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Jorginho no aniversário de Lages

GOVERNADOR TEM VISITA PROGRAMADA À AMBEV E PARTICIPAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO DOS 259 ANOS DE LAGES

A própria Secretária de Turismo, Ana Vieira, observou que nas comemorações dos 260 anos de Lages se pensará numa programação mais ampla. Para este ano, numa programação absolutamente modesta, um dos destaques, inclusive no próprio 22 de novembro, quando a cidade celebra seus 259 anos, está previsto um shows gratuito do grupo Expresso Rural no Teatro Marajoara. E quem se integrará às comemorações é o governador Jorginho Mello.

AGENDA EM LAGES

Ele terá uma agenda de visitação à unidade catarinense da Ambev, em Lages. Não há informação se é apenas uma cortesia para conhecer o funcionamento da cervejaria ou se faz parte de algum encaminhamento para que a unidade de Lages volte a operar como antigamente em termos de repercussão econômica na arrecadação da cidade.

A prefeita Carmen Zanotto é a anfitriã no acompanhamento da agenda do governador Jorginho em Lages

QUESTÃO DA AMBEV – O assunto da produção da Ambev em Lages já foi tema de reuniões como essa com o presidente da Acil (Antonio Wiggers) e integrantes da Bancada da Serra (deputados Berlanda, Lucas Neves e Marcius). A Ambev já foi a responsável pelo maior índice de retorno de impostos para Lages. Atualmente a empresa segue sendo bastante importante, mas a movimentação econômica reduziu quase que pela metade. Daí que há uma cruzada para fazer a Ambev ‘voltar aos velhos tempos’, priorizando as operações em SC e não no PR. Isso passaria por uma política de incentivos do Governo do Estado, como era no passado.

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Lages: Prioridade das prioridades

MAIS QUE OBRAS ESTRUTURANTES, O FOCO MAIOR É UMA FAIXA ESPECIAL DA POPULAÇÃO DE LAGES

Importante destacar a preocupação da gestão pública, neste final de semana do aniversário de Lages, com uma das faixas mais importantes da população da cidade: a criança e, em especial, a primeira infância. Remete à campanha eleitoral de 2020, quando Carmen Zanotto circulava nos bairros e exteriorizava certa angústia em relação ao que constatava. “É urgente que se busque políticas públicas para dar a essas crianças uma perspectiva de crescimento e desenvolvimento. E isso parte de um olhar diferenciado à primeria infância”. As palavras, nessa linha, são da atual prefeita de Lages.

SEMINÁRIO SOBRE O TEMA

Porque segue perseguindo algum tipo de ação para priorizar essa parcela da população, a criança na primeira infância, Carmen Zanotto tem provocado desafios à equipe para o que chama de ‘pensar coletivo’ para levar uma política diferenciada de apoio, especialmente nos bairros. O tema foi para a pauta em um seminário realizado nesta semana no Teatro do Centro Universitário Unifacvest.

AÇÃO PRÁTICA

Durante o seminário houve a assinatura do ato de instituição do Grupo de Trabalho Intersetorial da Primeira Infância. O Grupo tem por objetivo promover ações conjuntas entre as pastas da Educação, Saúde e Assistência Social, para a construção de uma política municipal das crianças em seus primeiros anos de vida. “Não podemos pensar na educação infantil como futuro. Temos que pensá-la como presente. As competências de nossas crianças são desenvolvidas na faixa etária dos zero aos seis anos, com a chave de ouro de zero a três”.

AFASTAR DE AMBIENTES TÓXICOS E…

A prefeita de Lages entende que é preciso uma atuação conjunta. “Para que o futuro delas (as crianças) não seja comprometido, devemos compreender que este é um trabalho coletivo, não apenas da Educação. A Saúde deve demonstrar para as gestantes a importância de se conversar com o bebê e a Assistência Social deve libertar nossas crianças de ambientes tóxicos”.

Secretárias Suzana Zen (Saúde), Inês Salmória (Assistência Social) e Cristian de Oliveira (Educação) e a ideia da prefeita Carmen em ter todas as estruturas atuando juntas em ações práticas de apoio à primeira infância

O Grupo de Trabalho Intersetorial da Primeira Infância está instituído no âmbito da gestão municipal e a própria prefeita pretende acompanhar o andamento das ações.

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‘Fim do tarifaço’ não abrange SC

MADEIRA E MÓVEIS SEGUEM FORA DA LISTA DE REDUÇÃO DE TARIFAS. E ISSO É RUIM À ECONOMIA CATARINENSE

Comomorado como avanço a retirada de tarifa de 40% para 238 produtos brasileiros que forem exportados aos EUA, a ‘conquista’ não beneficia a economia catarinense. “Vemos com otimismo, pois sinaliza que os canais de negociação estão sendo efetivos. Mas a lista é composta por itens primários, enquanto Santa Catarina exporta aos EUA produtos industrializados”, diz o presidente da Fiesc, Gilberto Seleme.

“Não foram contemplados itens que fazem parte da chamada Investigação 232, por meio da qual produtos brasileiros como madeira e móveis são sobretaxados. Por isso, seguimos na expectativa de que as negociações entre os dois países possam avançar também nestas áreas”, afirma Seleme. Os produtos de madeira e móveis representam 37,3% das exportações catarinenses para os Estados Unidos.

Seleme (à direita acima) observa que a relação de produtos que tiveram as sobretaxas de importação retiradas tem forte predominância de itens que afetam o custo de vida dos norte-americanos, como o café e a carne bovina. “É provável que novas reduções devam exigir concessões pelo lado brasileiro”.

REFLEXOS EM SC

Com a taxação que elevou tarifas, em vigor desde a metade de julho deste ano, os setores mais afetados no Estado são madeira, peças automotivas, equipamentos elétricos e móveis. Nos meses de agosto e setembro foi registrado pela indústria catarinense o fechamento de 1,7 mil postos de trabalho no setor de madeira, 562 no de móveis, 446 em máquinas e equipamentos e 313 na indústria metalúrgica.

A Fiesc aguarda que um documento do gênero ilustrado por IA acima, faça referências à revisão de taxas a itens como móveis e madeira que sofreram impacto pela medida dos EUA

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O que há de shows para 2026

SHOWS DA PRIMEIRA GRANDE FESTA DO INTERIOR DO ESTADO DÁ IDEIA SOBRE ‘O QUE HÁ NO MERCADO’

Enquanto não é anunciado o edital de licitação para a Festa do Pinhão 2026 (se é que vai ter… o edital), talvez e provavelmente porque o modelo pretendido ainda não está bem definido, a apresentação da programação de shows da ExpoFemi em Xanxerê, dá ideia do que há no mercado.

E…

Se o modelo do evento lageano versar na linha do que foi em 2025, devem persistir atrações mais modestas e de menos apelo de público (como foram os shows gratuitos e com pouca gente no estádio Vidal Ramos). Em se optando pelo modelo de terceirização, entre outros nomes, há opções como aquelas previstas para Xanxerê.

O evento no Oeste é mesclado com expofeira, projetando faturamento de R$ 350 milhões (1/3 do orçamento anual de Lages). Nomes como Luan Santana, Menotti & Fabiano, Ana Castela e outros, integram o rol de atrações no evento que acontece na virada de fevereiro para março.

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Colombo reafirma: Tô fora

EX-GOVERNADOR DIALOGOU COM DIRETORIA DA ACIL E REAFIRMOU QUE NÃO DISPUTA A ELEIÇÃO DE 2026

Um colega das lidas de imprensa em Lages colocou no grupo de profissionais da área que “a quem interessar possa, RC deverá anunciar sua candidatura a Federal dentro de alguns dias”. As iniciais grifadas podem até remeter ao ex-governador Raimundo Colombo, mas se depender do próprio, não existe essa coisa de anunciar e disputar o pleito ano que vem.

CONSTATAÇÃO

Durante a reunião semanal da diretoria da Acil “Colombo disse que não pretende disputar novos cargos”. Ainda segundo a informação extraída da reunião, o ex-governador “considera sua trajetória eleitoral encerrada desde 2018, lembrando que a disputa de 2022 foi movida por senso de responsabilidade”. Pelo que foi relatado sobre o recolhimento o “custo pessoal reforça a decisão de se afastar das urnas”.

Presidente Wiggers com Colombo no ritual do ‘diga ao povo que estou fora’ em relação à disputa eleitoral de 2026

PRESÍDIOS EM LAGES

Durante a reunião da Acil, com relação aos temas regionais, Colombo manifestou preocupação com a possível instalação de dois novos presídios em Lages. Classificou a proposta (e o propósito) como uma ameaça à segurança, à qualidade de vida e ao desenvolvimento da cidade. Defendeu que entidades representativas, como Acil, CDL e Fórum das Entidades, reavaliem essa pauta e se posicionem com firmeza.

De lembrar-se que em que no primeiro ano como governador, naquele 5 de dezembro de 2011, Raimundo Colombo inaugurou o Presídio Masculino de Lages. A obra gigante custou R$ 8,7 milhões e apresentava capacidade para abrigar 352 detentos, oito em cada cela, do regime fechado.

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