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Lages oferta voo até Congonhas

NÃO É A ESTRATÉGIA IDEAL, MAS ACIL SEGUE APRESENTANDO VOO DA GOL ALÉM DAS FRONTEIRAS DE LAGES

Inicialmente se pensou em espalhar outdoors por locais estratégicos de cidades como Rio do Sul, Caçador, São Joaquim, Vacaria, Campos Novos, Joaçaba e Curitibanos. A ideia era apresentar nesse raio de 150 km de Lages a alternativa de deslocamento a São Paulo, via voo da Gol que opera no aeroporto de Correia Pinto. E com isso, atrair-se-ia demanda de passageiros para ajudar ampliar a ocupação da aeronave (Boeing 737) que transporta 130 passageiros (e mais tripulação). Ao longo das operações desde 27 de novembro, a ocupação fica na casa dos 60%.

CAMPANHA NÃO VINGOU (AINDA)

A ideia de outdoors (talvez rádios e outras ferramentas de divulgação) não decolou. Falou-se em um custo de R$ 400.000,00 e diante de tal realidade financeira, houve recuo. A Acil e demais entes que incentivam o voo buscaram outra estratégia. No Rodeio da Vacaria, mais para lideranças lageanas que do município gaúcho, o voo foi apresentado. Nesta semana, em um aceno de que a ideia da ‘venda’ do voo segue firme, em reunião virtual, a diretoria da Acil apresentou a alternativa de transporte a membros da ACIOC, a Associação Comercial de Joaçaba.

O moisaico dos partícipes da reunião virtual abrangendo lideranças de Lages e Joaçaba na apresentação e sugestão do uso do voo de Correia Pinto a Congonhas.

CHAPECÓ É MAIS VANTAJOSO

Por enquanto, em relação ao município de Joaçaba, o uso do transporte aéreo, via Chapecó ainda é mais vantajoso. Isso porque a cidade do Oeste possui mais alternativa de voos (são oito diários, inclusive dois para Florianópolis) e a distância que separa os dois municípios é inferior a 150 km. Correia Pinto a Joaçaba estão a mais de 180 km de distância, via BR-116 e BR-282.

FOCO DA ESTRATÉGIA DA ACIL

“A mobilização reúne lideranças empresariais, instituições públicas e entidades regionais em torno de um objetivo comum: aumentar a taxa de ocupação dos voos, garantir a sustentabilidade da rota e consolidar o Aeroporto Regional da Serra Catarinense como um importante hub regional de transporte”.

Embora uma campanha em outdoor e rádios nas cidades próximas seja ainda a alternativa mais interessante (apesar do custo), a Acil, dentro de suas limitações, com ajuda da Amures e outras entidades, vem fazendo um trabalho formiguinha para tentar ampliar o número de passageiros no voo da Gol. Não é tudo, mas é melhor que o silêncio sobre o assunto!

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