLA

Núcleo de Agronegócios da Acil promoveu rodada de orientações e informações sobre novidades para o setor agrícola, a partir da reforma tributária. A especialista em gestão contábil e tributária do agronegócio, Justine Arruda, detalhou a impacto aos produtores rurais, bem como alertou sobre novidades como o fato de que o produtor rural, a partir da metade do ano, ao invés do CPF nas Notas Fiscais, passará a ter um CNPJ.

TAMBÉM PARA O AGRO

Não teria como a reforma tributária – que está sendo implementada de forma gradativa – abranger outros setores da economia e o agro (que representa 6% do PIB brasileiro) ficar de fora. Assim, no meio rural também se conviverá com os novos impostos (CBS e IS no âmbito Federal e o IBS que é Estadual e Municipal, substituindo ICMS e ISS). Justine Arruda observou, como regra básica, com as mudanças que “produtores rurais com faturamento superior a R$ 3,6 milhões serão obrigatoriamente enquadrados no novo sistema, tornando-se contribuintes do IBS e da CBS”.

AINDA A RESPEITO

Para os produtores com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, a adesão será opcional. Além das mudanças fiscais, ela também abordou temas como créditos tributários, emissão de notas fiscais, contratos de arrendamento rural e a necessidade de organização contábil nas propriedades rurais. Outro ponto destacado foi a obrigatoriedade do CNPJ para parte dos produtores e o período de transição da reforma tributária, que inicia em 2026 e segue até 2033, quando ocorre a unificação completa do sistema.

Segundo Justine Arruda, o cenário exige preparo, planejamento e acompanhamento constante das mudanças para que os produtores rurais possam se adaptar de forma segura e estratégica ao novo modelo tributário.

Com informações e foto de Sheila Rosa – Comunicação Acil

EM TEMPO

Tem muita gente ‘perdida’ sobre esses assuntos nos municípios. Não por ignorância, mas porque se constitui algo complexo que exige constante esclarecimento e, de preferência, numa linguagem simplificada, substituindo o tecnicismo por um entendimento mais didático. Daí a importância de entidades (sindicatos patronais e de trabalhadores rurais) e prefeituras promoverem palestras orientativas utilizando o conhecimento de profissionais para dizer a mudança, alertando, tranquilizando e prevenindo situações futuras, envolvendo quem atua no agro, seja pequeno, médio ou grande produtor rural!

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Valor da Terra: R$ 2 a 17 pelo m²

ÁREA DE CAMPO NATIVO EM LAGES VALE R$ 2,00 O METRO. A TERRA DE PRIMEIRA EM CAMPOS NOVOS CHEGA A R$ 17,00 O METRO

Esses dados integram estudo que o CEPA (um dos braços da Epagri) realiza anualmente sobre o preço da terra em território catarinense. Há terra de todo o preço, dependendo da localização (município) e também da característica (campo, morro, banhado, etc). Os dados deste ano estão sendo compartilhados nesta semana juntamente com a informação de que houve uma valorização no preço das terras, decorrentes do avanço do Agro.

Esse card integra a divulgação dos dados, dando uma ideia sobre característica das terras e localização. Temos, por exemplo, na ilustração acima, o metro da terra de primeira em Campos Novos valendo perto de R$ 17,00 o metro. Traduzindo para o linguajar da Serra Catarinense, significaria que ‘o milhão de campo’ – que são 100 hactares – custaria em Campos Novos, próximo a R$ 17.000.000,00.

PREÇO EM LAGES

Na tabela acima tem uma referência ao campo nativo, bastante característico no território do município de Lages. Seu valor médio se aproximaria dos R$ 2,00 pelo metro quadrado, significando cerca de R$ 2 milhões pelo ‘milhão de campo’. Houve uma valorização na chamada terra de terceira (imprópria para lavouras) por causa da atividade turística no meio rural, bem como pela necessidade de regularização de imóveis rurais que precisam de áreas para reserva legal.

O registro acima é apenas ilustrativo, sem que a informação guarde qualquer relação com a propriedade. Mas à avaliação considera sempre a chamada terra nua, sem plantações, construções e outras agregações

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES SOBRE O ASSUNTO

FONTE DA CONSULTA – A coleta das informações ocorre entre os meses de outubro e janeiro. O trabalho é realizado por técnicos e agentes de mercado da Epagri/Cepa distribuídos em todas as regiões catarinenses, com base em informações fornecidas por informantes-chave, como imobiliárias, cooperativas, sindicatos rurais, associações de produtores, cartórios e órgãos públicos.

CRITÉRIOS – De acordo com a analista da Epagri, Glaucia de Almeida Padrão, para cada município e classe de terra são consultados, no mínimo, três informantes. “Os dados passam por validação estatística, resultando na apuração de preços mínimos, mais comuns e máximos, sendo os valores finais apresentados como referência municipal para cada classe”, explica Padrão.

ALERTA – A Epagri/Cepa ressalta que os valores divulgados são referenciais e não devem ser utilizados para balizar negociações imobiliárias ou processos de arbitragem, já que fatores como localização, topografia, qualidade do solo e nível de aproveitamento agrícola podem gerar variações significativas dentro de um mesmo município.

Com informações de Cristiele Deckert, jornalista bolsista Fapesc Epagri/Cepa

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Lages: Terceiro shopping da Ulbrex

GESTORA DE FUNDOS DE INVESTIMENTOS TAMBÉM ADQUIRIU SHOPPINGS EM VARGINHA (MG) E BRAGANÇA (SP)

Quase que simultaneamente a Ulbrex Capital tornou pública a aquisição de shoppings centers a partir de negociação envolvendo inclusive recuperação judicial de unidades. Na cidade mineira de Varginha, o Via Café Shopping Center passou para o controle de Fundos de Investimentos administrados pela Ulbrex. Além desse mall no Sul de Minas, distante menos de 100 km da Capital paulista, Bragança Paulista passa a ter o Bragança Shopping Center gerido pela mesma empresa, via Fundos de Investimentos. Nesse último caso, o Grupo PCS Shopping possuía uma dívida próxima a R$ 700 milhões com o Bradesco e a recuperação judicial permitiu que a instituição financeira recuperasse valores, mantendo o shopping agora nas mãos de investidores.

SITUAÇÃO EM LAGES

Tal qual Varginha e Bragança, o discurso em relação ao Lages Shopping Center (na foto acima antes da Havan, do Brasil Atacadista e da Cassol) é o mesmo: Novo ‘dono’ que no caso são os Fundos de Investimentos administrados pela Ulbrex Capital, focando dar novo fôlego ao empreendimento, ampliando mix de lojas e tentando atrair mais fluxo de visitantes/consumidores e, por tabela, faturar mais.

ASSIM

O diferencial desse tipo de aquisição e gestão é que, na prática, o empreendimento não tem dono específico. Tem investidor. E esse pode ser qualquer pessoa que se disponha a adquirir ações dos referidos Fundos. E esses vão remunerar bem ou nem tanto o investidor no mercado de ações, a partir do sucesso (faturamento) que apresentar o shopping center. Ou seja, é uma aposta em busca de resultados.

Entendamos que o Lages Shopping Center não passa a se constituir uma propriedade da Ulbrex Capital. Mas com a expertise dessa empresa, com 10 anos de atuação no mercado, administrando Fundos de Investimentos, esses serão geridos pela Ulbrex no fortalecimento dos shoppings centers adquiridos.

TRADUZINDO

O Shopping de Lages deixa de ser um patrimônio que se constituía a garantia de uma dívida (perante o Bradesco) e passa a ser um empreendimento voltado a operar dentro daquilo que é seu propósito de existência, ou seja, ser um shopping center. Mas precisa dar resultado (no caso faturamento) porque o mercado de investimentos não vive de filantropia!

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Capão Alto: 48 milhões de ovos/ano

É O QUE ESTÁ PROSPECTADO COM A UNIDADE AVÍCOLA QUE TERÁ 230.000 GALINHAS (MATRIZES) PRODUZINDO OVOS FÉRTEIS

Veio da própria prefeita Sadiana Mello (PSD) ainda na noite da quarta-feira, 13, a informação e o convite para acompanhar o lançamento de um empreendimento avícola em Capão Alto. O Grupo Rossi adquiriu uma área de 200 hectares em uma propriedade na direção de Campo Belo do Sul e ali será construído um conjunto de 24 galpões que, quando estiverem com produção plena, deverão contar com 230 mil matrizes produzindo até 48.000.000 de ovos férteis. Trata-se de ovos que atenderam granjas incubadoras de diversas regiões do Estado e do Brasil.

INVESTIMENTO DE R$ 75 MILHÕES

Considerando o valor da área de terras adquirida (onde serão instalados os galpões dentro dos padrões sanitários exigidos) e mais as estruturas físicas e demais logística para o empreendimento, o aporte total somará R$ 75.000.000,00. A informação da Amures cita que a unidade será “parceira comercial da Seara Alimentos Ltda e da JBS“. Entendamos que a Seara é, na verdade, uma das empresas da JBS e, portanto, o grupo econômico se servirá da produção também de Capão Alto para sua linha de produção.

IMPACTO PARA CAPÃO ALTO

A prefeita Sadiana Mello comemora o bater de martelo em relação ao empreendimento, pela repercussão que o mesmo dará à movimentação econômica e geração de empregos em Capão Alto. O conjunto de galpões a ser construído integrará o empreendimento denominado Granja 7 de Setembro e, durante a fase de construção, deverá gerar cerca de 100 empregos diretos e ao menos 150 indiretos. Quando entrar em operação, a unidade contará com aproximadamente 80 colaboradores diretos e outros 130 empregos indiretos, envolvendo áreas como logística, manutenção, transporte e fornecimento de serviços.

Aqui o prospecto de parte da estrutura a ser implementada na unidade, ilustração essa que integra o convite para o lançamento e apresentação do empreendimento na quinta-feira, dia 21, no Restaurante Queijo & Cia, às margens da BR-116 em Capão Alto

O convite para apresentação dos detalhes do empreendimento é assinado pela Rossi Agro, responsável pelo investimento da Granja 7 de Setembro e a prefeitura de Capão Alto

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Comitiva convida para a Festa

DEPUTADOS E GOVERNADOR, ALÉM DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO, CONSTITUÍRAM-SE ROTEIRO DE CHAMAMENTO À FESTA DO PINHÃO

Embora todas as atenções ao nível do mar estivessem direcionadas para o aniversário da ponte Hercílio Luz – 13 de maio -, foi nesse dia que se agendou uma série de visitas da prefeita Carmen Zanotto, presidente da CCO, Samuel Ramos e comitiva para convidar autoridades para a Festa do Pinhão.

A princesa Maria Luisa Boeno com pinha na mão e a também princesa Emilie Pereira com o material de divulgação, acomapanharam a rainha Maria Júlia da Silveira e a prefeita Carmen Zanotto na ritualística meio batida, mas necessária, para colocar o evento lageano na vitrine ao nível do mar, como na apresentação perante a tribuna na Alesc

 O Quarteto Coração da Paróquia levou o convite, a programação e o chamamento para que o governador Jorginho Mello se integre à programação.

O governador foi informado que a abertura acontece na sexta-feira da semana que vem, dia 22, quando inicia a programação no Calçadão de Lages. Depois, a parte de shows nacionais, inclusive com acesso gratuito ao parque e à Arena de Shows, ocorre a partir da sexta-feira, 22 de maio.

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São Joaquim terá MYT Atacadista

REDE DE SUPERMERCADOS MYATÃ IMPLANTARÁ SEU PRIMEIRO ATACADÃO NA SEGUNDA MAIOR CIDADE DA SERRA CATARINENSE

É possível apontar como um novo momento para o varejo da Serra Catarinense, a partir de investimento de uma rede de supermercados com longa e histórica tradição. Trata-se da aposta dos Supermercados Myatã que investirá R$ 20 milhões na implantação de uma unidade em São Joaquim, a segunda maior cidade da Serra Catarinense. Mas o Maytã não implementará na cidade do frio uma loja convencional. Vai estrear na linha de atacado com o MYT Atacadista, um novo conceito de loja no formato atacarejo, que promete elevar o padrão de consumo local com mais economia, variedade e uma experiência de compra moderna e acessível.

DADOS DO INVESTIMENTO

Com um investimento aproximado de R$ 20 milhões e mais de 4.600 m² de área construída e 120 vagas de estacionamento, o empreendimento vai gerar mais de 100 empregos diretos e cerca de 300 indiretos, impactando diretamente a renda, o movimento econômico e o desenvolvimento da cidade e dos municípios próximos. “Mais do que uma nova loja, o MYT chega como um marco para São Joaquim. Um
movimento que amplia a competitividade do varejo local, fortalece o comércio e contribui com o aumento da arrecadação municipal criando um ciclo positivo que beneficia toda a comunidade”, aponta a informação sobre o investimento.

SOBRE O EMPREENDIMENTO

De acordo com as informações, o projeto nasce com um posicionamento claro: ser o ponto certo para quem quer economizar de verdade, sem abrir mão da qualidade. “A proposta une preços competitivos, diversidade de produtos e uma estrutura ampla e confortável, pensada para atender desde o consumidor final até comerciantes e empreendedores da região”.

DNA DO MYATÃ’

A rede Myatã iniciou sua história em 1944 e, a partir de 1968 passou a utilizar a denominação com presença em Lages, Caçador e Curitibanos. Sobre o investimento em São Joaquim, aponta-se que:

“O grande diferencial vai além da estrutura. O MYT carrega o DNA do Myatã: proximidade, confiança e presença no dia a dia das pessoas. É uma marca que cresce sem perder o vínculo com a comunidade, que entende o cliente, valoriza o atendimento e constrói relações. A chegada do MYT Atacadista representa um marco histórico para a rede Myatã. A unidade de São Joaquim será a primeira operação da marca no formato atacarejo e simboliza o primeiro passo de um planejamento de expansão estruturado, que deve
ganhar força nos próximos anos”.

FORMATO MYT ATACADISTA

Com esse movimento, o Myatã inaugura uma nova frente de atuação, combinando a experiência construída ao longo de décadas no varejo alimentar com um modelo voltado à economia, volume, variedade e praticidade. O formato MYT Atacadista abrirá caminho para novos investimentos na Serra Catarinense, fortalecendo a presença da marca e gerando novas oportunidades para a região. “Investir em São Joaquim é acreditar no potencial da cidade, na força das pessoas e no futuro da região. É gerar oportunidades, movimentar a economia e criar um novo ponto de encontro para quem busca economia, qualidade e praticidade. O MYT Atacadista chega para ser mais do que uma loja. Chega para ser parte da vida de São Joaquim e do crescimento de toda a região”.

Prospecto daquilo que será o primeiro grande atacadista na segunda maior cidade da Serra Catarinense

P. S.

O conteúdo é informativo sobre essa novidade interessante para o varejo em São Joaquim. O texto é da área de Estratégia e Inovação da Rede Myatã, com pequenas alterações!

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