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Vice: ‘Poder, pode. Mas não vai’

HIPÓTESE DE JAIR JÚNIOR ASSUMIR COMO PREFEITO NÃO É FORA DE COGITAÇÃO. MAS É IMPROVÁVEL

“Poder assumir como prefeito, pode. Mas não vai. Há um conjunto de situações que não se tornará público que impede que o vice assuma em Lages”. A ponderação foi uma das que recebemos sobre a hipótese aventada de Jair Júnior substituir Carmen Zanotto entre os dias 8 e 18 de novembro, quando ela integrará a missão de Descobrimento de Portugal. Entre um corte de bacalhau e um Pastel de Belém, a prefeita fará mensagens atravessarem o Atlântico para saber se o vice ainda não versa.

O CONTEXTO DO TEXTO

A hipótese de Jair Júnior assumir como prefeito não está fora do contexto porque ele é o sucessor natural da titular. E as razões que impediriam que ele ascendesse ao cargo estão em segredo de justiça. Daí não tem como afirmar que ela está impedido, visto que não se sabe o que está decidido nos autos. Pode ser que Maurício Batalha, por exemplo, embora a contragosto assuma a interinidade, e, a qualquer momento, em não sobrevivendo razão para o afastamento do vice, ele chegue e lasque um:

– O qué que tá fazendo nessa cadeira homi do céu!

O QUE SABEMOS

Cogitações a parte, o que existe de fato sobre o fato é que Jair Júnior tem o afastamento da função pública mantida, embora tenha tentado uma liminar para derrubar tal impedimento. Da mesma forma, a remuneração como vice não está sendo paga, atendendo decisão judicial. Ele, inclusive, estaria recebendo auxílio-doença do INSS (benefício popularmente chamado de encosto) porque lhe é de direito, por ser segurado da previdência social e não tem outra remuneração. Logo, Carmen Zanotto deve pegar o voo da TAP tranquila que não será sucedida pelo vice.

– Estamos por isso aqui para mandar na Câmara e na Prefeitura!

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