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Gaeco mira o asfalto em Lages

É A OPERAÇÃO STONE QUE INVESTIGA CONTRATOS DE ATÉ R$ 80 MILHÕES NO PERÍODO ENTRE 2017 E 2024 NA PREFEITURA DE LAGES

Uma operação leva a outra, a partir de informações e documentos apurados. E assim, depois da operação do Gaeco envolvendo a ex-prefeita de Vargem no começo de agosto, por causa de modus operandi semelhante, o Gaeco deflagrou na manhã de quinta-feira, 14, a Operação Stone na Prefeitura de Lages. Não foi presa nenhuma pessoa por causa da operação em si, visto que o alvo é a coleta de provas a partir de 14 mandados de busca e apreensão. Uma pessoa acabou detida durante a operação, mas isso devido a posse de uma arma de fogo.

AUTORIZAÇÃO DO TJ/SC

As ações dos agentes do Gaeco foram executadas a partir de autorização do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, depois de solicitação da Sub-Procuradoria-Geral para Assuntos Jurídicos do MP/SC (Promotoria de Justiça que atua em 2º grau). Isso se dá a questões que envolvem (ou podem envolver) pessoas com foro especial. Os mandados foram cumpridos na prefeitura de Lages e ainda em São José do Cerrito e no litoral, em Itapema.

R$ 80 MILHÕES NA MIRA

A investigação (pelo que informa a área de Comunicação do MP/SC) mira possíveis irregularidades em contratos para pavimentação asfáltica que, somados, podem chegar a R$ 80.000.000,00. “Envolvendo a gestão anterior”, aponta o conteúdo informativo sobre a Operação Stone. O Gaeco trata o assunto como ‘esquema criminoso’ , mas a investigação ocorre em sigilo, como é praxe nas ações dessa natureza. Uma empresa lageana é o principal alvo da operação que teria repassado “inclusive com encontros pessoais, onde os agentes recebiam ilicitamente valores em espécie”.

Além da prefeitura de Lages, os agentes do Gaeco estiveram em mais dois endereços na cidade

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