CONCLUSÃO SE BASEIA NA SEQUÊNCIA DE CHUVA QUE VEM SE REGISTRANDO NA CIDADE E OS TRANSTORNOS DECORRENTES
Considerando aquilo que o meteorologista Piter Scheuer (Clube FM) vem apontando como tendência para este semestre, as notícias não são boas para a Lages. A chuva cairá em quantidade anormal e isso repercutirá na estrutura viária da cidade, além de transtornos aos que residem em áreas mais baixas. A evidência se constatou na chuva intensa da madrugada e manhã do sábado, 11. Não há planejamento e ação preventiva que resolva quando há muita água e vazão limitada. Os dados da Defesa Civil confirmam que chuva torrencial na faixa de 50 milímetros já é suficiente para os problemas que se visualizou…
Esse monitoramento da Defesa Civil indica que a chuva iniciou às 19h40 da sexta-feira. Até as primeiras 6 horas (2h da madrugada do sábado) acumulou um total de 18 milímetros. Mas entre às 2h da madrugada e as 6 horas seguintes foram 42 milímetros. Isso foi suficiente para a cidade apresentar os problemas de alagamentos pontuais.
As chuvas do sábado que causaram transtornos decorrem de 6 horas de intensidade maior (acumulado de 42 milímetros entre 2h e 8h do sábado). E os problemas não se limitam à Bacia do Carahá, com situações que exigiram atuação da Defesa Civil em bairros como Dom Daniel e aqueles nas margens do Rio Ponte Grande, além de áreas abrangidas por rios como o Passo Fundo e córregos diversos.
SIGNIFICA QUE…
A Defesa Civil de Lages e estruturas parceiras como Bombeiros e secretarias municipais terão que ter um plano de intervenções para ajudar as pessoas afetadas pelo aguaceiro previsto (e por certo isso está sendo pensado). Porque, conforme o previsto, vem água acima da curva neste semestre (provavelmente a partir de setembro) e Lages não há outra coisa a fazer, exceto antecipar a preparação para agir quando das chuvas para, principalmente, preservar vidas!















