TRAVESSIA ENTRE AS LOCALIDADES DE SÃO JORGE E ESCURINHO NÃO RESISTIU A PRIMEIRA CHUVA
Foi na virada de junho para julho que a fortidão da correnteza das chuvas levou pranchões e afetou até os pilares em concreto da ponte sobre o Rio Pelotinhas, uma das ligações com a Coxilha Rica, entre as localidades de Escurinho e São Jorge. Lá se foram quatro meses até que houvesse uma providência emergencial de colocação de outras pranchas de madeira e liberação da passagem para veículos leves. Porém, a providência demorada não restou resistente à primeira chuva forte. O temporal da quarta-feira, 04, levou as estruturas fixadas para a travessia.
A providência temporária que levou quatro meses para ser iniciada e construída..
Veio o aguaceiro de quarta-feira e a estrutura de madeira não resistiu, bloqueando a passagem novamente entre as duas localidades
Quem depende e precisa da travessia, fez registro antes do aguaceiro, apontando que é preciso fixar a estrutura de madeira no concreto (e não apenas colocar calços para nivelar as toras de eucalíptos) do contrário vem a correnteza e leva a ponte.
O QUE ESTÁ PREVISTO?
Essa solução de madeira era temporária. Há previsão de construção dessa travessia em concreto, elevando a estrutura, o que resolveria, em tese, em definitivo o problema. Sem essa alternativa de passagem, quem reside na localidade de São Jorge tem como alternativa a ponte na SC-390 (onde tem asfalto) ou o caminho pela localidade de Morrinhos.




