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Educação: 3.000 no Congresso em Lages

CONGRESSO DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL ACONTECE HÁ 19 ANOS E A SUGESTÃO É INTEGRAR OS MUNICÍPIOS DA AMURES

Em tempos de recesso escolar, profissionais da Educação de Lages se atualizam. Isso acontece desde o começo do século através do Congresso Municipal de Educação. Ao todo 16 seminários temáticos e 85 oficinas pedagógicas integram o evento voltado aos profissionais do Sistema Municipal de Educação, mas aberto a professores das redes Estadual e de Escolas Privadas, além de estudantes de graduação (Uniplac e Unifacvest). Ao todo, são mais de 3.000 pessoas participando de um dos maiores eventos ligados à educação em SC.

Uma ideia do ambiente do Congresso de Educação que acontece pelo décimo nono ano em Lages

RETORNO PRESENCIAL

Por causa das circunstâncias geradas pela Covid-19, o Congresso de Educação deixou de ser presencial nos últimos anos. “Estamos saindo de cinco anos de Congresso ocorrendo de maneira online e retornando para o formato presencial. São mais de três mil professores para pensar e refletir sobre a educação. É o maior Congresso da história de Lages em termos de inscritos e estrutura”, realça o secretário Cristian de Oliveira (Educação).

Secretário da Educação na fala aos presentes durante o início do Congresso que acontece em Lages

REGIONALIZAÇÃO EM 2026

Durante a abertura do Congresso, a prefeita Carmen Zanotto atribuiu uma ação conjunta dos municípios da região na área da educação como motor para o desenvolvimento regional e valorizou as ações desenvolvidas na área da educação nos seis primeiros meses do governo.

“Que o próximo Congresso, o XX, tenha a coluna mestra da unidade dos 18 municípios da Serra Catarinense”, desafiou a prefeita. Ela disse mais:

“É a educação que vai transformar as nossas cidades, que vai fazer com que possamos deixar para trás os baixos índices de desenvolvimento. As nossas ações foram mais intensas na área da educação do que outras, porque a educação transforma o hoje”.

Prefeita de Lages quer profissionais da educação dos municípios da Amures integrados ao Congresso da área a partir de 2026

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Cirurgias: O paciente 1.000.000

SC CHEGA A MARCA DE 1 MILHÃO DE CIRURGIAS E APRESENTA A EVOLUÇÃO DOS PROCEDIMENTOS AO LONGO DOS ÚLTIMOS ANOS

“Eu nem acreditei quando me ligaram, achei que era mentira, finalmente vou viver sem dor”. A declaração é de Marco Antonio Silveira. Ele tem 47 anos, é mais um paciente dos mutirões de cirurgias, mas representa um marco importante. Silveira foi o paciente de número 1 milhão, ao realizar a cirurgia de quadril no hospital Governador Celso Ramos, pelo programa de Cirurgias Eletivas. A Secretaria de Estado da Saúde divulgou o gráfico comparando quantitativos do primeiro semestre de cinco anos…

Os dados apontam a sequência evolutiva dos números de procedimentos…

Neste ano, nenhum mês se fez menos de 10 mil procedimentos com destaque para maio que superou as 15 mil cirurgias

OS DADOS

Em dois anos e meio, o Estado realizou 650 mil procedimentos eletivos e 360 mil emergenciais, chegando a marca de 1 milhão. Foi o maior investimento em Saúde já realizado pelo Estado com aporte de R$ 6,5 bilhões. “Nosso objetivo é diminuir o tempo de espera para os procedimentos eletivos para que nenhum catarinense espere anos para realizar uma cirurgia independentemente de qual seja a especialidade”, aponta o secret[ario Diogo Demarchi (Saúde).

MODUS OPERANDI

Iniciativas como a criação da Tabela Catarinense, as habilitações estaduais de especialidades de alta complexidade, os investimentos nas estruturas dos hospitais, aumento na produção dos hospitais próprios e a parceria com instituições privadas. Tais ações estão fazendo com que Santa Catarina cheque a esses números. Para se ter ideia, os procedimentos eletivos com internação tiveram um salto de 92% em relação ao ano de 2022. De janeiro a junho deste ano foram realizados 83.471 mil procedimentos, enquanto no mesmo período de 2022, foram 43.462 mil. “É importante destacar que nós não contabilizamos pequenas cirurgias como acontecia em anos anteriores, se fizéssemos isso o número seria muito maior”, afirma Demarchi.

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Lages: Trânsito com ‘IA’

POSSIBILIDADE DE USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL INTEGRA ESTUDO DA ÁREA DE MOBILIDADE URBANA DA SEPLAM

Além de semáforo (aparelhos) antigos e defasados, Lages convive com a realidade de demora na liberação de tráfego (em cruzamentos), mesmo quando um dos lados tem poucos veículos circulando ou fora do horário de pico. Se modernos semáforos é uma questão de gestão, a análise do sistema semafórico está a caminho. “O intuito é dar fluidez ao trânsito e reordenar de forma eficaz a sincronização dos semáforos da cidade”, aponta a informação da Diretran sobre o início de avaliações técnicas e possíveis alterações em algumas ruas e avenidas de Lages.

MODELO

Diretor de Mobilidade Urbana, professor e engenheiro Ricardo Nerbass, explica que estudos estão sendo feitos para embasar as novas definições. O modelo de outras cidades, inclusive fora de Santa Catarina, estão sendo considerados. “Neste primeiro momento, o objetivo é reduzir o tempo de espera dos motoristas nos horários de menor movimento, os chamados entre-picos”, cita a informação.

EXEMPLO PRÁTICO

Implementando a análise, o cruzamento da Avenida Carahá com as ruas Rio Grande do Norte e Nepomuceno Costa ganhou maior rapidez na chegada do sinal verde. De 134 segundos fechado, esse tempo foi reduzido para 80 segundos. “A solução não pode ser padronizada, mas requer solucionar a mobilidade urbana como um todo. Essa era uma reclamação frequente em Lages, por isso seguiremos atuando”, pontua Nerbass.

SEM CUSTOS E ATÉ COM IA

A equipe técnica, junto com Agentes de Trânsito, mantém o monitoramento para avaliar novos ajustes. “Importante destacar que não geramos custo extra para o Município. Sem novos gastos, apenas o uso da infraestrutura já existente é que passou a ser mais eficiente”, confirma Malek Dabbous, titular da Seplam. Quanto à continuidade dos estudos na área, até mesmo as possibilidades ofertadas pela Inteligência Artificial (IA)

Ligação do bairro São Cristóvão ao Centro passou por análise e ajuste que reduziu em mais de 30 segundos a espera pela abertura do semáforo.

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Exportação madeira: Lages é 2ª de SC

MUNICÍPIO FICA ATRÁS APENAS DA CIDADE DE CAÇADOR QUANDO O ASSUNTO É EXPORTAÇÃO DE MADEIRA

Colega Amarildo Volpato – Clube FM – tem tentado desde a semana passada, produzir um conteúdo sobre os reflexos para a economia de Lages da eventual – e possível – taxação de 50% de produtos brasileiros que adentrarem ao mercado americano (dentro de 10 dias).

MAS…

Os dirigentes de entidades na área da madeira têm optado pelo silêncio, talvel, inclusive, porque nem eles sabem ao certo o significado ‘dessa loucura’. Mas o fato é que a madeira significa muito para a economia de Lages, quando o assunto é exportação. Logicamente que não é apenas o mercado americano que consome aquilo produzido aqui, mas é o mais guloso em interesse na madeira lageana.

DADOS SOBRE A EXPORTAÇÃO

Nestes tempos de nervosismo de mercado – por causa do anúncio da taxação dos 50% – dados são exteriorizados, dando uma visão mais ampla e clara, do quanto se exporta. O o próprio Governo do Estado fez o apanhado das informações sobre quantitativo e faturamento com a exportação de madeira.

E…

Nenhum Estado exporta mais madeira que SC. A título exemplificativo “de cada três tábuas que embarcam nos portos, uma delas sai da indústria catarinense”. E de tudo que é exportado por Santa Catarina, um índice de 11,4% é de madeira ou manufaturado de móveis.

E no ranking dos municípios que mais exportam aparecem Caçador em primeiro e depois Lages. Curitibanos aparece no Top Five das exportações de madeira.

EXPLICAÇÃO PARA ISSO

Essa presença dos municípios no ranking, não se deve a pequenas madeireiras que operam especialmente com reflorestamento de pinus, embora essas sejam importantes e contribuam para o somatório. Caçador, por exemplo, tem grandes empresas atuando na exportação como a Arauco, além da Eletrocal, a Adami S/A e a Frameport contribuem para colocar o município na liderança. Lages tem Klabin e Berneck como grandes destaques na exporação, mas inúmeras outras atuando.

Esses dados com quantitativo e faturamento se referem ao ano de 2024 e explicam a importância da madeira como produção de exportação catarinense.

Fonte: Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Inovação

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Lages entra no ‘Casa Catarina’

É A QUARTA ETAPA DO PROGRAMA ONDE O ESTADO AJUDA NA CONSTRUÇÃO DE MORADIAS

Trata-se de um programa que é bem longe daquele propósito da prefeita Carmen Zanotto de construir pelo menos 500 moradias em 4 anos de mandato em Lages. Mas de tijolinho em tijolinho se constrói tal meta. E um desses tijolinhos é a adesão ao programa do Governo do Estado chamado Casa Catarina. Lages entra na quarta etapa que é a viabilização de unidades habitacionais para cidades com mais de 50.000 habitantes. As três etapas anteriores acenaram unidades habitacionais para cidades com até 10.000, até 20.000 e até 50.000 moradores.

LAGES APRESENTARÁ DOCUMENTOS

O Executivo de Habitação de Lages, advogado Thiago Bettú, acompanhou por videoconferência a reunião de orientações da Secretária de Estado de Assistência Social, Adeliana Dal Pont. A reunião abordou informações detalhadas sobre os critérios técnicos e administrativos para que os municípios interessados possam formalizar sua adesão ao Casa Catarina, que prevê a construção de moradias para população em estado de vulnerabilidade.

Segundo Bettú, a área que coordena de Habitação também deverá iniciar, em breve, ações de divulgação para informar a população sobre os critérios de participação no Cadastro de Pretendentes à Moradia. A ideia é atualizar um cadastro que já esteve com mais de 5.000 famílias na lista que aguarda acesso a alguma política habitacional.

O programa Casa Catarina foi lançado no final de maio, abrangendo, inicialmente, cidades com até 10 mil habitantes. O município precisa apresentar ao Estado áreas (terrenos) devidamente legalizadas para que ali sejam construídas as casas.

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Ensino: Viram esses índices?

COMPILADO APONTA OS ÍNDICES DE ALUNOS ALFABETIZADOS NOS MUNICÍPIOS DA SERRA CATARINENSE A VARIAÇÃO DE UM ANO PARA O OUTRO

Anita Garibaldi e São José do Cerrito, em anos alternados, lideram o ranking dos municípios da Amures onde há mais alunos alfabetizados. Não temos os critérios considerados para o conceito ‘alfabetizado’, mas chama a atenção a posição discreta da maior cidade da Serra Catarinense, no caso Lages. Observa-se ainda que a maioria dos municípios tem evolução nos índices (melhorando de um ano para o outro). Mas também há aqueles que reduzem os respectivos percentuais.

Assim como o IDEB, compilações de dados como esse acima, constituem-se formas de medir a qualidade de ensino ofertada na rede pública de cada município.

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