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Colombo vira terceira via em SC?

PROJETO ALTERNATIVO NA DISPUTA AO GOVERNO CUJA CONSTRUÇÃO PODE LEVAR A ELEIÇÃO AO SEGUNDO TURNO

Nas pesquisas eleitorais divulgadas ano passado (neste ano elas somente podem ser divulgadas se cumprirem os requisitos da legislação) havia cenários apontando hipótese de Jorginho Mello (PL) chegar a um novo mandato, resolvendo a disputa em 1º turno. Embora apresente um bom discurso e mantenha também o alinhamento no viés da direita catarinense, João Rodrigues (PSD) não estaria com o projeto estadualizado ao ponto de somar, até final do ano passado, 1/4 dos votos válidos.

MAS…

Insistimos que se constituem análises dos levantamentos do ano passado. Mas João Rodrigues está firme no projeto, por acreditar que decola a candidatura à medida que se intensifique o debate, inclusive mantendo a decisão de renunciar ao cargo de prefeito até o prazo limite exigido em lei (3 de abril). Aliás, o prefeito de Chapecó precisa insistir porque não lhe restou alternativa, visto que nem vaga ao Senado sobraria a ele, numa eventual e improvável composição com Jorginho.

Caminha para a improvável presença de Jorginho e João Rodrigues em um mesmo palanque, mas o prefeito João Rodrigues não apresentou até a virada do ano uma fortidão suficiente para ameaçar a reeleição do atual governador.

VIA ALTERNATIVA PARA 2026

Não dá nem para falar em terceira via, visto que João Rodrigues precisa (e pode ser que consiga) criar mais musculatura no projeto para ser conceituado como segunda via. De qualquer forma, costuras ao nível do mar e nas cercanias da savana mais rica do mundo, o cerrado de Brasília, constrói-se um projeto alternativo. Quem tem a tarefa de conduzir tal construção é Gelson Merísio. Ele foi Deputado Estadual e somente perdeu a eleição a governador para Carlos Moisés na disputa de 2018 por causa da onda bolsonarista. Merísio tem alternativas nessa tabuleiro. Uma delas é a escalação de Raimundo Colombo para a disputa ao governo.

COLOMBO?

Para lageanos parece uma obra de ficção o conterrâneo voltar a disputar o governo caatrinense, visto que o ex-governador deu sinais do pendurar de chuteiras na política. Mas o mundo e os encaminhamentos eleitorais dão muitas voltas. Até o final de janeiro, Colombo irá dizer se encara o desafio, tentando ser governador pela terceira vez ou se manterá as chuteiras penduradas. A decisão seria dele. O projeto não. Haveria uma construção coletiva para o lageano ir ao trecho e, considerando o histórico, o bom discurso e a ajuda de recursos, provocar um segundo turno no Estado.

Colombo estaria entre o penderurar as chuteiras ou voltar das umas chimbas no campo político em SC

QUAL CAMINHO?

Desconhecemos a sigla que teria Colombo na caminhada (PSD, União, PSB, MDB ou outra), mas há prospecções, inclusive com diálogos do ex-governador com lideranças no DF e deslocamentos pelo Estado (inclusive Chapecó) para as leituras a essas alturas. Em não havendo essa construção através de Colombo, é provável que Merísio venha para a disputa e procure resgatar aquele eleitorado que esteve com ele em 2018, quantitativo que quase o levou ao comando do governo catarinense.

Colombo e Merísio na costura de um projeto cujo êxito nas urnas é pouco provável, mas pelo menos causa a corrida eleitoral catarinense ‘mais interessante’

Como faz em toda a sua trajetória política, é provável que Colombo recorra inclusive ao Kaiser para aconselhamentos sobre os passos para 2026

Aqui o que escreveu o Portal Viva SC a respeito!

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Vargem a Abdon: Asfalto em 60%

AO TODO SÃO 12 DOS 20 KM DO TRECHO COM CAMADA ASFÁLTICA NA OBRA DE R$ 100 MILHÕES

Os dados da obra de asfaltamento entre Abdon Batista e Vargem na Região dos Lagos dão ideia do custo de uma pavimentação que exige desapropriações, novo traçado, corte em rocha e todas as etapas para a colocação de um pavimento asfáltico. Iniciada nos tempos do então governador Moisés, a obra foi licitada por R$ 100 milhões para os 20 km. A empresa Setep Engenharia avançou nos trabalhos, chegando a 12 km de pavimentação dos 20 km que compõem todo o trecho.

PRORROGAÇÃO DO CONTRATO

A sequência do asfaltamento deve passar pela prorrogação do contrato entre a empresa executora da obra e a Secretaria de Estado da Infraestrutura (SEI). Há uma previsão de que o término com a respectiva inauguração devem ocorrer até junho deste ano. Há uma providência complexa que é o trevo da chegada da SC-452 na BR-282, na área urbana de Vargem. Essa providência não obteve nenhuma ação ainda, visto que o asfalto chegou até o chamado ‘contorno de Vargem’ ficando distante 500 metros da BR-282.

Uma variante que integra o asfaltamento entre Vargem e Abdon Batista que exigiu terraplanagem em abundância, além da construção de uma das pontes ao longo do trecho

Aqui temos o início do asfalto (a partir da área urbana de Vargem) com o corte em rocha no contorno de onde foram retirados cerca de 80.000 metros cúbicos de pedra

Esse trecho é novo (na chegada a Vargem) com a rodovia saindo de dentro da área central e abrangendo um contorno em direção à BR-282. A execução de pontes, como essa da imagem, tornaram a obra mais cara.

SEQUÊNCIA DO ASFALTO ATÉ ANITA

Há previsão de que neste semestre a atualização do projeto para o asfaltamento da mesma SC-452 no trecho entre Abdon Batista e Anita Garibaldi tenha sequência. Houve audiência pública no mês passado na comunidade do Rosário (Anita) e foi encaminhada outra reunião para este ano. O projeto existente é do começo da década passada e, por causa da defasagem, precisa de atualização de dados e valores. A expectativa é de que tal projeto esteja pronto até a metade do ano e, quando o governador Jorginho venha inaugurar a obra em andamento (Abdon a Vargem) autorize a licitação desse outro trecho em direção à Anita.

Lideranças anitenses com o secretário Jerry Comper (SEI) na audiência pública que debateu a atualização do projeto da SC-452 (Anita a Abdon Batista)

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Vice: ‘Ninguém morre nos devendo’

VICE DÁ RECADO NO ANIVERSÁRIO UTILIZANDO FRASE CONSAGRADA PELA TORCIDA DO FLAMENGO

Porque é pessoa pública, investido em cargo para o qual os lageanos o elegeram, Jair Júnior não dá passos sem que seu comportamento deixe de chamar a atenção. Foi assim desfilando de carro conversível ano passado, gravando conteúdos que causa impressão que voltou a ser vereador ou comemorando o próprio aniversário.

E…

Nesse último caso, ao comemorar os 31 anos (ele nasceu em 4 de janeiro de 1995), recepcionou amigos e colocou camiseta com uma frase que reporta à torcida do Flamengo: Ninguém Morre Nos Devendo. Mas seu conteúdo, por via indireta, dá um recado àqueles que ele passou a ter como desafetos.

A frase se tornou popular entre os flamenguistas a partir da conquista da Libertadores 2025. Significa que revanches, vinganças, o ‘dar o troco’, tudo isso ocorre com conquistas. É a ideia do dar a volta por cima com uma vitória maior, com superação.

TRADUZINDO AO CONTEXTO

Embora a frase seja de consumo entre os flamenguistas, a vestimenta do vice-prefeito se constitui um recado àqueles que ele passou a tratar como desafetos por conta dos fatos que acabou protagonizando em março de 2025. Jair Júnior se sentiu abandonado, ‘colocado de lado’ por aqueles com quem caminhava na política. O dito também traduz a lei do retorno sobre, aquilo que se faz a alguém, terá contra si o feito. Mas nesse caso, no contexto da paróquia, quem está experimentando da referida lei (do retorno), é o próprio Jair Júnior que colhe aquilo que plantou com um comportamento agressivo e, em muitos casos, maldoso.

THE BEST DA SEMASA

Milton Barão não me cita por nome, mas aponta (referindo-se a mim) que “um colega blogueiro aponta que o melhor administrador que a Semasa já teve foi o vice”. Nunca foi dito ou escrito isso, até porque o melhor administrador da Semasa até agora foi uma mulher, a Taíse Paeze que conduziu a transição pós-caos do escândalo do lixo com a serenidade que a situação requeria.

VICE NA SEMASA

O que Jair Júnior fez foi implementar um estilo diferente de gestão, comunicando-se muito bem com a população, inclusive com informações didáticas e esclarecedoras. Também se posicionou como um secretário-fiscal, transparecendo que faria um bom trabalho a frente da autarquia. Daí veio o episódio repudiado pelo coletivo que o fez apear do cargo. Com menos de 90 dias na função não poderia ser ‘o melhor gestor’, embora possa figurar bem melhor que qualquer outro que tenha sido preso no comando da Semasa.

Jair Júnior se ensaiava para fazer uma boa gestão, mas as questões pessoais reprovadas pela opinião pública, interromperam a lida na autarquia. Daí, apontá-lo como o melhor gestor que a Semasa teve, não faz sentido.

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Uma dúzia de retratos da paróquia

SÃO FOTOS QUE DESTACAM A CIDADE DE LAGES EM TEMPOS E CONTEXTOS DIFERENTES E TRAZEM NOSTALGIA E SAUDOSISMO

Os registros integram publicações em redes sociais, sendo que muitos integram o acerto do Museu Thiago de Castro. Compartilhamos unicamente para preservar a memória dessa cidade de quase 260 anos e beirando os 180.000 habitantes.

Dos registros mais antigos, aqui a ‘capoeira’ que integrava a região onde atualmente é o bairro da Brusque. Esse registro é de depois de 1922, visto que a Catedral já está ali, imponente

Possivelmente essa imagem é da década de 1970. O Edifício Centenário já está construído e à direita temos o Mercado Público. Essa rua é aquela da descida do atual Colégio Militar em direção à Avenida Carahá em um inverno de neve em Lages

Antes de virar Rua Nereu Ramos, uma das principais ruas de Lages que representa ser mais espaçosa que nos tempos de agora, inclusive por causa da revitalização

Nada de bairro Vila Maria, nem Passo Fundo (ao fundo), as imediações da unidade do Exército em Lages. A avenida que atravessa a foto é a 2º Batalhão Rodoviário. À direita a Vila Militar.

Esse registro é um contraste da rua Marechal Deodoro atravessando os atuais dois calçadões até o encontro com a rua Correia Pinto (na frente do Inco)…

Aqui, em uma imagem da década de 1980, o Calçadão da João Costa já está formado, mas o Túlio Fiúza ainda dá lugar à rua Marechal Deodoro

Uma foto ‘mais recente’ do acervo do IBGE. Observe que a Marechal Deodoro ainda não virou Calçadão e as edificações como do Banco do Brasil (onde era o Besc) ainda era um terreno sem construção

A imagem acima até causa dúvida se é foto ou alguma pintura, mas retrata bem a muvuca que se constituía as imediações do Mercado Público, com o prédio da Estação Experimental lá em cima (Morro do Posto) imponente

Para os lados do bairro Coral, no Sagrado temos o estádio Vidal Ramos antes da iluminação inaugurada por Juarez Furtado na década de 1970.

O bairro Coral ‘mais recente’ com a Avenida Presidente Vargas (direita), a Engrenaco imponente no cruzamento com a Camões e os descampados em direção aos atuais bairros (Jardim Cepar e Panorâmico)

Aqui o bairro Habitação construído na década de 1970 em um modelo inédito de viabilização de moradia

E aqui a rua Coronel Córdova antes do asfalto e da revitalização

Fotos: Publicadas por Júlio Vasco em rede social

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Paço: Perfil da equipe de Lages

DE ONDE VIERAM OS NOMES QUE COMPÕEM O CHAMADO PRIMEIRO ESCALÃO DA PREFEITURA DE LAGES?

Embora se escondendo no anonimato, há alguns integrantes da oposição à atual gestão lageana que emitem comentários nas redes. Criticidade que até seria salutar para o debate, caso viesse de pessoas que se identificassem. Até porque, de fato, a administração liderada pela prefeita Carmen Zanotto tem também os seus pecados e, apontá-los sem usar pseudônimo, não é pecado.

ASSIM…

Há erros e tropeços que mereceriam esse olhar crítico que, via de regra, serve para correção de rumos. E quando vem de quem opta por ficar ‘atrás da moita’ não reverbera. Mas sempre é tempo de dar a cara, em posicionamentos críticos, corajosos e que venham a ajudar a construir uma oposição consciente. Até porque, tem eleição antes da virada da década!

NESSE SENTIDO…

Alguns (que usam nomes falsos para atacar) integravam a equipe da gestão anterior, colocam-se a criticar o perfil dos atuais ajudantes do Paço. Aponta-se que a gestão virou um ninho de indicações políticas, pontuando-se como uma equipe fraca. De fato, há contrastes no desempenho do grupo pacista. Diante disso, vamos conferir o perfil daqueles que estão em funções de primeiro escalão com Carmen Zanotto.

COTA PESSOAL DA PREFEITA

Malek Dabbous – Seplan

Rose Cristina Possato – Saúde

Diogo Schimitz – Comunicação

Sargento Ribeiro – Defesa Civil

Procuradoria – Rosane de Oliveira

Ana Vieira – Secretaria de Turismo

Coronel Cleber Machado – Obras

Carla Zonatto – Fundação Cultural

Iara Subtil – Assuntos Institucionais

Samuel Ramos – Secretaria de Gabinete

Nomes como do secretário Malek Dabbous veio de uma sugestão da Acil, mas se constitui uma escolha da prefeita. Inclusive a própria Carmen Zanotto aponta que profissionais como ele ganhariam muito mais se estivessem em suas atividades privadas, mas estão numa tarefa desafiadora ajudando no projeto de gestão.

TÉCNICOS COMO SECRETÁRIOS

Valdeci Macedo – Fazenda

Milene Zanette – Auditoria

Pedro Donizette – Agricultura

Inês Salmória – Assistente Social

Fernanda Torres – Administração

Assistente Social Inês Salmória foi escolhida do quadro de profissionais efetivos da administração para tocar uma das áreas mais emblemáticas da gestão, a Assistência Social

INDICAÇÃO DEPUTADO MARCIUS

Jean Corbellini – Secretário de Meio Ambiente

Tyrone Machado – Superintendente FME

Jean Corbellini toca a secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente a partir de uma indicação do deputado Marcius, via PL

INDICAÇÃO DO PSDB

Laís Vieira Paim Monarim – LagesPrevi

O PSDB tem um nome técnico no colegiado através da advogada Laís Monarim que lidera a gestão do LagesPrevi

INDICAÇÃO DO PODEMOS (LUCAS NEVES)

Joel Mello Júnior – Indústria e Comércio

Kevin Calbusch – Executivo Procon

Cristian de Oliveira – Educação

ARRANJO INTERNO NO CIDADANIA

Suzana Duarte – Políticas para Mulheres

Nesse registro dos tempos que fazia oposição ao lado do atual vice-prefeito, Suzana Duarte foi a movimentação política feita na equipe, com a entrada dela no colegiado para que o primeiro suplente do Cidadania assumisse na Câmara.

OUTROS ESCALÕES

Há em escalões intermediários da gestão muitos suplentes de vereador que foram nomeados para funções diversas. Isso decorre, principalmente, do fato de que, ao contrário dos partidos da gestão anterior (PSD e PP), o Cidadania não é uma sigla de muitas lideranças em Lages. Daí que houve a vitória na eleição, sem um quadro robusto de ‘ajudantes’, levando à decisão de valorizar aqueles que foram para a rua pedir votos, na condição de candidatos à Câmara. Assim, os escalões intermediários da gestão têm perfil mais político (representado pelos suplentes), que o próprio colegiado. Há o fato de que muitos suplentes assumiram função sem qualquer noção de gestão e, estão, ao longo do tempo ‘pegando no tranco’ a lida.

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Comemoramos 93 anos do Maneca

RADIALISTA NASCIDO EM 1933 NO VALE DO ITAJAÍ ESTÁ DE ANIVERSÁRIO NESTE SÁBADO, 10

Iniciando atividades na Rádio Clube de Lages no mês de setembro de 1949, Manoel Correa, o Maneca coleciona uma série de marcas relacionadas à trajetória como comunicador na radiodifusão. Nascido em 10 de janeiro de 1933 na cidade de Gaspar, ali pertinho de Blumenau, suas incursões foram além do rádio, formando trio musical e marcando seu nome como essa referência para lageanos e serranos.

Maneca nos tempos da Rádio Clube AM, emissora onde ele iniciou a caminhada no rádio quando somava pouco mais de 15 anos em setembro de 1949

Ele testemunhou as transformações, inclusive com a chegada do FM na Rádio Clube, sempre comandando o programa Alma Cabocla nas manhãs da Serra Catarinense

A idade o recolheu da atividade diária na rádio, mas segue como funcionário da Clube FM, inclusive permanecendo mais no litoral (para escapar do frio rigoroso da Serra Catarinense no inverno). Mas o carinho de todas as gerações se mantém a essa referência no rádio em SC

Há uma quantidade enorme de registro dos passos de Maneca nas lidas da comunicação e música em Lages. Ele integrou o Trio Sulino (Tavinho, Maneca e Souzinha) e também o trio acima com o colega de Rádio Clube, Tavinho e Farolito.

Maneca foi precursor dos programas de auditório na Rádio Clube de Lages como o Grande Rodeio nas noites de domingo, quando ao vivo fazia o programa com uma série de atrações e premiações.

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