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Lista: ‘Injustiçados’ pelas urnas

CANDIDATOS A ESTADUAL E FEDERAL FIZERAM VOTAÇÕES EXPRESSIVAS. PORÉM, FICARAM FORA DA LISTA DE ELEITOS

A regra do sistema proporcional prega peças aos que buscam mandato. Nesta eleição à Câmara Federal a ‘vítima’ foi Valdir Cobalchini. O emedebista foi o 10º mais votado e conquistou 99.751 votos. Até os últimos instantes da apuração aparecida na lista de eleitos, mas veio a regra eleitoral e ficou de fora. Outros seis candidatos a Federal com menos votos que Cobalchini conquistaram vaga.

O MDB perdeu uma das duas vagas que possuía no DF. A sigla elegeu apenas Pezenti e Cobalchini (na foto nos tempos da Alesc) ficou pelo caminho apesar dos quase 100 mil votos conquistados.

CENÁRIO NA ALESC

Em âmbito de parlametno catarinense também houve gente acumulando muito voto e ficando de fora, por causa da legenda. Camasão do PSOL somou 43.869 votos. São mais votos que 17 que conquistaram mandato. Mas apenas Marquito do PSOL se elegeu.

TRINTA E SETE MIL E FORA – Marcos Vieira (PSDB) e Gean Loureiro (União) ficaram lado a lado na apuração. O tucano com 37.916 votos e Loureiro somou 37.804 votos. No caso do ex-prefeito de Floripa, restou-lhe a suplência e Marcos Vieira nem isso porque o PSDB não elegeu ninguém.

Marcos Vieira não conseguiu fazer a federação que o PSDB integrou com o Cidadania somar a quantidade mínima para eleger um deputado. Ele não retorna à Alesc.

LIBERAIS – Acima dos 35 mil votos ficaram Jair Miotto (36.971 votos) e Ivan Naatz (35.606 votos), mas como a nominata do PL era muito forte, acabaram ficando pelo caminho.

Naatz tentou ser desembargador no TJ/SC durante o mandato de deputado Estadual e não conseguiu. Agora não garantiu a reeleição, mas deve assumir com o deslocamento de titulares para a equipe de Jorginho, visto que ele é segundo suplente do PL.

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