PRESIDENTE DA CÂMARA DE LAGES EXPÕE QUE ESTÁ SENDO PRESSIONADO PARA CONCORRER A DEPUTADO FEDERAL. ENTÃO VAI!
“Se for para fortalecer o time, estarei junto”.
A declaração é do vereador Maurício Batalha aos colegas do Portal Cidades SC sobre a dita pressão da deputada Paulinha. Ela pretende trocar a Alesc pela Câmara Federal e, nesse sentido, precisa conseguir uma nominata de nomes que somem votos e a ajudem chegar ao quantitativo mínimo para conquistar uma vaga. No caso, a vaga dela. Entendamos que cada partido concorre com nominata própria, podendo lançar até 17 nomes a Federal e a cada 200.000 votos conquistados (somados os 17) conquista uma vaga.
CONTEXTO DE BATALHA
O colega Paulo Marques até pondera que mais um a Federal pode tirar a vaga de quem tem mais viabilidade eleitoral. Nesse caso ele deve estar se referindo a Raimundo Colombo, o pré do PSD. Mas a gente discorda. Quem vota em Maurício Batalha não vota em Colombo, desde o princípio, agora e sempre. Tem que deixar concorrer e incentivar, até para que essas lideranças não fiquem se achando que são o ‘último pinhão para fazer a paçoca’.
POR SINAL
Maurício Batalha foi apenas o 14º vereador mais votado na eleição de 2024 e vinha de uma birra com a então deputada Carmen Zanotto que havia lhe escanteado na caminhada parlamentar. A eleição à Câmara lhe faz se sentir esse gran articulator tabajara na sustentação do governo municipal carmista, no estilo de que ‘mágoas passadas não movem moinhos’. Daí tem que deixar concorrer a Federal. Deixar e incentivar. De repente concorrer até ao Senado no lugar do Carlos Bolsonaro até porque, sobrenome por sobrenome, Batalha é mais combativo.
Observe-se, inclusive que, de repente, Batalha está no ‘sacrifício’ de ajudar o partido que integra (o Podemos) para somar votos e ajudar ‘o time’. Até porque, na pré-história da atual legislatura e gestão municipal, o nome que se desenhava para concorrer a Federal é desse que aparece ao seu lado. Parceiros de Podemos, ao lado de Lucas Neves, a ideia era de que Jair Júnior fosse o cara à Federal. Mas daí o colega de Batalha acabou levando uns petelecos da vida e a história todo mundo já conhece.



