SUSTENTABILIDADE DO VOO ENTRE CORREIA PINTO E CONGONHAS (SP) REQUER MAIOR MOBILIZAÇÃO
Longe, muito longe – 10.000 pés de altura -, bem distante de querer jogar pedras à iniciativa singela da CDL de Lages e empresas como o Supermercado Martendal em distribuir um card (panfleto digital) para ser espalhado em redes sociais sobre o voo entre a Serra Catarinense e São Paulo. A iniciativa tem sua validade e se respeita o esforço dos envolvidos. Mas esse voo precisa de mais e maior mobilização.
ASSIM
Quando da retomada se falou em diálogos em dirigentes empresariais de cidades como Rio do Sul, Joaçaba e Campos Novos, Caçador e Videira, Vacaria e assim por diante, para ‘vender’ a alternativa de deslocamento a São Paulo. Também de uma campanha de abrangência nessas regiões – talvez outdoor ou emissoras de rádio – chamando para a existência e uso do voo. Ocorre que tais iniciativas – que a gente acredita que ainda serão colocados em prática – estão demorando. E o voo está decolando e aterrissando periodicamente na Serra.
MAIS
É verdade que a Gol tem seus incentivos para operar no aeroporto de Correia Pinto. Mas o melhor dos incentivos sempre será aeronave com mais de 80% de ocupação. Daí, embora tenha sua validade e propósito, não podemos nos limitar a um card chamando para o uso do voo, 50 dias depois que a operação foi remotada. É preciso bem mais!
Naturalmente que são realidades, inclusive geográficas, além da econômica, diferentes. Mas Chapecó tem o equivalente a quase três vezes sua população utilizando os voos no aeroporto Serafim Bertasso. É preciso dar ao aeroporto de Correia Pinto uma visibilidade maior para a utilização dos serviços da Gol. Não dá para conviver com a inconstância das operações devido à baixa demanda de passageiros. Vamos utilizar o voo Correia Pinto a Congonhas e contar para todo mundo que ele existe. Do contrário, não tem como garantir longa duração!






