ANIMAIS SÃO CAÇADOS, MAS EM QUANTIDADE BEM MENOR DO QUE DEVERIA SER NA SERRA CATARINENSE
Um disparo ou outro nos confins da Serra Catarinense é indicativo que capatazes de propriedades rurais, nas andanças da lida, encontraram uma vara dos asselvajados javalis. Geralmente com bons cães de caça, acabam por encurralar os bichos. Apesar do tamanho avantajado, não conseguem abater mais que um ou dois da vara por causa das cautelas para não atingir os cães e da própria segurança.
E…
Se há um efeito manada nas orientações para não consumir a carne, há quem ignore isso utilizando a técnica consiste em imediatamente retirar as víceras, deixando somente a carcaça. Se a carne vai para tratar os cães ou se serve para um bom assado, fica a critério do caçador. Entre a burocracia das autorizações e fiscalização sempre presente e atenta, nas propriedades rurais atacadas por esses animais, a solução tem sido no tiro.
ENTRETANTO
Essa prática não chega nem perto de um mínimo de abate que deveria ocorrer, para controlar e impedir a proliferação da espécie exótica, invasora que, além de perigosa (pode atacar as pessoas), ainda responde por perdas em áreas plantadas. A caça, o controle, o abate, deveria ser potencialmente maior, para minimizar os efeitos da presença de tais animais nas áreas rurais da Serra e boa parte de Santa Catarina.
Nas lidas rurais deparamos com o caçador levando o troféu da andança. Sucesso na empreitada e certeza que, mesmo de forma discreta, esses animais vão sendo combatidos na Serra Catarinense. Que a caça e o controle sejam mais intensos e constantes. A atividade rural agradece!



