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Lages emprega mais que demite

EM 12 MESES O SETOR QUE MAIS DEMITIU EM LAGES FOI A INDÚSTRIA: 568 VAGAS FECHADAS. E O SETOR DE SERVIÇOS CRIOU 763 VAGAS EM UM ANO

É preciso aguardar os números do CAGED no final de janeiro, sobre os dados de dezembro de 2025, para fechar o balanço dos 12 meses do ano passado. Entretanto, mesmo considerando os dados de dezembro de 2024 quando ocorreram 724 desligamentos a mais que contratações e os números ruins do quadrimestre maio a agosto, Lages contratou mais que demitiu no intervalo de 12 meses.

ASSIM

Em números absolutos foram sete meses (nos últimos 12) com mais contratações que demissões, somando 1.684 vagas geradas. No mesmo período de um ano houve mais demissões que contratações em 5 meses, com 1.351 vagas fechadas. No encontro dos meses com saldos positivos e negativos, temos 333 vagas geradas a mais que as demissões no período de dezembro de 2024 a novembro de 2025. A realidade é a seguinte:

Dezembro 2024: – 724 vagas

Janeiro 2025: + 286 vagas

Fevereiro: + 706 vagas

Março: + 344 vagas

Abril: = + 108 vagas

Maio: – 41 vagas

Junho: – 184 vagas

Julho: – 402 vagas

Agosto: – 216 vagas

Setembro: + 27 vagas

Outubro: + 177 vagas

Novembro: + 36 vagas

Um retrato do ano de 1975 para ilustrar a informação da geração de empregos em Lages. Entre o registro acima e os dias de agora lá se vai meio século de transformações. Acima a rua Marechal Deodoro que, atualmente, é o Calçadão Túlio Fiúza.

A indústria em Lages fechou no intervalo de 12 meses (dezembro de 2024 a novembro de 2025) um total de 568 vagas de trabalho. Esse dado se chega considerando a diferença entre contratações e demissões ao longo do período.

O setor de serviços, incluindo aqui tecnologia e inovação, áreas da saúde e ensino em geral, responde por um dado absolutamente positivo. Foram geradas 763 vagas de trabalho a mais que as demissões no intervalo de 12 meses.

O comércio manteve a empregabilidade, mas sem agregar, apesar de novas estruturas de varejo que foram inauguradas. Foram apenas 33 vagas de empregos geradas no intervalo de 1 ano. Enquanto a construção civil demitiu mais que contratou e o agronegócio (agricultura e pecuária) manteve o quadro de pessoal sem grande oscilação em contratações e demissões.

Fonte: CAGED/Governo Federal

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