DEPUTADO LUNELLI FOI PRÉ-LANÇADO À CÂMARA ALTA COMO MAIS UM NOME PARA DISPUTAR OS VOTOS DA DIREITA EM SC
A expressão meio grávida é uma gíria ou metáfora usada para descrever uma situação ou projeto em que há um compromisso parcial, um estado de transição ou algo que ainda não se concretizou totalmente. A descrição contida no google para o referido termo se aplica para a pré-candidatura de reeleição de Amin ao Senado na coligação com PSD, MDB e Federação Progressista (PP e União). Há leituras de que Amin diz que está na coligação, mas não dá acenos claros para isso. Lembra a história do candidato a deputado que foi a Campo Belo do Sul, pediu apoio ao prefeito e esse respondeu: “Vou te apoiar, mas não conte para ninguém”.
ENTENDA-SE QUE…
A postura de Amin faz sentido e ele não está errado. Se mergulhar no projeto de João Rodrigues, pode afastar o eleitor que vota em Jorginho que tem DNA bolsonarista. Daí esse estar não estando tem sido uma estratégia, em tese, inteligente, mas que apresenta riscos. Um desses riscos é ter que dividir os votos não com Carol ou Carlos Bolsonaro, mas com um ‘colega de chapa’. Foi o que ocorreu com o pré-lançamento de Antidio Lunelli ao Senado. O emedebista, por sinal um dos homens mais ricos da política brasileira, apresentou o projeto na chapa com João Rodrigues e Chiodini, prés ao governo.
O mote de Lunelli está no adesivo que é uma indireta (na verdade, uma direta) a um dos candidatos do PL ao Senado, Carlos Bolsonaro que foi ‘importado’ do Rio de Janeiro para concorrer por Santa Catarina
Importante que, no evento com Lunelli, para confirmara dobradinha ao Senado, lá estava o pré-candidato à reeleição Esperidião Amin com Eduardo Moreira e outros integrantes do Manda Brasa, referência carinhosa ao MDB




