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Urupema: Engenheira nos quadros da PF

ENGENHEIRA MECÂNICA DE URUPEMA SUPERA AS FASES E PASSA A INTEGRAR O QUADRO DA PF

Mais de 137.000 inscritos para 630 vagas é indicativo de que o Concurso Público para funções como da Agente da Polícia Federal é bastante concorrido. E não basta passar nas chamadas provas objetivas. Há outras fases que o candidato precisa superar como apresentação de exames, investigação da vida pregressa, teste de aptidão física e o psicoténico. A engenheira mecânica Mariana Medeiros Ghizoni conseguiu superar todas essas etapas e se constitui a única catarinense mulher a passar para a função de Agente da PF.

DA SERRA AO DF

Natural de Urupema, Mariana Ghizoni passa a frequentar a Academia da PF em Brasília, onde ocorre o curso de formação antes da nomeação e posse. Os novatos da PF geralmente iniciam a caminhada em áreas de fronteiras e Estados mais distantes como Amazonas, Acre e Mato Grosso. É a colocação no concurso que permite escolher as vagas.

Realizar a preparação em Brasília é outro desafio por causa do clima seco. Mariana iniciou do zero a preparação para o concurso há 2 anos e, embora o conhecimento jurídico predomine, a formação em um curso técnico (engenharia mecânica) não foi impedimento para lograr êxito no certame.

Mariana Ghizoni participando da Corrida contra a Pólio em Lages, atividade física essencial para vencer os desafios do TAF na PF

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