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Gás: Procon atua devido à guerra

OPERAÇÃO ESTADUAL TEM AJUDA DE PROCONS MUNICIPAIS COMO É O CASO DE LAGES. FOCO É O GÁS DE COZINHA

“A diretriz estabelecida pela prefeita é bem clara: Temos que agir neste momento de insegurança mundial para garantir os direitos e proteger o consumidor de possíveis abusos, levando em consideração a turbulência global e os conflitos no oriente médio”.

A declaração acima é do Executivo do Procon de Lages Kevin Gonçalves Calbusch, referindo-se à sexta fase da Operação Aequus que fiscaliza revendas de gás de cozinha no Estado. A fiscalização é integrada com o Procon estadual e ajuda da Polícia Civil. “O objetivo da fiscalização é de verificar se as empresas estão em conformidade com a legislação vigente e margens praticadas”, complementa a informação oficial sobre a referida Operação.

MONITORAMENTO

Um adendo complementar na informação sobre a Operação Aequus em âmbito de Lages cita que “o Procon esclarece que a realização de fiscalizações não implica, de forma alguma, em um apontamento prévio de culpados ou em uma postura punitiva. O objetivo não é ir contra o setor produtivo, mas sim garantir que as regras do livre mercado sejam seguidas dentro dos parâmetros”. Não há informação se foi identificada alguma irregularidade nos revendedores visitados nesta semana em Lages.

O QUE ISSO TEM A VER COM A GUERRA?

Há cenários de que o varejo de derivados de petróleo, inclusive gás de cozinha, em circunstâncias decorrentes do conflito entre EUA x Irá, pode ‘se aproveitar’ para praticar preços em desacordo, justificando a instabilidade gerada pela guerra. Daí a razão da operação!

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