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Do RPM para Lages: O show do ano

LÍDER DE UMA DAS MAIORES BANDAS DE TODOS OS TEMPOS, PAULO RICARDO FARÁ SHOW SOLO NESTE SÁBADO EM LAGES

Tratamos como uma das maiores bandas de todos os tempos porque vivemos uma época com uma lista enorme de maiores bandas fazendo o que se vê com certa raridade atualmente: música. Falamos do RPM, que bateu todos os recordes de venda e público na década de 1980, embalando gerações. E entre o surgimento na metade daquela década e os tempos da crise musical de agora lá se vão 40 anos.

SHOW EM LAGES

O líder do RPM comemora as quatro décadas subindo ao palco, em performance solo, apresentando um repertório eternizado na memória de muita gente. O público da Serra Catarinense está sendo agraciado com a possibilidade de recordar bons tempos e consumir música de qualidade em show programado para Lages neste sábado, 08.

No show Rock Popular que será feito em Lages, além do repertório do RPM, Paulo Ricardo interpretará músicas de Raul Seixas, Cazuza e Renato Russo.

Jornalista por formação, inclusive já tendo residido em Florianópolis, Paulo Ricardo formou com o saudoso parceiro Luiz Schiavon, uma das mais icônica bandas de todos os tempos no Brasil. Quem gosta de música pop rock e aprecia um show de luzes embaladas no melhor ritmo de todos os tempos tem encontro marcado o Centroserra neste sábado à noite.

P. S. Ingressos antecipados no Minha Entrada!

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Coleta: Lages aposta na reciclagem

MODELO A SER EXECUTADO VIA CISAMA (AMURES) E APOIO DO CAV TEM MÚLTIPLOS RESULTADOS POSITIVOS

É possível afirmar – assim logo no início da nova logística da coleta de recicláveis em Lages -, que a iniciativa liderada pela Paula Granzotto, diretora presidente da Semasa, será um sucesso. Isso decorre da realidade de números atuais que são absolutamente passíveis de serem superados.

NÚMEROS DA COLETA

Lages produz 103 toneladas por dia de material reciclável (3.100.000 kg/mês). Para você ter ideia, essa quantia equivale a duas carretas Tipo Julieta (19,8m) carregadas. E apenas um percentual de 0,56% em média (pouco mais de meia tonelada por dia) é reciclado. Pelos dados, Lages não chega a reciclar 18 toneladas por mês desse universo de 60 Julietas mensais recolhidas de residências e empresas. Em um comparativo ilustrativo: Produz-se 60 carretas e se recicla menos da metade de uma carga de tais Julietas.

VANTAGENS MÚLTIPLAS

A Semasa desembolsa R$ 169,89 por tonelada de lixo reciclável que chega ao Aterro Sanitário. Deixar de encaminhar o material significa não gastar esse valor, ampliar o tempo em que aquele local (o aterro) receberá lixo e ambientalmente é positivo, além dar renda a esse processo de reaproveitamento de recicláveis.

SOLUÇÃO ENCAMINHADA

Para sair daquelas meras 17 toneladas de recicláveis por mês, com todas as vantagens citadas, é que inicia uma nova fase no sistema desse tipo de coleta. A Semasa fez parceria para que o Cisama (Amures) faça a gestão da coleta reciclável e o CAV escale extensionistas (atuação in loco) para orientação à população. Até porque, a iniciatia dependerá do esforço e colaboração das pessoas. Mas é certo que não há custo à população e o resultado sempre positivo.

Familiarize-se com essa frota porque será nela que ocorrerá o transporte do material coletado para ter destinação diferente em relação ao Aterro Sanitário

Parte do grupo que atuará na gestão do programa de reciclagem sob a supervisão da própria diretora presidente da Semasa, Paula Granzotto, na parceria costurada com Cisama e CAV

Fotos: Nilton Wolff e informações Allan Borges

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Turismo: Serra foca protagonismo

SÃO JOAQUIM FOI FINALISTA COMO MELHOR DESTINO TURÍSTICO NA PREMIAÇÃO VENCIDA POR JOINVILLE

Turista vai onde tem turista.

Urubici é o maior exemplo disso.

A cidade tem atraído tanto a atenção que, buscas pela cidade mais fria do Brasil em pesquisas na Europa, nem Urupema, nem São Joaquim. Urubici tem ‘roubado a cena’.

E a boa notícia é que nunca se esforçou tanto para ‘vender’ o turismo da Serra Catarinense, inclusive por dirigentes de municípios e entidades que, até então, assistiam o decolar invejável (quase apenas) de Urubici na atração de visitantes e empreendedores. Bom Jardim da Serra evolui e São Joaquim percebeu que só de fama não se constrói um turismo frequentativo.

NESSA LINHA…

A volta do Troféu Beto Carrero (TBC) e o Top Turismo, iniciativa da ADVB/SC com apoio do parque da família Murad e Governo do Estado, confirmou que é preciso muita estrada para que os cases e estruturas da Serra concorram em pé de igualdade com empreendimentos estruturados e atrativos já consolidados. Tanto que São Joaquim, o município, concorreu a Melhor Destino, com Joinville (daquela vocação industrial) vencendo no naipe (destino) porque a caminhada de lá não é de agora.

E

E apesar da referência de alto padrão na hospitalidade e hospedagem se constituir referência do Rio do Rastro Eco Resort, o Floripa Airport (que deixou de se parecer com uma rodoviária das antigas se comparados àqueles da Europa), venceu o Troféu Beto Carrero e o Top de forma incontestável. Em termos de empreeendimento é a principal porta de entrada de turistas, agregando não só estrangeiros, mas nativos do Brasil no território de SC.

São Joaquim ainda vai vencer o Top Turismo como Melhor Destino porque há passos largos sendo dados nessa direção. Mas neste ano protagonizou apenas a condição de finalista no prêmio de destino turístico vencido por Joinville.

O Top Turismo ADVB retorna para incentivar municípios e empreendimentos a apostar cada vez mais nesse setor que é, cada vez mais, muito importante à economia.

Prefeita em exercício de Joinville, jornalista Rejane Gambin, recebeu o prêmio onde Joinville disputou com Garopaba e São Joaquim como Melhor Destino Turístico. Joinville também se destacou na categoria Personalidade Turística, com a entrega do Troféu Beto Carrero, concedido para Maria Conceição Junckes. Ela que já atuou na gestão municipal e trabalha há anos na ampliação da visibilidade de Joinville como um destino com diversas possibilidades.

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Lages estanca desemprego

DADOS DE SETEMBRO SÃO ALENTADORES DIANTE DA REALIDADE DE DEMISSÕES EM DECORRÊNCIA DO TARIFAÇO

Não são números para sair soltando foguetes, mas é uma realidade, pelo menos positiva, diante daquilo que vinha se registrando nos últimos meses. O quadrimestre entre maio e agosto apresentou uma sequência de dados negativos em relação à empregabilidade na maior cidade da Serra Catarinense. Para se ter ideia, no somatório dos quatro meses, foram fechadas 844 vagas, naquela matemática que considera somente CTPS assinadas e resulta do cálculo entre admissões e demissões nos diversos setores da economia.

EFEITO TARIFAÇO

Embora julho tenha sido o mês do maior número de desligamentos de trabalhadores com carteiras assinadas (foram 402 demissões a mais que as contratações), agosto apresentou o reflexo de demissões na indústria madeireira (287 vagas fechadas). Porém, o desemprego no mês seguinte não apenas desacelerou, como invertou a curva de demissões. O mês de setembro fechou positivo com 32 vagas geradas a mais que as demissões nos mesmos 30 dias.

DADOS SETORIZADOS

A própria indústria fechou positivo, com 22 vagas geradas a mais que as demissões. O comércio respondeu com mais 50 empregos gerados em setembro. O setor de serviços não fechou no vermelho, gerando mais 5 vagas e o que ‘vermelhou’ nos índices foi a construção civil com 41 empregos fechados e o agronegócio com 4 vagas a menos.

Dados sobre a empregabilidade são oficiais (CAGED) e os números divulgados no fechamento do mês de outubro se referem a setembro com Lages apresentando uma reação à tendência de fechamento de vagas nos diversos setores da economia, algo que se constatou entre maio e agosto de 2025.

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O compasso do trio do Paço

HÁ DUAS PRÉ-CANDIDATURAS POSTAS PARA A DISPUTA DE 2026 E UMA TERCEIRA QUE DEPENDE DE CIRCUNSTÂNCIAS

Se o que podemos chamar de oposição em Lages tomou chá de sumiço e não há articulação e nem aceno de pretensão para a disputa eleitoral que ocorre dentro de 11 meses, o grupo que administra a cidade tem pré-definições e leituras de cenários para uma provável terceira definição.

DEFINIDO – O que está definido é que os carmistas trabalharão para o projeto de reeleição de Lucas Neves e Marcius Machado, postura coerente diante do trabalho que ambos fazem e daquilo que representam em termos de representatividade.

‘ACHO BRABO’ – Quando citamos que, talvez, pelas linhas tortas do destino político, na típica teoria do boi voando, o Paço tenha que pedir votos a Elizeu (também à Alesc), por causa do alinhamento do MDB na garupa do PL ao Governo, a reação que ouvimos de um dos próximos à prefeita Carmen foi um típico termo lageanês: Acho brabo!

SIGNIFICA QUE…

É improvável que mesmo que o MDB esteja – e deve estar – com Jorginho, haja grude com Elizeu. Até porque, “soaria estranho entrar agora e já pegar a janelinha”. As palavras entre aspas também ouvimos na leitura do cenário. Ademais, Elizeu é do grupo de Pinho Moreira que segue resistindo ao canto de Jorginho. Tanto que Pinho insiste no MDB desembargar do governo e ter seu próprio projeto. Como se ele mesmo não conhecesse o partido que integra.

TERCEIRO NOME DO TRIO

Foi ainda na primeira quinzena de outubro que abordamos (presencialmente) tanto Samuel Ramos quanto Carmen Zanotto, sobre a hipótese de ele concorrer a Federal pelo grupo do Paço. A prefeita nos disse que as definições nesse caso (do Federal) serão mais adiante. “É um nome que consideramos”, apontou cautelosa para que, em caso da engenharia política exigir alternativa diferente, não acabe passando a impressão de ‘fritura’. Da mesma forma, numa postura que procura também não melindrar decisões futuras, Samuel Ramos é econômico na fala. E sem se recolher aponta:

“Se necessário, estou preparado. Nessa lida, sempre temos que estar à disposição do projeto político. Mas qualquer passo só será dado a partir do que a prefeita entender melhor, principalmente no foco de ajudar o projeto do governador Jorginho. Ou seja, se concorro ou não, o tempo, a prefeita e o governador dirão”.

Para a eleição proporcional temos claro o apoio do grupo que administra Lages à reeleição de Marcius e Lucas Neves. Em relação a Samuel Ramos é a típica postura de ‘soldado do projeto’ que só entra na batalha se ‘os comandantes’ entenderem importante (e necessário) acioná-lo para isso!

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Orçamento vai a quase R$ 1,2 bilhão

NESTE ANO O TOTAL ARRECADADO JÁ DEVE ULTRAPASSAR A CIFRA DE R$ 1 BILHÃO

“Nós tivemos um crescimento da projeção que estava de R$ 840 milhões para R$ 1 bilhão e 13 milhões. Então se arrecadou mais do que o esperado. E para este próximo ano (2025) torcemos para que se arrecade mais ainda”. Essa fala foi do vereador Belezinha (Cidadania) lá no começo de março deste ano sobre o orçamento costurado para o primeiro ano de gestão da prefeita Carmen Zanotto. Entendamos que uma coisa é o projetado (estimado) e o outro é o orçamento executado. E no caso de estimativa, foram apresentados na audiência pública da LDO nesta semana, os números para 2026.

VALOR ESTIMADO

Considerando a crescente, inclusive devido ao aumento no PIB, em 3,03% neste ano, em comparando ao percentual consolidado de 2024, teremos um orçamento estimado em R$ 1.034.189.500,00. Isso significa que o orçamento executado no ano que vem poderá se aproximar de R$ 1,2 bilhão porque nos valores estimados não estão recursos de emendas parlamentares e de algumas outras fontes.

OUTROS DADOS

O PIB de 2024 somou o total de R$ 6.479.546.345,94. Para a formulação da LOA – Lei Orçamentária de 2026, a equipe da Secretaria da Fazenda trabalhou com uma inflação estimada em 5% e um crescimento do PIB local de 0.80%. Cerca de 53,22% do Orçamento (R$ 550.3 milhões) são para despesas com pessoal e encargos (salários, aposentadorias, benefícios, vale-alimentação, impostos trabalhistas, etc.)

MAIORES FATIAS DO ORÇAMENTO

1 – Educação – R$ 268.000.000,00 (25,92%)

2 – Saúde – R$ 203.400.000,00 (19,67%)

3 – LagesPrevi – R$ 125.700.000,00 (12,15%)

Valdeci Macedo, que participara da reunião em março na Câmara, acompanhou a apresentação da LDO já como novo titular da Secretaria da Fazenda. Do orçamento para o ano que vem, há uma previsão de R$ 21.300.000,00 para custear as despesas diversas da Câmara de Vereadores. E o projeto orçamentário é o último a ser votado no ano legislativo.

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