SERRA CATARINENSE NÃO TEM NOME COM POTENCIAL PARA SE ELEGER A FEDERAL. O PL PODE TER UM PARA ATENDER COTA
Com a postura de certo recolhimento do ex-governador Colombo para disputar a eleição deste ano (ele seria o único com viabilidade eleitoral numa candidatura à Câmara pela região), Lages não terá nenhum nome potencial para disputar a proporcional visando vaga em Brasília. Nenhuma sigla preparou e/ou potencializou nome com densidade suficiente para somar perto de 100.000 votos e se cacifar a uma das 20 vagas que estarão em disputa neste ano.
‘NOME RESERVA’
Comocada partido lançará 21 nomes para a Federal e, desses, são necessárias pelo menos seis candidaturas mulheres (cota de gênero), há um nome que estará ‘na manga’ para atender esse requisito pelo PL. Trata-se de Fernanda Córdova, que foi prefeita de Palmeira e atualmente ocupa um cargo de assessora na Casa Civil. Ela deverá se desincompatibilizar da função administrativa até 3 de abril para ficar em condições de, em sendo necessária, integrar a lista de candidaturas do PL no Estado.
CANDIDATURA DE LAGES?
Na verdade, essa condição de ‘coringa’ que se estabelece para o nome de Fernanda Córdova, não se trata de uma articulação da prefeita Carmen Zanotto (Republicanos). Informação apurada de um dos articuladores do grupo político que integra a gestão de Lages, aponta que a eventual candidatura de Fernanda “não se constitui articulação da prefeita”.
Registro de dois anos atrás, de Fernanda Córdova ainda prefeita, despachando com o governador Jorginho Mello. Ela deixou a função de prefeita e passou a ser assessora na Casa Civil, com atuação na Serra Catarinense, mas sem poder de gestão.


