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BR-116: Pedido de socorro à ANTT

LIDERANÇAS DA REGIÃO DOS LAGOS RETORNARAM À AGÊNCIA PEDIR PROVIDÊNCIAS SOBRE TREVO NA BR-116

Porque há entendimento de quem utiliza o trecho que o ‘novo’ trevo na frente da empresa Berneck é uma roleta russa para o usuário da BR-116, lideranças da Região dos Lagos estão insistindo para que a ANTT – que é a agência fiscalizadora da concessão – tome alguma providência. “Não queremos perder conterrâneo em acidentes naquele trecho”, aponta o prefeito Adelar de Morais (Cerro Negro). Ele e outras lideranças foram novamente – já haviam feito isso ano passado – pedir providência dos técnicos da ANTT para que o local passe por um novo estudo e o traçado seja melhorado.

A conversa na ANTT em Brasília na semana passada focou essa demanda de melhorias do traçado na BR-116 na frente da empresa Berneck

A REALIDADE DO LOCAL

Para o encaminhamento de acesso (e saída) de caminhões da empresa – seriam cerca de 200 por dia – a BR-116 teve a implementação de duas rotatórias. O problema é que o local passou a ser palco de constantes acidentes, o pavimento (asfalto) é irregular e nem os redutores de velocidade (com limite de 60 km/h) têm resolvido a situação de insegurança.

A alteração no local, com uma via marginal entre a JBS e a Berneck foi implementada faz 3 anos. Nesse período foram vários acidentes, inclusive com óbito, e houve algumas alterações, mas não de maneira que tenha eliminado os riscos de acidentes decorrentes da mudança no traçado da rodovia.

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Maçã: São Joaquim celebra colheita

LOCALIDADE DE SUMIDOURO NA GIGANTE ASTRO TERÁ ATO DA SEQUÊNCIA DA COLHEITA DE 2026

Nem dá para falar em início da colheita da maçã em São Joaquim porque a fruta vem sendo retirada dos pomares há 40 dias. Porém, um ato nesta quinta-feira, 05, celebra o gigantismo dessa atividade para a economia não só de São Joaquim, mas de Santa Catarina. O próprio governador Jorginho Mello se úne à Sheila Forgerine Zanette, presidente da AMAP, demais dirigentes da entidade e anfitriões da Astro Agrocomercial para a solenidade da colheita da maçã em São Joaquim.

DADOS IMPRESSIONAM EM SÃO JOAQUIM

O município é o maior produtor da fruta no Brasil. Para se ter ideia, de cada três maçãs produzidas no País, uma sai dos pomares joaquinenses, principalmente as variedades Gala (que está sendo colhida) e a Fuji (de colheita a partir da segunda quinzena de março). Ano passado o Brasil colheu 850.000 toneladas de maçã. Até meados de maio, quando as últimas Fuji deixarem os pomares, o País deve ultrapassar a barreira das 1.000.000 de toneladas. As projeções estão no gráfico abaixo:

Esses dados são da entidade que agrega os produtores de todo o País e aquele quantitativo significativo de toneladas no Rio Grande do Sul sai, principalmente, de Vacaria e Bom Jesus, nos Campos de Cima da Serra no território gaúcho.

CAUTELA EXTREMA DO POMAR

AO TRABALHADOR RURAL

São Joaquim possui aproximadamente 2 mil produtores de maçã. Há alguns pomares de grandes empresas (Schio, Hiragami, para citar dois exemplos). Mas a maioria é empreendimento de médios e, principalmente, de pequenos produtores. No caso dos pequenos, a própria família faz a gestão que inclui até 40 banhos de defensivos de proteção da planta e da fruta antes da colheita. A partir de médios produtores, a cautela é extrema para, quando da chegada da safra, não faltar mão de obra. São providenciados alojamentos, refeitórios, instalações diversas que atendem aquilo previsto nas normas. Colaboradores são contratados por empreitadas ou com registro de trabalho. E uma desatenção ou outra é exceção na regra seguida pelos fruticultores porque não estão fazendo investimentos para uma única safra.

Equipamentos de proteção e o protocolo comum nos pomares se repete diariamente na tarefa rotineira de trabalhadores que atuam no período de colheita.

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Lojas VF seguem firme em Lages

UMA DAS MAIS TRADICIONAIS – E ANTIGAS – LOJA DE LAGES DESATIVA UMA DAS UNIDADES

“A crise está grande. Até as Lojas VF estão fechando”. Foi uma das mensagens que chegaram no aplicativo sobre esse período de certa tensão e incertezas no comércio tradicional não só de Lages, mas do mundo (por causa do e-commerce). É verdade que no passado já tivemos o Ofertão VF onde agora está um salão de cabeleireiro na Rua Nereu Ramos (abaixo do antigo Bertussi Ribas). E a outra unidade das Lojas VF também fechou as portas na rua Correia Pinto. Porém, essa que é uma das mais tradicionais lojas de Lages mantém as atividades no Calçadão Túlio Fiúza de Carvalho. Quem quiser comprar calçados, conferindo in loco o produto, sem as surpresas da internet, basta chegar na loja dos Verguntz Fernandes.

A lojona da Rua Correia Pinto passa a atender a clientela no Calçadão Túlio Fiúza porque os tempos são outros e o comércio tradicional se reinventa para seguir firme no contexto da economia de Lages

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Exoneração não foi por ‘Carne Fraca’

O DESLIGAMENTO DO EX-DIRETOR DO PRESÍDIO DE LAGES DA FUNÇÃO DE POLICIAL PENAL NÃO GUARDA RELAÇÃO COM A OPERAÇÃO DO GAECO

Porque não existe uma condenação transitada em julgado é recomendável não citar o nome do lageano que atuava como diretor do presídio da cidade e está preso no âmbito da Operação Carne Fraca. Na audiência de custódia pós-prisão, o Judiciário decidiu pela manutenção do encarceramento em unidade especial diferenciada (sem se misturar com presos). A defesa persegue sua liberação através de habeas corpus. Porém, essa prisão não guarda relação com a exoneração assinada pelo governador Jorginho e publicada no Diário Oficial.

OCORRE QUE…

A permanência do referido agenda nos quadros da Polícia Penal de Santa Catarina ocorria em caráter precário, visto que, desde o concurso público, a validade de sua nomeação era discutida nos tribunais. Enquanto se discutia a questão na via judicial, ele atuava na função de Agente Penal ao ponto de ter sido levado à condição de diretor da unidade prisional de Lages.

No chamado Recurso Inominado que a Procuradoria do Estado protocolou na Turma de Recursos em Lages (segundo grau das decisões monocráticas), explicava-se a ausência de direito de estar na função por não ter adquirido a condição para a nomeação (nome fora da lista de classificação nas vagas).

MISTÉRIO DOS MISTÉRIOS

A dúvida que persiste, inclusive entre os Policiais Penais de Santa Catarina, refere-se a identificação do gestor que, em havendo uma decisão desde 2017 para o desligamento da função, atendendo o entendimento judicial, isso nunca ter ocorrido. “Alguém estava sentado em cima do processo”. Foi o que ouvimos a respeito. Será que o Gaeco pode ver isso também?

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Lucas Neves e demandas da BR-282

DEPUTADO FOI NOVAMENTE À SUPERINTENDÊNCIA DO DNIT BUSCAR ATUALIZAÇÃO DE ENCAMINHAMENTOS

Duas demandas consideradas essenciais para a mobilidade com segurança na BR-282 mereceram o retorno do deputado Lucas Neves para uma conversa com o Superintendente do DNIT, engenheiro Amauri Sousa Lima. Uma das questões é o gargalo no acesso aos bairros da região do Guarujá, na área urbana de Lages, nas imediações do Trevo da Avenida das Torres.

O parlamentar recebeu do gestor do DNIT a confirmação de que o projeto de duplicação da BR-282 vai apresentar uma solução de engenharia para o local. Daquilo que será avaliado pela equipe técnica contratada para elaborar o projeto está a hipótese (mais provável) de um viaduto ou alternativa diferente como as chamadas trincheiras (passagem por baixo da rodovia interligando os dois lados das vias marginais como existente na BR-101, por exemplo).

O projeto de duplicação da BR-282 no lote 8 contemplará a previsão de viaduto (ou solução alternativa) no Km 215 (acesso ao Guarujá). Será essa solução a ser adotada para desafogar o tráfego na ‘rótula do shopping’. Naturalmente, a solução (viaduto, por exemplo) pode ser construído antes das obras em si da duplicação, visto que essas devem demorar bem mais, pela complexidade estrutural e orçamentária.

SOBRE AS TERCEIRAS FAIXAS

Lucas Neves buscou também informações sobre a implantação de terceiras faixas na BR-282. Soube que o contrato foi assinado no começo de março do ano passado e a empresa trabalha para colocar no papel toda a parte de engenharia que envolve a implantação de 8,2 km (Palhoça sentido Lages) e outros 6,7 km em locais críticos e que exigem essa solução de engenharia, a partir de Alfredo Wagner. Os projetos das terceiras faixas ficam prontos em meados de 2026 (provavelmente no segundo semestre) e, a partir disso, encaminhar-se-á o processo de licitação para as obras em si.

Este é o espelho do procedimento licitatório que passou por adequações até ser efetivamente executado para a escolha da empresa e, posteriormente, a assinatura do contrato para a elaboração dos projetos. Observe-se que as terceiras faixas contemplarão trechos dentro dos 80 km entre o Km 23 (Santo Amaro) e Km 103 (Alfredo Wagner).

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